... alteração do IVA. E assim, num instantinho, o numero 23 passou a ser o meu novo ódio de estimação.
"Perhaps they are not stars, but rather openings in heaven where the love of our lost ones pours through and shines down upon us to let us know they are happy."
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
O lado bom da coisa
Acho que estou a ficar paranóica com o trabalho quando,a 24 horas dum evento importante num cliente, sonhei que esfolei as pernas todas e apareci na dita festa, de calçãozinho sem me aperceber das feridas. Já acordada,eram cinco da manhã e estava a enviar sms's ao meu técnico com ideias que me surgiram. Se a isto juntarmos as últimas noites às reviravoltas na cama a pensar em trabalho, concluo que estou a ficar louca e preciso de férias. O bom disto tudo é que pela madrugada raciocino ainda melhor.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
A arte de sermos iguais e tão diferentes
Kate Moss
Suspiro em versão noctívaga não é, já foi. Não que não saia de vez em quando para dançar, beber umas caipirinhas e dar à língua durante horas seguidas, mas não o faço com a frequência de outrora. Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, e tudo tem o seu timming.Ainda assim, uma vez por outra lá lá dou um salto ao Triplex ou ao Vintage, duas das poucas casas que ainda me conseguem tirar do conforto do lar. Este fim-de-semana não deu para escapar à noitada, o dever impera sempre. E lá fui eu, ali para os lado de Guimarães, à inauguração de uma discoteca na qual tinha montado sistema, para certificar que tudo corria bem, e que não surgia alguma dúvida ou problema de última hora. E constatei que em algumas coisas somos todos iguais. Todos deixamos tudo para a última da hora, todos respiramos frenesim ansioso em situação de stress, todos nos movimentamos rapidamente ainda que pouco ou nada estejamos já a fazer, todos mal-dizemos a nossa vida por as coisas não terem sido programadas atempadamente. Não foi o caso do meu Sistema, mas naturalmente e ainda para mais numa inauguração daquela envergadura houveram situações que só foram resolvidas momentos antes. E o nervoso miudinho que isso provocou, a piada que eu achei. É impressionante a capacidade de pormenores que nos podem escapar. Numa situação assim, um carimbo, um reles carimbo assume uma importância feroz, e não fosse o O. às 23h40 ainda se encontrar pertinho do NorteShopping, e já antevia uma catástrofe. Depois, começam a chegar os clientes, os amigos, os amigos dos amigos. Todos vaidosos, de sorriso de orelha a orelha, sem no entanto conseguir esconder o rosto vermelho pelo frio que se fazia sentir. E a experiência ou não de uma equipa verifica-se no boom de saída, nas caixas e bengaleiro. Os amigos já não são tão amigos, o álcool já fala por alguns clientes e o sono por outros, e a compreensão não é, já foi. E aprendem-se grandes lições, assim a trabalhar das 19 às 8 da manhã, ainda que como mera espectadora do funcionamento da discoteca, ainda que tenha apreciado de longe/perto. E vi cada personagem, cada ceninha..OMG!!E não apenas no campo profissional, acima de tudo constatei que embora possamos ser iguais em muito, no todo somos realmente todos (muito) diferentes. Aliviada pensei o quão bom é que assim seja. Sorri, olhei para a porta de saída e vi a luz do dia, ensonada apertei o casaco. O gelo da manhã cortou-me o rosto, a luz solar magoou-me a vista mas o importante é a sensação de dever cumprido, e essa trouxe-a comigo.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Às escondidinhas
Por causa do work passo muito tempo no PC e na Internet. E tenho por hábito pesquisar sobre muita matéria que julgue me possa vir a ser útil, e nos entretantos obviamente, passo por muita informação que não creio vir a precisar. E esta conversa porque? Porque posso quase arriscar que nas ultimas semanas vi mais de dez anúncios de mágicos e ilusionistas. E não dei importância. A memoriazita diz-me que vi mas não fixei, e que pensei que como na vida o que o que não falta para aí são mágicos e ilusionistas. O pior é que preciso de arranjar um mágico com x características para hoje, para agora, para ONTEM, e rien. Nada. Tive horas à procura, fiz toneladas de telefonemas, coloquei um anúncio e nada. Ou melhor encontrei dois mas de bastante longe, sendo que para o efeito que é não compensa. É de mim ou é sempre assim? Passamos toda a nossa vida a olhar para tudo e esse tudo parece-nos nada, passamos a vida a esbarrar em coisas que não ligamos e mais tarde quando precisamos não as encontramos. E eu penso, fogo ainda ontem o vi, estava exactamente aqui. E nada. E fico fula e danada por ser tão distraída. E ainda pior pois parece que as coisas escolhem a pior altura para brincar comigo às escondidinhas.
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