Hoje acordei com uma vontade enorme de comer uma empanadilha. Do Pingo Doce. Do OlivaisShopping. Existem sabores e locais que andam sempre assim. De mão dada.
"Perhaps they are not stars, but rather openings in heaven where the love of our lost ones pours through and shines down upon us to let us know they are happy."
quinta-feira, 5 de abril de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
Baby Clothes
Eu e o site da Gap tínhamos, até há duas semanas, uma excelente relação. Daí para cá ou eu estou maluca, ou aquilo não está a funcionar correctamente. E por falar nisso, sites com roupa gira para a criançada conhecem?
sábado, 31 de março de 2012
segunda-feira, 26 de março de 2012
O Piolhinho cá de casa estreou-se nas sopas e fruta. No primeiro dia esperneou, chorou com lágrima. Quase que juro que li no seu olho azul que estava tão chateado comigo que não me queria ver durante sei lá.. três dias. Agora que já viu que não tem alternativa, delicia-me com prrrr para aqui, prrrr para ali.. e dá gargalhadas como se não houvesse amanhã e mais roupa para lavar. Com quatro meses, uma semana, 8,400Kg e 64cm, muitas regueifinhas e bochechas de Nenuco, este meu filho continua a roubar-me o coração todos os dias. Cada vez mais.
sábado, 24 de março de 2012
Eu e os Pasteis de Belém
Na terça-feira dei um pulinho a Lisboa. Ou melhor, um pulão que isto de ir a meio da manhã e chegar a casa a tempo de ver o Benfica-Porto, foi coisa para me amassar o fundo das costas. E como sempre que isto acontece, dei um saltinho a Fátima e acendi umas velas pelos meus. Almocei na Buraca, fui ao fornecedor (o motivo da ida), dei um saltinho à beira-rio e esplanadei na Starbucks de Belém. E como sempre trouxe umas caixinhas de Pastéis de Belém. Não é coisa que aprecie muito, mas os pais e os amigos até merecem. E como não podia deixar de ser, as tipas dos Pasteis de Belém enganaram-se no pedido, a favor delas. E eu só vi quando cheguei ao Porto. Como sempre.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Prevenar13
Pois bem que hoje, na hora da vacina, fiquei a saber que a Prevenar13 que foi administrada no mês passado ao Piolhinho, faz parte do lote que foi agora retirado do mercado. Ainda que saibamos que provavelmente a vacina foi alheia à tragédia, coração de mãe apertou e doeu. Muito
sexta-feira, 16 de março de 2012
Tenho que abrir a pestana SOS
Há anos que durmo apenas quatro cinco horas por noite. Super pacifico.
Neste momento, estou com uma privação de sono tão grande, tão grande que aposto que se me encostar ao volante, adormeço ali na hora, no trânsito.
quarta-feira, 14 de março de 2012

Você pode não ser o primeiro homem dela, o último homem dela ou o único homem dela. Ela amou antes, pode ser que ela ame de novo. Mas se ela te ama agora, o que mais importa? Ela não é perfeita - você também não é, e vocês dois podem nunca ser perfeitos juntos, mas se ela te faz rir, te faz pensar duas vezes, e admite ser humana e cometer erros, segure-se a ela e dê a ela o máximo que você puder.... Ela pode não estar pensando em você a cada segundo do dia, mas ela te dará uma parte dela que ela sabe que você pode quebrar - o coração dela. Então não machuque ela, não mude ela, não analise e não espere mais do que ela pode dar. Sorria quando ela te fizer feliz, diga a ela quando ela te deixar com raiva, e sinta a falta dela quando ela não estiver por perto.
Bob Marley
Se não é boi, é vaca
Há muitos anos que, de quando a quando, me cruzo na praia com uma cigana daquelas que lêem a nossa sorte através da mão. E de todas as vezes, veio ter comigo e atirou - minha querida deixe-me ler a sua mão.. olhe que eu sei um rapazinho que gosta muito de si. Eu devolvo sempre a simpatia e recuso. Esta semana cruzei-me com ela e tinha comigo o Rodriguinho. Ela olhou-me, esboçou-me o seu melhor sorriso maternal - eu não lhe disse que você tinha um rapazinho que a adorava? Mas olhe meu amor, eu sei duma pessoa que tem tanta, tanta inveja de si.. Ah ah..Está visto que a senhora cismou comigo e tem o acaso do lado dela.
terça-feira, 13 de março de 2012
domingo, 11 de março de 2012
Áurea, mãe
Podia escrever que não me interessa o que os outros pensam. Posso dizê-lo em voz alta muitas vezes, encolher os ombros outras tantas e seguir naturalmente como quem não quer saber. Não me engano. Sei que passada a tentativa legitima de mentir a mim mesma, fico incomodada. E nos últimos meses parece que a minha vida é uma crónica, onde todos deixam comentários, ainda que essa caixa não tenha sido aberta. Por mim. Conciliar trabalho com o inicio da maternidade não é das coisas mais fáceis. Quando se tem uma pequena empresa ainda mais difícil. Precisamos batalhar muito. Nunca me iludi. Trabalhei até ao ultimo dia de gravidez. Alguns dias vinte horas por dia. Quis deixar tudo preparado para a minha ausência e tentei ao máximo não sobrecarregar quem veste a minha camisola. Passados dez dias, meio inclinada pela cicatriz da cesariana, fui a um cliente. Os meus meninos não queriam, mas eu sabia que precisavam de mim. Se me custou? Horrores. Desci os três pisos do prédio em lágrimas, sentei-me na escuridão do meu carro e fiquei ali minutos. Revi a minha vida. Todas as escolhas que fiz, todos os momentos que não pedi mas que não me foi permitido recusar. Vi o meu Irmão. Vi os meus pais. E vi a luta genuína deles para sobreviver à dor, de mão dada, completamente dedicados a mim,a nós e agora ao meu bebe. Custou-me descer cada degrau, separar-me do Rodrigo pela primeira vez. Mas tinha que ser. Sempre soube que seria assim. Tinha dado o passo em frente, sabia-o. Faltam oito dias para ele completar quatro meses. Tenho trabalhado muitas horas, muitos fins de semana, muitas noites. Ando com uma privação de sono enorme. Aprendi que ser mãe dói, magoa. Em lágrimas aprendi a conjugar o verbo confiar. Não fui uma mãe que telefona a cada cinco minutos a perguntar pelo filho. Quis demonstrar aos avós dele que confio neles. Que estou segura na minha ausência, que cuidam dele com amor, que sabem o quero para ele. Vou à luta por mim, mas por ele principalmente. Apartir daí tive que aprender a viver com os olhares reprovadores, com as perguntas com falsas preocupações. O Rodrigo? Já andas assim a trabalhar? Não tens um filho em casa?Não sei como consegues... Inicialmente explicava, respondia. Hoje já não. O que o meu trabalho tem de melhor, revelou-se o pior. É muito social. Tanto estou num restaurante, como de prevenção a noite toda numa discoteca. O ser humano quando quer é reles, e não se dá ao trabalho de tentar alcançar mais do que a primeira vista lhe oferece. Tive dias em que senti as minhas veias a explodir de raiva, outros em que em lágrimas adormeci abraçada ao meu amor pequenino. Encheram o meu coração de remorsos, cheguei a pedir-lhe desculpa se estava a falhar-lhe, mas que estava a ser a melhor mãe que sabia ser. Carreguei tanto a minha alma com isto que uma noite sonhei com o meu Irmão, a limpar-me o rosto, a dizer-me que tinha orgulho em mim. Para eu dar o laço e não ligar. Assim tenho tentado. Sou daquelas mães que acorda de meia em meia hora, inconsciente, a ver se o meu bebé esta a respirar. Sou daquelas mães que a quem já deu o fanico quando ele se engasgou. Já corri a meio da noite para o hospital, em calças de ganga e camisola de pijama porque ele se vomitou e tinha a testa quente. Ganhei tanto medo que esteve duas semanas a dormir connosco. No entretanto já regressou ao bercinho dele. Sou daquelas mães que choram nas vacinas, que sorri em cada consulta por ele se portar tão bem, que teve a sorte de ele não sofrer de cólicas e apenas chorar quando tem fome ou não quer estar deitadinho.Que se derrete quando ele faz a tartaruga, que chorou baba e ranho quando ele deu uma gargalhada. Que o adormece com festinhas na testa e de mão dada. Não lhe dou muito colo. Nem lhe dou pouco. Dou exactamente aquele que acredito que devo dar. Todos os dias tento ser uma mãe melhor. E todos os dias apaixono-me mais um pouco. E acho que ser mãe é mesmo isto. Não olhar ao lado, ouvir sempre o nosso coração. Há quem afirme a pés juntos que não conseguiria separar-se da sua cria tão cedo. Eu acho que não conseguiria entregar a minha aos cuidados duma ama ou dum infantário antes dos dois anos. Mas se tivesse que ser que remédio tinha eu. Eu não lhe dou Aero-om para ele não chorar. Não o agasalho em demasia, não o calço mas porque acredito que é o melhor para ele. Ninguém é melhor ou pior por isso. Nós somos todas diferentes, mas a igualdade surge no que há de mais elementar, a vontade ser uma boa mãe. A melhor.
terça-feira, 6 de março de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
domingo, 4 de março de 2012
PSP
Ontem perguntavam-me se depois de ter sido alvejado a adrenalina do O. tinha acalmado . Não acalmou. Disseram-me vezes sem conta que após o nascimento do Rodriguinho ele iria acalmar. Não acalmou. A família pede-me que o vá alertando. Ele sabe o que penso. Acredito piamente que se não nos realizarmos profissionalmente somos seres piores e mais infelizes. Eu respeito MUITO o trabalho dele, sei que o faz por vocação e que muito geralmente a adrenalina dispara. O rapaz não gosta de transito, prefere bairros e lutar contra a marginalidade, nada a fazer. A minha sogra respirou de alivio quando ele voltou da Amadora. Eu sabia que aqui não iria ser muito diferente. Não é. De quando a quando relembro-lhe que naquela noite o primeiro tiro foi logo dele. Ele encolhe os ombros e diz-me que faria tudo igual. Portanto nenhuma novidade. Tal como em todos os sectores, na PSP e existem maus profissionais e existem os bons, aqueles que vestem a camisola e que vão trabalhar exactamente para aquilo que foram contratados. À saída para trabalhar beija-me o rosto, e já sei que não olha novamente para trás. E eu continuo a dormir descansada. O que tiver que acontecer...
sábado, 3 de março de 2012
Nós no CM
Parece que uma turista, no Algarve, partiu um braço num acidente de bicicleta. Os senhores do Correio da Manhã devem estar tão fartinhos de escrever sobre mais do mesmo, que agora nos fazem chegar essas noticias. Pois assim sendo, amanhã pode ser a minha vez. Após ingestão duma larga quantidade de gomas, Matosinhense de 27 anos vê-se a braços com uma enorme dor de estômago.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Notebook
Há algum tempo que andava aqui num jogo de gato e rato. Sempre que procurava fotos, perdia-me nas do Notebook. Sempre que via videos no youtube, lá apareciam cenas do filme. Citações... do Notebook. Passaram-se semanas em que azucrinei o cerebro ao O. para mo arranjar. Surgia sempre algum imprevisto. Por causa dum filme comecei a fazer filmes. Só podia ser um sinal. Em boa verdade, acabou por não fugir muito da realidade. Visto o filme, constato que já o tinha visto umas duas vezes... Estou a ficar senil. Era esse o sinal.
"I am nothing special; just a common man with common thoughts, and I've led a common life. There are no monuments dedicated to me and my name will soon be forgotten. But in one respect I have succeeded as gloriously as anyone who's ever lived: I've loved another with all my heart and soul; and to me, this has always been enough."
Há quem ache pirosinho, eu acho maravilhoso.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Insensato Coração
E pronto. Há já bastante tempo que nenhuma novela me prendia tanto. Os relatórios vão ter que esperar.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
domingo, 12 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Pf arranjem que fazer ao Rui Rio
Com tantos problemas na cidade, parece que não tem mais nadinha em que pensar. Definitivamente o meu santo não vai com o dele.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
do silêncio que incomoda...
Quando recordo os anos que vivi em Lisboa, é inevitável não relembrar os momentos que tinha só para mim. Passava horas sozinha. E gostava. Muito. Sempre soube que isso terminaria com o meu regresso a Matosinhos. Porque é a minha terra. Porque tenho sempre onde ir, muitos amigos por perto, a família a dois passos e uma pessoa conhecida a cada esquina. E os telemóveis. A minha eterna guerra com os telemóveis. Se naquele dia 31 de Agosto (2008) me dissessem que passados três anos estranharia o silêncio da minha casa, certamente soltaria uma gargalhada. Mas a verdade é que, nos poucos momentos silêncio total, dou comigo a ficar impaciente, incomodada. Está certo que a vinda do Piolhinho ofereceu à minha alma uma ideia de companhia eterna, mas o que me atormenta é quando dou comigo numa casa muda, isenta de sons, penso que é uma tristeza estarmos aqui os três neste apartamento, e os meus pais tão novos, sozinhos naquele casarão enorme. Magoa-me pensar que eles se possam sentir sós. E este sentimento não me permitiu mais desfrutar do silencio, da mesma forma que outrora. Custa-me sabe-los sofrer e não puder lutar contra o destino. Pudesse eu, e enchia-lhes a casa de crianças, de netos, de amigos, assim.. num jeito meio tonto, mas muito sincero, de quem lhes quer tão bem..ainda que de mãos atadas.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Da maternidade
A coisa mais chata da maternidade são os mitos, os recadinhos antigos e o histerismo à volta do bebé. O primeiro prémio vai para o cuidado com a cabeça. Logo na primeira semana, fiquei semi-histérica de tantas vezes que o ouvi. Lembro-me que um dia à noite desatei a chorar e pedi ao O. que tirasse o LCD da parede do quarto, não fosse batermos com a cabeça do menino lá. Nesse momento senti que bati no fundo com a paranóia alheia, e prometi não ligar mais. O segundo prémio vai para quem me atazana a paciência com o não posso dizer que o meu bebé quase só chora para comer, porque dá azar. Por favor. Não passar em frente a espelho também fica no pódio. Segundo reza a história atrasa a fala. Enfim entre tantos outros, tão dispensáveis, tão inconvenientes para quem, como eu, quer aprender/viver a maternidade o mais serenamente possível, sem histerismos ou exageros.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Das saudades de ti
Coração prestes a explodir. Deitei-me assim. Acordei pior. Todos os dias dói, mas por vezes, sem que consiga explicar porquê, sou arrebatada por um tsunami de saudades, capaz de destruir cada bocadinho de mim. Vestida de cinza, sentada no fundo da cafetaria, a d.Esmeralda ainda sem sonhar o laço eterno que nos une, contou-Te grande. Gigante. Tentei, em vão, não me deixar vencer pela emoção. O alerta emocional disparou assim que falou no rapaz que outrora lhe tratava do sistema informático. Bastou uma frase para saber que era a Ti que se referia. Quis sorrir, demonstrar o imenso orgulho que Te tenho, a alegria de ser Tua irmã. Não consegui. Passaram mais de três anos. O ontem que me acompanha, parece-me eterno. Trago-te na minha alma.. no meu coração. Gosto tanto de ti, tenho tantas saudades tuas.Tantas.
sábado, 14 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Ridicula mudança do IVA
Ora vamos lá acabar com esta estupidez. O IVA a 23% em toda a restauração.
Entro numa pastelaria. Sento-me. Peço um croissant e um sumo. IVA 23%. Entro numa pastelaria. Ao balcão (leia-se para consumo externo) peço um croissant e um sumo. IVA 13% e 6%. Perante isto é difícil imaginar o que vai começar a acontecer na hora registar artigos. Estão a gozar certo? Estou farta de gente burra à frente deste país.
domingo, 8 de janeiro de 2012
sábado, 7 de janeiro de 2012
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Crise de bom senso
Enquanto assistir a milhares de pessoas em festas onde a entrada são 30€/mínimo, nas quais por vezes gastam outro tanto em bebidas, nenhuma delas se atreva a falar que atingimos o pico máximo da crise. Enquanto assistir a corridinha de cocaína a 50€ a grama, agradeço que ninguém se queixe da crise. O país atravessa sérias dificuldades, mas acima de tudo devíamos lutar contra a decadência de quem perdeu totalmente a noção. Continuo a gastar dinheiro em algumas coisas supérfulas, adoro um bom par de sapatos, um bom par de calças, jantar fora de vez em quando, mas tenho as mangas arregaçadas. Não estou em casa, queixosa. Não me arrasto para ir trabalhar. Reclamo da crise, reclamo a cada trimestre dos valores do IVA, das multas escandalosas das finanças. Reclamo do Rendimento Mínimo entregue a quem tem bons bracinhos para trabalhar e está no café todo o dia, das habitações camarárias entregues à descarada. Dos cortes nos subsídios de férias e Natal e das multas parvas das Scut. Mas também estou contra aqueles que despojados de qualquer valor, se aproveitam da crise. À grande. Que estão a contribuir para a histeria que se instalou. E depois olho os jornais. E concluo mais uma vez que não há falta de trabalho. Existe é uma enorme falta de vontade de trabalhar. Os salários estão baixos é verdade. Mas preferia ganhar seiscentos, a não ganhar nenhum. Porém, isto sou eu.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
They are on the list
Tenho aprendido que certas pessoas são capazes de tudo para subirem na vida e garantirem o seu sucesso profissional. A orientação sexual de cada um em nada interfere com as demais actividades,ou pelo menos não deveria interferir. Nos últimos tempos assisto a um crescente grupo de profissionais (?) das áreas artísticas e de comunicação, que se dão à trabalheira de criarem uma imagem suficientemente capaz de suscitar duvida, e desta forma agradarem tanto as gregos como troianos. E é vê-los com elaboradas guest-list, longos sms, muita sedução, muito piscar de olho e sorriso disponivel. É o vale tudo para se fazer a melhor festa, para se garantir listas de convidados preenchidas. Se tenho alguma coisa a ver com isso? Não. Se me incomoda? Muito. É que detesto o sentimento de vergonha alheia que me assola. E a noite do Porto começa a espelhar isto mesmo.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Em modo..
... alteração do IVA. E assim, num instantinho, o numero 23 passou a ser o meu novo ódio de estimação.
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