quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Imbirração de estimação

O Rendimento Minimo. Mas alguém ja experimentou explicar a alguem que beneficie do mesmo, o quão injusto às vezes este pode ser aos olhos de quem trabalha, trabalha e mais trabalha para conseguir ter alguma coisa? Eu já, e desisto. E aviso desde já, quanto mais novas forem as pessoas pior. Como é que é possivel atribuirem-no a pessoas de 24, 27 anos? Alguém me explica como podem estas pessoas estar em casa a coçar as pernas o dia todo e receberem 400 e muitos euros, e depois sabermos de antemão que nos vai negado algo tão básico como o abono do nosso bebé que vem a caminho. Daquelas coisas que me cegam.

6 comentários:

Nokas disse...

Isso é tão revoltante...

mari disse...

há uns anos (acho eu) não havia cá rendimento mínimo para ninguém ... e não me parece que as pessoas morriam de fome, acho que se faziam pela vida, que é o que falta ... pufff

ombemua disse...

Concordo contigo plenamente!
Boa sexta

Baci*

Princess Charming disse...

True story! Revoltante, no mínimo.
Gostei do blog :)

qel disse...

eu também (a minha mae, va) tive um abono baixíssimo e ha uns anos deixei de ter direito a ele.. :/

Framboise disse...

Eu concordo que há gente que não faz nenhum e vive dos apoios sociais injustamente. Mas também há gente nova que não trabalha porque não têm simplesmente trabalho (e não estou a falar de trabalhos miseráveis onde a exploração impera, porque desse há muitos e as pessoas têm que começar a dizer Não). A ideia de que os jovens não querem trabalhar não pode ser generalizada a todos, há situações e situações.
Mas compreendo-te e acho condenável diminuir ou negar algo essencial como o abono de família. Outra coisa que me chateava e não sei se continua a ser assim é que os casais com mais filhos recebiam mais por cada filho do que os casais que só tinham um filho... Se tinhas um ganhavas, imagina, 30 eur, se tinhas dois ganhavas 40 eur por cada filho... ridículo.
É o país que temos. Há dinheiro para tudo menos para o essencial!