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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Isto de se trabalhar com a restauração

Ao contrário de meio mundo que adora jantar fora, eu pulo de alegria quando consigo ir comer a casa. É que por melhor que coma, não há nada como a comidinha feita em casa.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Tenho que abrir a pestana SOS

Há anos que durmo apenas quatro cinco horas por noite. Super pacifico.
Neste momento, estou com uma privação de sono tão grande, tão grande que aposto que se me encostar ao volante, adormeço ali na hora, no trânsito.

Vintage Club - 1º Aniversario

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Preguiça

Tenho dias que me pergunto para que tenho tantas se malas se uso quase sempre as mesmas.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Estou a meio duma formação. Cheínha de sono, o que até é raro em mim. Estou perdida entre quebras, transferências, fichas técnicas, cozinhas. Seca.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

They are on the list














Tenho aprendido que certas pessoas são capazes de tudo para subirem na vida e garantirem o seu sucesso profissional. A orientação sexual de cada um em nada interfere com as demais actividades,ou pelo menos não deveria interferir. Nos últimos tempos assisto a um crescente grupo de profissionais (?) das áreas artísticas e de comunicação, que se dão à trabalheira de criarem uma imagem suficientemente capaz de suscitar duvida, e desta forma agradarem tanto as gregos como troianos. E é vê-los com elaboradas guest-list, longos sms, muita sedução, muito piscar de olho e sorriso disponivel. É o vale tudo para se fazer a melhor festa, para se garantir listas de convidados preenchidas. Se tenho alguma coisa a ver com isso? Não. Se me incomoda? Muito. É que detesto o sentimento de vergonha alheia que me assola. E a noite do Porto começa a espelhar isto mesmo.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Em modo..

... alteração do IVA. E assim, num instantinho, o numero 23 passou a ser o meu novo ódio de estimação.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

A última semana do ano costuma ser de loucos. Esta não está a ser excepção. Trabalho, trabalho mais trabalho. Ando feita louca. Divido-me entre clientes, instalações, momentos com o meu Piolhinho, telefonemas. Por vezes sou invadida por um sentimento de culpa gigante. O Rodriguinho ainda não fez seis semanas, e tenho dias em que com tanto trabalho separo-me dele durante algumas horas. E depois vou para casa a mil à hora, chorosa, morta de saudades. Outros dias há em que o levo comigo, e fico com a alma pesada por saber que o suposto seria estar em casa durante uns meses. Até agora consegui o ritmo dia sim, dia não. Um dia no exterior, outro a trabalhar no quentinho do lar. Esta semana é impossível. Foi algo que antevi ainda na gravidez. Hoje dou comigo a prometer a mim mesma que para a semana compenso o meu coração de mãe. Resta-me agradecer à mente genial que inventou o marsupio. Ainda que não seja o ideal, é muito bom nos dias que trabalho com ele coladinho ao meu coração.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Sugestões Jantares Natal Porto

Está oficialmente aberta a época louca dos jantares de Natal.  E ainda que tudo indique que este ano me vão passar todinhos ao lado, fica aqui a minha eleição de restaurantes para o efeito.

Sucessos dos Grelhados, na Ponte da Pedra

Galerias Paris

Porto de Leitões

Restaurante A Marina

Restaurante Vintage

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Pimenta na língua

Trabalho num ramo amplamente masculino. E amplamente caloteiro. Tem dias que me baixa a alma peixeira. E depois era ver-me de menir às costas.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Não vou participar...mas adorava.

`






















Nesta data, com toda a certeza estarei em modo pós-popozuda-versão-mamãquenaolargaoseupiolho...Só por isso não vou. Mas aconselho, a mais que não seja para conhecerem o Max que é uma simpatia.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Isto para não falar da gravidade que é, um cheque ser aceite e debitado no banco, sem conter uma assinatura

Na semana passada ligou-me aflita a administrativa dum fornecedor porque precisava falar comigo a respeito dum cheque. Tudo porque quando fui internada entreguei alguns cheques ao meu técnico para ele ir a fornecedores e, vai-se lá saber como, não assinei um. A meu pedido, ele levantou o material neste fornecedor, e entregou o cheque que foi prontamente aceite e direccionado para o sector financeiro. Desse departamento deram entrada do mesmo, e foram ao banco deposita-lo. No banco aceitaram o cheque e só deram pela falta da assinatura no dia seguinte. No fundo, eu ando a dormir e o técnico também. Mas parece-me mais grave o cheque ter passado no fornecedor (a mercadoria entregue), onde geralmente o valor das facturas atinge os quatro dígitos. A pergunta que fica  - e se me tivessem roubado o livro de cheques?

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

segunda-feira, 18 de julho de 2011

I can resist everything except temptation...














Este ano ando uma menina-gelado. Dia sim, dia sim. Se for daqueles com fruta, melhor ainda..Gosto particularmente dos Swirl da Olá, morango ou limão. Ou então dos gelados da D.Herminia do Quiosque do Castelo (Rotunda Castelo do Queijo). Irresistíveis.

domingo, 17 de julho de 2011

Concertos

Ana Carolina conseguiu arrancar verdadeiros aplausos, com um concerto muito intimista, num Coliseu a meio gás. A surpresa veio na sexta-feira no Club Vintage com um Nuno Guerreiro bastante doente, que mostrou ser um artista de alma, verdadeiramente profissional, que levou ao rubro toda a gente. Muito dinâmico, muita interacção com o publico, um vozeirão impressionante. Foi muito bom. Os Cranberries no Marés Vivas e um tempo horroroso. Ai os Cranberries. Valeram cada dor de ouvidos que senti este domingo, cada gota de chuva, cada rajada de vento. Claro que ajudou ter levado um casaco com carapuço, um calçado quente. ADOREI o concerto,a postura da Dolores O' Riordan e reviver algumas músicas. Vinte Estrelas.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Creme de la Creme















Na restauração, os espaços conquistam-me pelo bom-gosto na decoração, pelo bom funcionamento (rapidez leia-se), pela simpatia de quem dá a cara e principalmente pela excelência nos produtos que serve. Não me refiro a listas e menus elaborados. Posso pedir apenas uma torrada, mas que seja uma boa torrada. Esta semana inaugurou no Edifício Transparente a esplanada do Creme Bar. E como até são meus clientes, já lá dei um saltinho à hora de almoço. Saldo - muito bom. Recomendo a cem por cento. Perante tudo isto, não é preciso dizer que adorei pois não?

quarta-feira, 29 de junho de 2011

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Toca a acordar

O Porto campeão é sempre motivo de festejo, mas...mas hoje já fiquei na prancha com dois clientes e tenho a certeza que se deve aos festejos até tarde. Ninguém atende os telemóveis. Não havia necessidade.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Todos comigo..

Branco/Laranja, Laranja, Branco/Verde, Azul, Branco/Azul, Verde, Branco/Castanho, Castanho.

segunda-feira, 14 de março de 2011

São opções

No sábado não saí à rua para me manifestar. A essa hora estava a trabalhar. Podia ter adiado, podia optar por não trabalhar aos fins-de-semana mas não me posso dar ao luxo de dispensar trabalho. Não concordo com o rumo que o país leva. No fundo, sinto que as PME's estão a pagar a factura que este país deixou vencer. Se me limito a fazer o que me dá prazer? Não. Se faço alguns trabalhos que facilmente dispensaria? Claro. Licenciei-me numa área que nada tem a ver com a qual trabalho. Concluí o curso conciliando-o com um trabalho numa loja. Sei que por vezes ganho 80 quando deveria cobrar 120. Mas a afamada crise está na boca de toda a gente e mais vale ganhar algum que nada. Devo semanas de férias a dois ao meu marido. Ofereceram-nos uma semana nas Caraíbas e estou reticente em me ausentar nesta fase. Devo-lhe tempo a dois. Para compensar, sempre que ele pode dá-me uma mão na empresa. Pelo menos lutamos pelo mesmo. Prescindimos de momentos de lazer em busca dum futuro risonho para nós e para os nossos. Não acredito na governação do nosso país, mas por vezes dou comigo perplexa quando ouço algumas pessoas a reclamarem, com os braços no ar, donos do mundo. Pagava para ver algumas pessoas a governar. A crise impõe-se. Os restaurantes continuam cheios, os shoppings também. Cada um refugia-se da crise como mais lhe convém. Uns nas esplanadas, de cigarrinho na boca, outros a trabalhar vinte horas seguidas, se tal for preciso.