Trabalhei alguns anos no comércio. Não gostava da área mas tive a sorte de encaixar em excelentes equipas. Mesmo não gostando dava o meu máximo, e tinha o reconhecimento agradável que fez com que valesse apena muitas situações pelas quais passei. Roubos, desrespeito, despedimentos e destituições injustas, sermões colectivos, assisti a tudo. E tudo isso me fez muitas vezes pensar se valia apena continuar. É que uma leve visão exterior não possibilita a noção real do que é vivido diariamente. É uma classe, por norma, mal compreendida. Por norma, é que depois há situações que me levam ao extremo nervoso. Não gosto de entrar nas lojas e ao primeiro passo posso ajudar. Odeio que me façam isso. Mas compreendo que é o seu trabalho e respondo educadamente . Depois há aquelas xicas espertas a quem pedimos uma ajuda básica, um tamanho por exemplo, e que nos fazem tão má cara que assustam, e perdemos logo toda e qualquer vontade de comprar o que quer que seja. Outra situação típica é perderem o sorriso colgate assim que se apercebem que não vamos comprar nada. Não sou de experimentar roupa, nem tão-pouco de quero-ver-isto-aquilo-só-porque-sim, as poucas vezes que experimento é porque realmente preciso e são peças que tem mesmo que ser, mas que culpa tenho senão me fica bem? Ora esta. Depois é vê-las todas desagradáveis, de sorriso amarelo, com aquele ar de és-uma-cabra-vai-mas-é-dar-trabalho-a-outra. E quando isso me acontece é muito difícil voltar à mesma loja, pelo menos tão cedo. Pelo menos até esquecer. Se eu fosse assim, quando trabalhei na Maluka andava amuada todos os santos dias. É que estava sempre a acontecer, muito devido ao elevado preço das peças. Mas temos que ter consciência que todos os empregos dão trabalho. E só assim sobrevivemos e andamos para a frente.
"Perhaps they are not stars, but rather openings in heaven where the love of our lost ones pours through and shines down upon us to let us know they are happy."
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quarta-feira, 29 de julho de 2009
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Banhada da Câmara
Todos os anos, principalmente no Verão, surgem as benditas campanhas a (re)lembrar a importância de poupar água. Eu já vi dezenas, vocês também. Mas sei quem não viu, ou faz de conta que não viu. Os funcionários de tudo que é câmara municipal. Garantidamente. E das duas uma, ou realmente não se apercebem do enorme desperdício, ou então andam a testar a nossa atenção. Quem é que já não levou uma banhoca dos sistemas de rega dos jardins municipais? Quando o calor aperta, vá, a malta até refresca e fecha os olhos. Contudo, temperatura assim, é coisa rara nos dias que correm. Toca a dar o exemplo sff.
domingo, 5 de julho de 2009
Mais DOIS agentes baleados na Amadora
A noticia é recente e pouco, muito pouco se sabe ainda. E é daquelas que cria um enorme desconforto cá por casa. Procuramos respostas rápidas e torcemos para que corra tudo pelo melhor. A nossa solidariedade é enorme e infelizmente é também um gesto de retribuição. Sei do que falo.
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sábado, 21 de junho de 2008
Nada cai do céu
Época de histeriquices.
Só ouço falar em férias..férias. E ainda mais enervante, em dietas, ginásios, light.
Talvez porque nunca andei em guerra com a balança, intriga-me que as pessoas só se preocupem nesta altura, dado que até então cometeram todo os excessos possíveis e imaginários. Será que a restante altura do ano não é suficientemente importante que mereça esforço?
Tenho um exemplo familiar maravilhoso. Não obstante de trabalhar o dia inteiro e de ter já ultrapassado a barreira dos 50 anos, a D.Carmina,de quem me orgulho ser filha, vai semanalmente à natação e só há bem pouco tempo abandonou as idas ao ginásio(motivos de saúde) . A acrescentar, faz todos os possíveis para ter uma alimentação regrada e não poucas as vezes "tira à boca". E tudo porque? Porque, infelizmente, engorda com bastante facilidade, e embora tenha uns kilinhos (nada de especial) a mais, pelo menos esforça-se, e mais importante, abdica.
É esta o verbo mais pertinente. ABDICAR.
Mesmo sem problemas de peso, abdico das idas ao MacDonalds e à Telepizza, pois sei que ajudam à terrível celulite, tal como abdico de ir tantas vezes quanto gostaria à francesinha..
Sei que alguém pode julgar que falo porque não engordo, mas por exemplo, não tomo café nem como chocolate, há séculos, pois fazem-me um mal terrível à pele.
São escolhas..
E lamento não puder escolher não me irritar com todo este histerismo.
Só ouço falar em férias..férias. E ainda mais enervante, em dietas, ginásios, light.
Talvez porque nunca andei em guerra com a balança, intriga-me que as pessoas só se preocupem nesta altura, dado que até então cometeram todo os excessos possíveis e imaginários. Será que a restante altura do ano não é suficientemente importante que mereça esforço?
Tenho um exemplo familiar maravilhoso. Não obstante de trabalhar o dia inteiro e de ter já ultrapassado a barreira dos 50 anos, a D.Carmina,de quem me orgulho ser filha, vai semanalmente à natação e só há bem pouco tempo abandonou as idas ao ginásio(motivos de saúde) . A acrescentar, faz todos os possíveis para ter uma alimentação regrada e não poucas as vezes "tira à boca". E tudo porque? Porque, infelizmente, engorda com bastante facilidade, e embora tenha uns kilinhos (nada de especial) a mais, pelo menos esforça-se, e mais importante, abdica.
É esta o verbo mais pertinente. ABDICAR.
Mesmo sem problemas de peso, abdico das idas ao MacDonalds e à Telepizza, pois sei que ajudam à terrível celulite, tal como abdico de ir tantas vezes quanto gostaria à francesinha..
Sei que alguém pode julgar que falo porque não engordo, mas por exemplo, não tomo café nem como chocolate, há séculos, pois fazem-me um mal terrível à pele.
São escolhas..
E lamento não puder escolher não me irritar com todo este histerismo.
domingo, 25 de maio de 2008
domingo, 20 de abril de 2008
quinta-feira, 6 de março de 2008
Leituras e agonias
Fico enjoada, mal-disposta.
Mas pelos vistos sou uma excepção, a avaliar pelas minhas incursões no Metro de Lx.
Toda a gente lê. Seja os jornais gratuitos distribuídos massificamente, revistas e até mesmo livros.
Mas o que me espanta mais, é que o espírito de leitura está tão incutido nos portugueses, que até de pé lêem, sem se apoiarem em ponto algum, sem sequer desviarem os olhos ávidos do livro, nos momentos de paragem e arranque do dito cujo.
Eu limito-me a olhar e a disfarçar a agonia que me causa só o observar...
Ainda dizem que os portugueses não têm o hábito de leitura. Quem o diz, concerteza não anda de metro.
quarta-feira, 5 de março de 2008
......
Quando a morte dum ente querido nos bate à porta, a dor por si só é enorme e dificil de ultrapassar. Quando isso acontece e para juntar, os factos relativos à mesma são exaustivamente noticiados pelos media, a situação torna-se esmagadoramente dolorosa, e lamentavelmente só nos lembramos disso quando o azar acontece a quem nos rodeia.
Sisse não há palavras neste momento que te confortem. Gostava de puder estar aí... Sabes que no fundo, mesmo que apenas em pensamento, estou..Sempre contigo..Sempre amigas..
Xi enorme
Sisse não há palavras neste momento que te confortem. Gostava de puder estar aí... Sabes que no fundo, mesmo que apenas em pensamento, estou..Sempre contigo..Sempre amigas..
Xi enorme
terça-feira, 4 de março de 2008
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Futuro
Assim vai ser o nosso futuro!!!
Cruzamento de dados em 2019:
- Telefonista: Pizza Hut, boa noite!
- Cliente: Boa noite, quero encomendar Pizzas...
- Telefonista: Pode-me dar o seu NIN?
- Cliente: Sim, o meu Número de Identificação Nacional é o 6102 1993 8456 5463 2107.
- Telefonista: Obrigada, Sr. Lacerda. O seu endereço é na Avenida Paes de
Barros, 19, Apartamento 11, e o número do seu telefone é o 21549 4236, certo?
O telefone do seu escritório na Liberty Seguros, é o 21 574 52 30 e o seu telemóvel
é o 96 266 25 66, correcto?
- Cliente: Como é que conseguiu todas essas informações?
- Telefonista: Porque estamos ligados em rede ao Grande Sistema Central.
- Cliente: Ah, sim, é verdade! Quero encomendar duas Pizzas: uma Quatro
Queijos e outra Calabresa...
- Telefonista: Talvez não seja boa ideia...
- Cliente: O quê...?
- Telefonista: Consta na sua ficha médica que o senhor sofre de hipertensão
e tem a taxa de colesterol muito alta. Além disso, o seu seguro de
vida proíbe categoricamente escolhas perigosas para a saúde.
- Cliente: Claro! Tem razão! O que é que sugere?
- Telefonista: Por que é que não experimenta a nossa Pizza Superlight, com
Tofu e Rabanetes? O senhor vai adorar!
- Cliente: Como é que sabe que vou adorar?
- Telefonista: O senhor consultou a página "Receitas Gulosas com Soja" da
Biblioteca Municipal, no dia 15 de Janeiro, às 14:27 e permaneceu
ligado à rede durante 39 minutos. Daí a minha sugestão...
- Cliente: Ok, está bem! Mande-me então duas Pizzas tamanho familiar!
- Telefonista: É a escolha certa para o senhor, a sua esposa e os vossos
quatro filhos, pode ter a certeza.
- Cliente: Quanto é?
- Telefonista: São 49,99.
- Cliente: Quer o número do meu Cartão de Crédito?
- Telefonista: Lamento, mas o senhor vai ter que pagar em dinheiro. O
limite do seu Cartão de Crédito foi ultrapassado.
- Cliente: Tudo bem. Posso ir ao Multibanco levantar dinheiro antes que
chegue a Pizza.
- Telefonista: Duvido que consiga. A sua Conta de Depósito à Ordem está com
o saldo negativo.
- Cliente: Meta-se na sua vida! Mande-me as Pizzas que eu arranjo o
dinheiro. Quando é que entregam?
- Telefonista: Estamos um pouco atrasados. Serão entregues em 45 minutos.
Se estiver com muita pressa pode vir buscá-las, se bem que transportar
duas Pizzas na moto, não é lá muito aconselhável. Além de ser perigoso...
- Cliente: Mas que história é essa? Como é que sabe que eu vou de moto?
- Telefonista: Peço desculpa, mas reparei aqui que não pagou as últimas
prestações do carro e ele foi penhorado. Mas a sua moto está paga e
então, pensei que fosse utilizá-la.
- Cliente: Foooddddddd.......!!!!!!!!!
- Telefonista: Gostaria de pedir-lhe para não ser mal educado... Não se
esqueça de que já foi condenado em Julho de 2006 por desacato em
público a um Agente da Autoridade
- Cliente: (Silêncio).
- Telefonista: Mais alguma coisa?
- Cliente: Não. É só isso... Não. Espere... Não se esqueça dos 2 litros de
Coca-Cola que constam na promoção.
- Telefonista: O regulamento da nossa promoção, conforme citado no artigo
095423/12, proíbe a venda de bebidas com açúcar a pessoas
diabéticas...
- Cliente: Aaaaaaaahhhhhhhh!!!!!!!!!!! Vou atirar-me pela janela!!!!!
- Telefonista: E torcer um pé? O senhor mora no rés-do-chão...!
Cruzamento de dados em 2019:
- Telefonista: Pizza Hut, boa noite!
- Cliente: Boa noite, quero encomendar Pizzas...
- Telefonista: Pode-me dar o seu NIN?
- Cliente: Sim, o meu Número de Identificação Nacional é o 6102 1993 8456 5463 2107.
- Telefonista: Obrigada, Sr. Lacerda. O seu endereço é na Avenida Paes de
Barros, 19, Apartamento 11, e o número do seu telefone é o 21549 4236, certo?
O telefone do seu escritório na Liberty Seguros, é o 21 574 52 30 e o seu telemóvel
é o 96 266 25 66, correcto?
- Cliente: Como é que conseguiu todas essas informações?
- Telefonista: Porque estamos ligados em rede ao Grande Sistema Central.
- Cliente: Ah, sim, é verdade! Quero encomendar duas Pizzas: uma Quatro
Queijos e outra Calabresa...
- Telefonista: Talvez não seja boa ideia...
- Cliente: O quê...?
- Telefonista: Consta na sua ficha médica que o senhor sofre de hipertensão
e tem a taxa de colesterol muito alta. Além disso, o seu seguro de
vida proíbe categoricamente escolhas perigosas para a saúde.
- Cliente: Claro! Tem razão! O que é que sugere?
- Telefonista: Por que é que não experimenta a nossa Pizza Superlight, com
Tofu e Rabanetes? O senhor vai adorar!
- Cliente: Como é que sabe que vou adorar?
- Telefonista: O senhor consultou a página "Receitas Gulosas com Soja" da
Biblioteca Municipal, no dia 15 de Janeiro, às 14:27 e permaneceu
ligado à rede durante 39 minutos. Daí a minha sugestão...
- Cliente: Ok, está bem! Mande-me então duas Pizzas tamanho familiar!
- Telefonista: É a escolha certa para o senhor, a sua esposa e os vossos
quatro filhos, pode ter a certeza.
- Cliente: Quanto é?
- Telefonista: São 49,99.
- Cliente: Quer o número do meu Cartão de Crédito?
- Telefonista: Lamento, mas o senhor vai ter que pagar em dinheiro. O
limite do seu Cartão de Crédito foi ultrapassado.
- Cliente: Tudo bem. Posso ir ao Multibanco levantar dinheiro antes que
chegue a Pizza.
- Telefonista: Duvido que consiga. A sua Conta de Depósito à Ordem está com
o saldo negativo.
- Cliente: Meta-se na sua vida! Mande-me as Pizzas que eu arranjo o
dinheiro. Quando é que entregam?
- Telefonista: Estamos um pouco atrasados. Serão entregues em 45 minutos.
Se estiver com muita pressa pode vir buscá-las, se bem que transportar
duas Pizzas na moto, não é lá muito aconselhável. Além de ser perigoso...
- Cliente: Mas que história é essa? Como é que sabe que eu vou de moto?
- Telefonista: Peço desculpa, mas reparei aqui que não pagou as últimas
prestações do carro e ele foi penhorado. Mas a sua moto está paga e
então, pensei que fosse utilizá-la.
- Cliente: Foooddddddd.......!!!!!!!!!
- Telefonista: Gostaria de pedir-lhe para não ser mal educado... Não se
esqueça de que já foi condenado em Julho de 2006 por desacato em
público a um Agente da Autoridade
- Cliente: (Silêncio).
- Telefonista: Mais alguma coisa?
- Cliente: Não. É só isso... Não. Espere... Não se esqueça dos 2 litros de
Coca-Cola que constam na promoção.
- Telefonista: O regulamento da nossa promoção, conforme citado no artigo
095423/12, proíbe a venda de bebidas com açúcar a pessoas
diabéticas...
- Cliente: Aaaaaaaahhhhhhhh!!!!!!!!!!! Vou atirar-me pela janela!!!!!
- Telefonista: E torcer um pé? O senhor mora no rés-do-chão...!
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Não esquecemos..
Devido a razões de foro pessoal, e nos últimos dias, académicas,a Solidariedade tem marcado presença nas conversas que tenho mantido.
Por falta de tempo não tenho prestado a ajuda, no terreno, que gostaria, mas no futuro será certa.
É essencial que, nem que seja por segundos, deixemos os nossos umbigos descansados e nos lembremos que há, pessoas e pessoas, que por variados motivos necessitam da nossa ajuda, do nosso carinho, do nosso aconchego, do nosso sorriso.
Lembro-me que desde garotinha sempre fui muito emotiva e afectiva, e se em alturas tinha um enorme orgulho disso, hoje já o lamento.
Não me consigo distanciar dos problemas dos outros, embora tente, e sofro por ver sofrer,assumindo especial dimensão quando estão pessoas especiais envolvidas.
O Orlando, pouco habituado que estava, no inicio reclamava.Agora.. Habituou-se e ajuda-me a manter o equilíbrio emocional, fazendo-me ver que não posso mudar o mundo e que a vida tem revés para todos, infelizmente.À Sra.D. Carminha minha Mãe, costumo responder, "quem sai aos seus.."
Enfim.. Adiante!
Com o caso Maddie, a questão das crianças desaparecidas voltou à agenda.
E novos esforços se reuniram em torno desta causa.
E tomei conhecimento da Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas..
A Associação tem por objectivo social ajudar as crianças desaparecidas, facilitando a recolha e a divulgação de informações que possam contribuir para a sua localização, coordenando a actuação dos voluntários que oferecem a sua disponibilidade a esta causa, sensibilizando e promovendo a educação em geral sobre todos os aspectos relacionados com este tema.
Porque há muitos que precisam da nossa ajuda..
Porque há muitas formas de ajudar..
Contribuam vocês também..
Por falta de tempo não tenho prestado a ajuda, no terreno, que gostaria, mas no futuro será certa.
É essencial que, nem que seja por segundos, deixemos os nossos umbigos descansados e nos lembremos que há, pessoas e pessoas, que por variados motivos necessitam da nossa ajuda, do nosso carinho, do nosso aconchego, do nosso sorriso.
Lembro-me que desde garotinha sempre fui muito emotiva e afectiva, e se em alturas tinha um enorme orgulho disso, hoje já o lamento.
Não me consigo distanciar dos problemas dos outros, embora tente, e sofro por ver sofrer,assumindo especial dimensão quando estão pessoas especiais envolvidas.
O Orlando, pouco habituado que estava, no inicio reclamava.Agora.. Habituou-se e ajuda-me a manter o equilíbrio emocional, fazendo-me ver que não posso mudar o mundo e que a vida tem revés para todos, infelizmente.À Sra.D. Carminha minha Mãe, costumo responder, "quem sai aos seus.."
Enfim.. Adiante!
Com o caso Maddie, a questão das crianças desaparecidas voltou à agenda.
E novos esforços se reuniram em torno desta causa.
E tomei conhecimento da Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas..
A Associação tem por objectivo social ajudar as crianças desaparecidas, facilitando a recolha e a divulgação de informações que possam contribuir para a sua localização, coordenando a actuação dos voluntários que oferecem a sua disponibilidade a esta causa, sensibilizando e promovendo a educação em geral sobre todos os aspectos relacionados com este tema.
Porque há muitos que precisam da nossa ajuda..
Porque há muitas formas de ajudar..
Contribuam vocês também..
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Não tenho paciência.Pronto
Mas não tenho paciência para o aproveitamento comercial dessa data.. Felizmente, este ano, não me calhou fazer a montra alusiva a esse dia. É que não gosto mesmo..
É certinho.. Em qualquer zonha comercial, as montras só respiram corações, coraçõezinhos..E o pior dos piores..a bela combinação vermelho/rosa
Eu, que até tenho como porta-chaves um coração, fico enjoada nesta altura.
Mas o pior de tudo, são mesmo os ursos de pelúcia. Odeio.
Enfim..
Esquisitices
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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Tudo bons cidadãos..
E hoje caiu-me a ficha..
Por motivos de ordem vigilante, sempre que não tenho lugar à porta, tento estacionar no mesmo sitio.. E porquê? Porque fica na linha de visualização da janela do meu quarto..
Qualquer problema ou barulho, é só levantar a persiana.. Não vá o Diabo tecê-las.. Não garante mas , inconscientemente descansa um pouco..
O grande problema é que fica em cima do passeio. E hoje dei comigo a pensar se alguma pessoa, com deficiências motoras quiser passar por ali, como faz.. E senti-me muito mal, com um terrível peso na consciência.
Prometi a mim mesma tentar não repetir…
Inicio da Quaresma dá me para isto ..Só pode.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Benha mais uma para a Capital!!
Para a disciplina de Comunicação Interpessoal, foi-nos pedido um trabalho que focasse o tema da cadeira, sendo o tipo de abordagem escolhido por cada um.
Como não podia deixar de ser, a minha escolha recaiu na Comunicação Interpessoal entre Lisboetas/Portuenses, fazendo jus à belha guerra, Sul/Norte..
Após investigação e algumas entrevistas a elementos de ambas as regiões, concluí que este sentimento é alimentado por todos.. e que é nos incutido, ainda que inconscientemente, durante o nosso crescimento.
Se por um lado lá por cima somos mais ruidosos e broeiros (se assim se pode dizer), cá por baixo, o sentimento é o mesmo mas um pouco mais silenciosos, o que não significa que não seja à mesma escala..
Até acho isto saudável, e realmente preciso pois faz parte da identificação regional e no fundo de cada um de nós.
Mas há coisas realmente sem pés nem cabeça..
Um exemplo..
Ontem a proprietária, duma das maravilhosas Cascatas que por aí encontramos, contou-nos os imensos problemas de aceitação que teve, e o quão dificil foi fazer a casa e a clientela. Segundo ela, que é natural de cá..? Fartou-se de ouvir.. "Ah! isso aí? Francesinhas? É comida de tripeiro, não tem jeito nenhum.."
Após a reticência, parva, inicial, os moradores da capital renderam-se.. e concerteza a sra. dorme melhor..
Desnecessário meus amigos!
Como não podia deixar de ser, a minha escolha recaiu na Comunicação Interpessoal entre Lisboetas/Portuenses, fazendo jus à belha guerra, Sul/Norte..
Após investigação e algumas entrevistas a elementos de ambas as regiões, concluí que este sentimento é alimentado por todos.. e que é nos incutido, ainda que inconscientemente, durante o nosso crescimento.
Se por um lado lá por cima somos mais ruidosos e broeiros (se assim se pode dizer), cá por baixo, o sentimento é o mesmo mas um pouco mais silenciosos, o que não significa que não seja à mesma escala..
Até acho isto saudável, e realmente preciso pois faz parte da identificação regional e no fundo de cada um de nós.
Mas há coisas realmente sem pés nem cabeça..
Um exemplo..
Ontem a proprietária, duma das maravilhosas Cascatas que por aí encontramos, contou-nos os imensos problemas de aceitação que teve, e o quão dificil foi fazer a casa e a clientela. Segundo ela, que é natural de cá..? Fartou-se de ouvir.. "Ah! isso aí? Francesinhas? É comida de tripeiro, não tem jeito nenhum.."
Após a reticência, parva, inicial, os moradores da capital renderam-se.. e concerteza a sra. dorme melhor..
Desnecessário meus amigos!
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
sábado, 12 de janeiro de 2008
E em sequência ao post anterior..
É o cumulo do mau aspecto!!
Fico em brasa cada x que vou a uma tabacaria/papelaria e estão lá as pessoas de revista em punho, alheias ao que as rodeia, tal é a concentração e nem reparam na má figura e falta de educação que têm perante quem vive daquele negócio e o atestado de burrice que passam a quem, como eu, as compra sempre que as quero ler.
Isto irrita-me tanto, que quando vou ao Continente, onde já vi pessoas sentadas a ler, evito passar por esse corredor..
Enfim..
Ainda posso?
Fumo há bastantes anos, infelizmente, mas no último ano reduzi bastante, ao ponto da Rosália, estranhamente comentar como será possível, estar um turno inteiro sem sair da loja. é isso. Gosto de fumar. Mas, felizmente, já não sou compulsiva.
Contudo, esta proibição de fumar tira-me do sério.
*É o ter que vir para o frio
*É o ter que andar kms para puder fumar
*É o ter que apelar à minha extrema boa educação para não responder às pessoas que passam e ainda, depois disto tudo, refilam feitas parvas.
*É o sentir a minha liberdade totalmente negada
Meus caros, os pulmões são meus, a saúde é minha..A ignorância em fazê-lo também, eu sei.. Mas há por aí ignorantes bem maiores. A vida é mesmo assim.. más decisões, maus hábitos, com a consciência das consequências.
Não tarda muito, os indivíduos que apenas se deslocam de transportes públicos e/ou de bicicleta manifestar-se-ão. E isto porque?
Porque estão a ser prejudicados pelos fumos e gazes que os milhares de automóveis em circulação libertam.. E apelarão que o meio ambiente está a ser, claramente, prejudicado, que a sua saúde também.
Justo.Será justo.
A minha também me incomodam as músicas ambientes nos shoppings. As desarrumações nas lojas. Ver gastar milhares em regalias politicas, e passar na baixa e ver pessoas doentes com fome. Também não gosto de ter que sair uma hora mais cedo do Porto, para conseguir chegar a Lx a horas circulando não mais que a 140km/h, e depois ver os carros de Estado passarem por mim a 200km/h, conduzidos por Polícias do Corpo de Segurança Pessoal.
Também deviam proibir os parolos curiosos que empatam o trânsito sempre que há algum acidente, deviam multar quem cospe para o chão..and so ...
Já agora multem-me a mim também.. Provoco muita poluição sonora.. Com as asneiras que digo..
Tá calada Áurea..sabe-se lá porque te apagaram o blog.
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