domingo, 28 de junho de 2009

Centros Altos? Que cisma...















Esta história de ter tantos casamentos seguidos tem que se lhe diga. No passado sábado eram 8 horas da manhã e já seguia, em plena A1, uma Suspiro que dava todos os euritos que trazia na mala para ter podido dormir além das 6h30. Quer dizer seguia eu e uns quantos milhares mas esses iam ver o berdadeiro (Tony Carreira). Casamento as 11h ( ainda não percebi porque insistem em se casar tão cedo) numa terra perdida algures para os lados de Santarém, o que obrigou a que eu e o O. e mais uns quantos amigos dele do trabalho, levantássemos o rabo cedo da cama. Com a agravante de ter que levar o cabelo já esticado. Quanto ao vestido bati o pé, recusei-me a andar por lá a abanar-me armada em jeitosa com o dito todo engelhado. Isso não. A noiva, bastante simpática, não foi meiga no atraso e quase que me dava o treco debaixo dos quarenta e tal graus que se faziam sentir. A família dele, gente muito despachada por sinal, não foi de modos e plantou à porta da igreja umas quantas grades de minis, não fosse algum convidado desidratar. De resto, o dia foi muito agradável, em óptima companhia. O senão: porque é que os decoradores, os noivos ou lá quem seja insistem em centros de mesas altos? Não entendo. Sou sou eu quem acha incómodo? Ontem, no casamento da Fatinha não houve viagem grande, não houve Suspiro ás 7h15 de placa de cerâmica no cabelo, não houveram 40graus. E foi perfeito (só faltavas tu e os nossos pais, meu irmão querido). Estou repetitiva mas é que foi isso mesmo mesmo, perfeito e à imagem dela. Simples. O agora-uma-foto-junta-à-cortina, agora-uma.à-bela-da-sandália foi dispensado, o fotografo nem a casa dos noivos foi. O noivo viu a sua futura esposa na porta da igreja às 14h27 e só aí seguiram para o altar. A cerimónia foi bastante divertida e até aí introduziram os idiomas, a temática do casamento, uma vez que as intenções (não estou certa se é assim que se chama aquela do oremos) foram lidas por pessoas distintas em diferentes idiomas. Gostei. Já na quinta funcionou tudo muito bem, muito organizado, a comida era boa, a companhia ainda melhor e fiquei realmente contente por ver a minha prima tão feliz. Foi um dia extremamente cansativo psicologicamente, a dualidade de sentimentos que tinha no coração arrasou-me. Sabia exactamente onde estarias neste dia Irmão. Como sei que estás feliz pela nossa Tucha, pelo seu grande dia. Parabéns Priminha. Parabéns Márcio.
Para a semana há mais.

2 comentários:

Pátuá disse...

Eu também não gosto de centros altos, o pessoal quer conversar e nem consegue ver a cara às pessoas do outro lado da mesa.
Eu já fiz arranjos para casamentos e sempre referi essa questão que normalmente se esquecem.

muitos beijinhos

Suspiro do Norte disse...

é exactamente isso querida.. e dpois ainda passamos por mal-educadas pq n falamos com quem ta em frente.. mas nao ha pescocinho e olhinho que aguente..

beijinho grande