Mostrar mensagens com a etiqueta Leituras. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Leituras. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 6 de março de 2008

Leituras e agonias

Não consigo ler em veículos em andamento, sejam automóveis, camionetas, metro.
Fico enjoada, mal-disposta.
Mas pelos vistos sou uma excepção, a avaliar pelas minhas incursões no Metro de Lx.
Toda a gente lê. Seja os jornais gratuitos distribuídos massificamente, revistas e até mesmo livros.
Mas o que me espanta mais, é que o espírito de leitura está tão incutido nos portugueses, que até de pé lêem, sem se apoiarem em ponto algum, sem sequer desviarem os olhos ávidos do livro, nos momentos de paragem e arranque do dito cujo.
Eu limito-me a olhar e a disfarçar a agonia que me causa só o observar...

Ainda dizem que os portugueses não têm o hábito de leitura. Quem o diz, concerteza não anda de metro.

sábado, 12 de janeiro de 2008

E em sequência ao post anterior..

A maior multa de todas devia ser aplicada a quem, tem a pouca vergonha e,lê as revistas/jornais nas papelarias.
É o cumulo do mau aspecto!!
Fico em brasa cada x que vou a uma tabacaria/papelaria e estão lá as pessoas de revista em punho, alheias ao que as rodeia, tal é a concentração e nem reparam na má figura e falta de educação que têm perante quem vive daquele negócio e o atestado de burrice que passam a quem, como eu, as compra sempre que as quero ler.
Isto irrita-me tanto, que quando vou ao Continente, onde já vi pessoas sentadas a ler, evito passar por esse corredor..
Enfim..

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Merci

Há prendas das quais se gosta muito..
Há ainda aquelas, que por um conjunto de motivos, se gosta mais ainda..
Fica aqui um exemplo das últimas.


















"Todos os outros vieram
Tentaram fazer-me rir
Brincaram comigo
Algumas vezes para rir e outras a sério
E depois partiram
Abandonando-me nas ruínas das brincadeiras
E eu não sabia quais eram a sério.
Quais eram para rir e
Vi-me sozinha com os ecos de risos
Que não eram os meus.

E depois chegaste
Com os teus modos estranhos
Nem sempre humanos
E fizeste-me chorar
E não pareceste importar-te que chorasse.
Disseste que as brincadeiras tinham acabado
E esperaste
Até que as minhas lágrimas se transformassem
Em alegria"

A Criança Que Não Queria Falar, Torey Hayden