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sexta-feira, 29 de junho de 2012

As medidas do pequeno

7 Meses
10.700Kg
74cm
Muito miminho, muito abraço bom na mãe, muito ombro no pescoço e a vergonha a chegar. Uns pontapés pelo meio, um piadão o cabelo das tias, muita baba, 3 dentinhos e muitos corações cheios de amor por este bebé tão lindo que me calhou na rifa.

terça-feira, 19 de junho de 2012

7 Meses - Fechei assim os olhos e entreguei-te o meu ♥



















Sabia que mudarias a minha vida.. Ainda assim, superaste todas as minhas expectativas. Ofereceste-me um novo amanhecer, a tua mão ao anoitecer. Contigo surgiu um Eu novo. Com a alma azul, demasiado forte, demasiado frágil, pronta para enfrentar o Mundo. Por ti, meu amor Pequenino..
E o Tanto que eu gosto de ti... 

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Fraldas e Fraldas












Vou ali encher a gavetinha do meu Gigante Amor Pequenino.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Isto das compras online

Sou adepta do comercio online. Acho mais prático, menos doloroso e na maioria das vezes encontram-se coisas girissimas. Com o boom do FB então... Sou capaz passar horas a ver álbuns, e chegada do meu amor pequenino só piorou a coisa. Porém, há uma coisa que me chateia imenso. Percebo que optem por não discriminar os preços das peças ( embora ache uma tontice), mas se vejo 15 álbuns e gosto de 4 ou 5 peças, é natural que seja complicado enviar mensagem privada a pedir informação de todas. Então, quando assim é, opto por pedir informações através dos comentários. Quando a resposta vem com um envie mensagem privada para x é meio caminho andado para perder o interesse. Sei que responder um a um deve dar trabalho, mas porra.. Que culpa tenho eu se a descrição é insuficiente?

quarta-feira, 2 de maio de 2012

...

Isto de ser mãe às vezes dói. Hoje levei o meu pequenino ensonado a levar duas vacinas. Ele olhou-me assustado, como a pedir-me conforto por uma dor que não entendeu. O meu coração de mãe ficou apertadinho, sem acção. Livro algum nos ensina a combater estas dores que não o sendo, são as que mais magoam, ainda que apenas por dois minutos.

quinta-feira, 19 de abril de 2012




















..e há cinco meses a minha vida ganhava outra cor.. Mais pura, mais meiga, mais azul. Filho lindo da minha Vida.. o Tanto que eu gosto de Ti. ♥

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Cá em casa

Cerelac. Para o Rodrigo.

Cerelac. Para a mãe do Rodrigo.

segunda-feira, 26 de março de 2012

O Piolhinho cá de casa estreou-se nas sopas e fruta. No primeiro dia esperneou, chorou com lágrima. Quase que juro que li no seu olho azul que estava tão chateado comigo que não me queria ver durante sei lá.. três dias. Agora que já viu que não tem alternativa, delicia-me com prrrr para aqui, prrrr para ali.. e dá gargalhadas como se não houvesse amanhã e mais roupa para lavar. Com quatro meses, uma semana, 8,400Kg e 64cm, muitas regueifinhas e bochechas de Nenuco, este meu filho continua a roubar-me o coração todos os dias. Cada vez mais.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Prevenar13

Pois bem que hoje, na hora da vacina, fiquei a saber que a Prevenar13 que foi administrada no mês passado ao Piolhinho, faz parte do lote que foi agora retirado do mercado. Ainda que saibamos que provavelmente a vacina foi alheia à tragédia, coração de mãe apertou e doeu. Muito

domingo, 11 de março de 2012

Áurea, mãe

Podia escrever que não me interessa o que os outros pensam. Posso dizê-lo em voz alta muitas vezes, encolher os ombros outras tantas e seguir naturalmente como quem não quer saber. Não me engano. Sei que passada a tentativa legitima de mentir a mim mesma, fico incomodada. E nos últimos meses parece que a minha vida é uma crónica, onde todos deixam comentários, ainda que essa caixa não tenha sido aberta. Por mim. Conciliar trabalho com o inicio da maternidade não é das coisas mais fáceis. Quando se tem uma pequena empresa ainda mais difícil. Precisamos batalhar muito. Nunca me iludi. Trabalhei até ao ultimo dia de gravidez. Alguns dias vinte horas por dia. Quis deixar tudo preparado para a minha ausência e tentei ao máximo não sobrecarregar quem veste a minha camisola. Passados dez dias, meio inclinada pela cicatriz da cesariana, fui a um cliente. Os meus meninos não queriam, mas eu sabia que precisavam de mim. Se me custou? Horrores. Desci os três pisos do prédio em lágrimas, sentei-me na escuridão do meu carro e fiquei ali minutos. Revi a minha vida. Todas as escolhas que fiz, todos os momentos que não pedi mas que não me foi permitido recusar. Vi o meu Irmão. Vi os meus pais. E vi a luta genuína deles para sobreviver à dor, de mão dada, completamente dedicados a mim,a nós e agora ao meu bebe. Custou-me descer cada degrau, separar-me do Rodrigo pela primeira vez. Mas tinha que ser. Sempre soube que seria assim. Tinha dado o passo em frente, sabia-o. Faltam oito dias para ele completar quatro meses. Tenho trabalhado muitas horas, muitos fins de semana, muitas noites. Ando com uma privação de sono enorme. Aprendi que ser mãe dói, magoa. Em lágrimas aprendi a conjugar o verbo confiar. Não fui uma mãe que telefona a cada cinco minutos a perguntar pelo filho. Quis demonstrar aos avós dele que confio neles. Que estou segura na minha ausência, que cuidam dele com amor, que sabem o quero para ele. Vou à luta por mim, mas por ele principalmente. Apartir daí tive que aprender a viver com os olhares reprovadores, com as perguntas com falsas preocupações. O Rodrigo? Já andas assim a trabalhar? Não tens um filho em casa?Não sei como consegues... Inicialmente explicava, respondia. Hoje já não. O que o meu trabalho tem de melhor, revelou-se o pior. É muito social. Tanto estou num restaurante, como de prevenção a noite toda numa discoteca. O ser humano quando quer é reles, e não se dá ao trabalho de tentar alcançar mais do que a primeira vista lhe oferece. Tive dias em que senti as minhas veias a explodir de raiva, outros em que em lágrimas adormeci abraçada ao meu amor pequenino. Encheram o meu coração de remorsos, cheguei a pedir-lhe desculpa se estava a falhar-lhe, mas que estava a ser a melhor mãe que sabia ser. Carreguei tanto a minha alma com isto que uma noite sonhei com o meu Irmão, a limpar-me o rosto, a dizer-me que tinha orgulho em mim. Para eu dar o laço e não ligar. Assim tenho tentado. Sou daquelas mães que acorda de meia em meia hora, inconsciente, a ver se o meu bebé esta a respirar. Sou daquelas mães que a quem já deu o fanico quando ele se engasgou. Já corri a meio da noite para o hospital, em calças de ganga e camisola de pijama porque ele se vomitou e tinha a testa quente. Ganhei tanto medo que esteve duas semanas a dormir connosco. No entretanto já regressou ao bercinho dele. Sou daquelas mães que choram nas vacinas, que sorri em cada consulta por ele se portar tão bem, que teve a sorte de ele não sofrer de cólicas e apenas chorar quando tem fome ou não quer estar deitadinho.Que se derrete quando ele faz a tartaruga, que chorou baba e ranho quando ele deu uma gargalhada. Que o adormece com festinhas na testa e de mão dada. Não lhe dou muito colo. Nem lhe dou pouco. Dou exactamente aquele que acredito que devo dar. Todos os dias tento ser uma mãe melhor. E todos os dias apaixono-me mais um pouco. E acho que ser mãe é mesmo isto. Não olhar ao lado, ouvir sempre o nosso coração. Há quem afirme a pés juntos que não conseguiria separar-se da sua cria tão cedo. Eu acho que não conseguiria entregar a minha aos cuidados duma ama ou dum infantário antes dos dois anos. Mas se tivesse que ser que remédio tinha eu. Eu não lhe dou Aero-om para ele não chorar. Não o agasalho em demasia, não o calço mas porque acredito que é o melhor para ele.  Ninguém é melhor ou pior por isso. Nós somos todas diferentes, mas a igualdade surge no que há de mais elementar, a vontade ser uma boa mãe. A melhor. 

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Temos Príncipe...
3 meses, 6 dias... 62 cm, 7kg e 400gr...
Bebé lindo da minha vida ♥ ♥ ♥ ♥

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Os números cá de casa























2 meses e 8 dias.
6,020 Kg.
59 cm.
59573 de felicidade.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Da maternidade


A coisa mais chata da maternidade são os mitos, os recadinhos antigos e o histerismo à volta do bebé. O primeiro prémio vai para o cuidado com a cabeça. Logo na primeira semana, fiquei semi-histérica de tantas vezes que o ouvi. Lembro-me que um dia à noite desatei a chorar e pedi ao O. que tirasse o LCD da parede do quarto, não fosse batermos com a cabeça do menino lá. Nesse momento senti que bati no fundo com a paranóia alheia, e prometi não ligar mais. O segundo prémio vai para quem me atazana a paciência com o não posso dizer que o meu bebé quase só chora para comer, porque dá azar. Por favor. Não passar em frente a espelho também fica no pódio. Segundo reza a história atrasa a fala. Enfim entre tantos outros, tão dispensáveis, tão inconvenientes para quem, como eu, quer aprender/viver a maternidade o mais serenamente possível, sem histerismos ou exageros.

domingo, 8 de janeiro de 2012

O meu reloginho maravilhoso
















Desperta de três em três horas.E eu estou completamente apaixonada.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

A última semana do ano costuma ser de loucos. Esta não está a ser excepção. Trabalho, trabalho mais trabalho. Ando feita louca. Divido-me entre clientes, instalações, momentos com o meu Piolhinho, telefonemas. Por vezes sou invadida por um sentimento de culpa gigante. O Rodriguinho ainda não fez seis semanas, e tenho dias em que com tanto trabalho separo-me dele durante algumas horas. E depois vou para casa a mil à hora, chorosa, morta de saudades. Outros dias há em que o levo comigo, e fico com a alma pesada por saber que o suposto seria estar em casa durante uns meses. Até agora consegui o ritmo dia sim, dia não. Um dia no exterior, outro a trabalhar no quentinho do lar. Esta semana é impossível. Foi algo que antevi ainda na gravidez. Hoje dou comigo a prometer a mim mesma que para a semana compenso o meu coração de mãe. Resta-me agradecer à mente genial que inventou o marsupio. Ainda que não seja o ideal, é muito bom nos dias que trabalho com ele coladinho ao meu coração.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Bom dia alegria

Depois da tareia de trabalho de ontem que durou horas a mais e pela madrugada dentro, o Rodriguinho deu-me a mão e assim dormiu comigo a noite toda. Tenho as baterias recarregadas, o coração quentinho e a alma cheia de mimo...

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Ser mãe, além de todas as coisas maravilhosas, é desenvolver ao extremo a capacidade de fazer tudo e mais alguma coisa apenas com uma mão. Pelo andar da carruagem, daqui a umas semanas estou pro.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Mães desta vida será que me podem ajudar?

Como o leite materno não alimenta o Rodriguinho já andamos à volta dos biberons. Mas como já regressamos ao trabalho e o piolhinho nos acompanha, preciso urgentemente de encontrar algo indicado para o transporte do leite em pó. Uma caixinha onde possamos levar a colher.. Já corri lojas, já pesquisei e nada. Será que me podem ajudar?

sábado, 3 de dezembro de 2011

Familia

Uma e quinze da manhã. O Rodriguinho dorme que nem um anjo, eu estou a ver o S. Story agarrada a uma taça de cerelac, e o O. está feito tolinho a fazer flexões no meio da sala. Somos felizes.

domingo, 27 de novembro de 2011

E assim nasce um novo eu.. guerreiro.. MÃE..

"Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado."

          Jose Saramago