...ando muito indecisa. Não consigo decidir se opto por um netbook da Asus ou por um Tsunami, se compro uma Nespresso ou uma Dolce Gusto.
"Perhaps they are not stars, but rather openings in heaven where the love of our lost ones pours through and shines down upon us to let us know they are happy."
sábado, 31 de julho de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Não gosto
Pelo andar da carruagem, o que não vai faltar no Facebook é Rosina, Rosina e mais grupos de apoio à Rosina. E só pela amostra de ontem, vai ser coisa para me dar urticaria.
Alma apertada, conTigo sempre no coração
"...se de saudade morrerei ou não Meus olhos dirão de minha verdade Por eles me atrevo a lançar nas águas Que mostrem as mágoas Que nesta alma levo Se me levam águas, nos olhos as levo."
Mariza
Mariza
domingo, 25 de julho de 2010
sábado, 24 de julho de 2010
Procuro-me...
14h30. O dia no inicio. Já combinei ir à praia esta tarde duas vezes, e já recebi o terceiro convite que aceitei. Desmarquei todos. Já dei duas assistências técnicas. Recebi oito telefonemas de clientes. Três do mesmo e expliquei-lhe cinco vezes como testar uma impressora. Já fui a duas lojas procurar o tom de um verniz. Da segunda saí convencida que tinha acertado, o que não aconteceu. Foi ligeiramente ao lado. Tinha uma limpeza de pele marcada. Já desmarquei por causa do trabalho, já quis remarcar e já agradeci não o ter feito. Disse à minha mãe que se calhar ia com a C. até à piscina, mas já perdi a vontade. No entretanto, o cliente ligou-me a dizer que a impressora finalmente funciona, mas que mesmo assim precisa falar comigo. Estou deitada por cima do edredon, a brisa faz correr a cortina. Na Sic, o Carlos Cruz sem maquilhagem. Se este homem for inocente...
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Modo Eu estou preparada mas vocês não estão
Agora ainda estou para aqui preocupada com a minha casa, se vai resistir ao 8 de Agosto...E se nos dissessem que o Mundo, tal e qual como o conhecemos, iria terminar no dia 21 de Dezembro de 2012 e que apartir de então se iniciaria uma nova era, quais eram as coisas das quais não iríamos conseguir prescindir?
Modo francesinha
Ontem fui a Leça com a rapaziada almoçar e acabamos no Cachorro do Mar a comer uma francesinha. Há cinco minutos atrás, uma amiga convidou-me para amanha ir jantar com ela. Uma francesinha. É sempre assim. Ando semanas e semanas sem comer uma, e depois, sem perceber como, como duas ou três na mesma semana. Sorte a minha que preciso de uns quilito a mais.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Não deixes para amanhã...
Há uns tempos fui apanhada em excesso de velocidade. Estava com pressa e não liguei ao Leon prateado que anda sempre para trás e para a frente na A4 e zás, multa que é para aprender a andar mais devagar. Em oito anos de carta foi a primeira que apanhei. Ontem ganhei coragem e fui ao Governo Civil tratar da dita cuja, e só não falo mal de lá graças à simpatia das funcionárias, super prestáveis. Tinha agendado ir lá na terça, mas acabei por render-me ao convite para ir à piscina. Mais um dia menos um dia não fazia mal. No final, a brincadeira saiu-me cara, pois a multa sofreu um aumento precisamente no dia vinte e um. Cento e dez euros a mais!! WTF!! Para quem anda na poupança como eu, foi situação para mexer com o meu sistema nervoso.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Os ares do campo renovam-me. A ida à piscina fez-me bem ainda que não tenha descido um único escorrega. Meninas é só a mim que a cueca, de vez em quando, desce com a pressão da entrada na piscina ao sair do escorrega? E o primeiro pensamento, pôr a mão no peito não vá a parte de cima estar nos ombros? Uma vergonha. Assim, hoje estive relax e sem preocupações. Uns mergulhos valentes, sol, muito sol e a sesta à sombra no final de tarde. Já disse que os ares do campo me renovam?
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Parfois junto ao mar
O negócio. Os senhores da Parfois montarem estaminé nas praias. Começavam pelo Aterro e terminavam na Foz. Pela quantidade de bijuteria que vi ontem na praia, sucesso garantido. Ele é brincos, pulsos cobertos de pulseiras, mergulhos com óculos de sol no cabelo. O que a vaidade faz nas pessoas. Se o Big Boss da Bijou Brigitte se lembra...
domingo, 18 de julho de 2010
Anda tudo louco
Ao inicio da tarde uma mulher entrou no MacDonald's, pediu um gelado para o filho de seis anos, disse aos funcionários que ia para a praia e voltava ao fim da tarde para vir buscá-lo. Após discussão gerada, virou costas cheia de razão. Foi para a praia. O filho ficou no MacD, perante a incredulidade de quem assistiu à cena. A minha veia arruaceira ainda me tentou para ir à Boavista ao fim da tarde dizer umas verdades aquela mãe, que de mãe tem tão pouco. Queria ter visto a sua cara ao saber que o seu filho se encontra a salvo da vergonha de mãe que tem. No final, deixei-me ficar por casa descansada. A policia fez um bom serviço, o menino está em boas mãos. Melhores, pelo menos.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
E ainda o dia vai a meio...
Hoje estou num daqueles dias em que tenho tanta coisa para fazer que não sei por onde começar. E depois dou comigo, estática feita parva a olhar para o monitor do computador durante largos minutos, como se tivesse assim tempo para desperdiçar. Pelo andar da carruagem, o dia adivinha-se longo e vou-me deitar sem sequer ter acordado. Parvoíces.
terça-feira, 13 de julho de 2010
A vida tem destas coisas. Quando fui viver para Lisboa tinha a plena noção que os meus dias iriam ser bastante solitários. Perfeitamente natural dado que além do O. nao conhecia uma única pessoa. Em poucos meses conheci pessoas como a R. e a S. que viriam a tornar-se amigas para a vida. Cheguei lá em Setembro e no Natal, antes de vir ao Porto, já tive com quem tomar um cafezinho e a quem dar um abracinho sincero de até já. Quando, três anos depois, regressei ao Porto definitivamente pensei que desfalecia com o aperto no coração com saudades do que deixava para trás. Quase, quase dois anos. Estou na Terra onde nasci, onde fui criada, de onde só saí com 21 e para onde regressei com 24. A vida tem destas ironias. Nesta Terra onde me fiz menina e mulher a solidão surge muitas vezes. E se uns dias consigo disfarçar outros há, como hoje, que isso me fere a alma. Provavelmente o meu ritmo descompassa, provavelmente as minhas prioridades não são as mais acertadas e dou valor demasiado a quem me rodeia. Mas há coisas nas quais pura e simplesmente não se manda.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
domingo, 11 de julho de 2010
Verão - Porto 0 Lisboa 1
Uma das alturas que me faz sentir saudades do tempo que vivi em Lisboa é o Verão. Por lá tive sempre um Verão à séria, dias seguidos de calor infernal, daquele que nos chega a cortar a respiração. Por lá conseguia manter o bronze no mínimo dois meses seguidos, sem andar com o casaco na algibeira, No Porto já não é assim. Ele são quatro dias de calor seguidos de outros tantos com céu enevoado. Depois há sempre o raio da nortada que nos afasta da praia. Meu Porto querido, Suspiro não gosta disso. Suspiro prefere andar a bufar com o calor que a bater o dente porque não se agasalhou.
Creme
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Para mim, o fim do FB será...
..quando permitirem aplicar fundos de página personalizados. Com tanta aplicação que vai surgindo, espero que isso não esteja para breve.
segunda-feira, 28 de junho de 2010

Acabo de descobrir que além de tudo isto, sou também a miúda dos computadores ou então, numa versão mais txaram, a miúda do Sistema. Com esta é que me lixaram.
domingo, 27 de junho de 2010
with love...

Aqui no Grande Porto abunda a publicidade aos motéis e, até há algum tempo, era a única das minhas amigas que nunca tinha ido a um, muito devido ao preconceito que tinha pelo próprio termo, Motel. Não sei explicar, soava-me muito pornográfico. Imaginava os espelhos e varões por todo o lado, imagens lascivas, tudo muito hardcore. Nada disso. Reunidas opiniões, fomos ao Flamingo. E embora já tivesse noção do que iria encontrar, surpreendeu-me pela positiva. Espaçoso e muito romântico, decoração cosmopolita e detalhada. Um amigo nosso diz que lá falta o melhor, espelhos no tecto. Para mim, é um ponto a favor.
Ando sem paciência para este mundo. Ando exausta desta minha realidade onde tudo respira dinheiro, cambada de interesseiros. O meu Irmão tinha, dois anos antes de falecer, comprado um apartamento. Quis dar-lhe a sua imagem, e isso fez com que não o pudesse habitar à data da sua compra. Entregou o projecto da cozinha a um cabrão, desculpem, a um carpinteiro, que por acaso tinha o seu negocio na nossa rua. O meu Irmão tinha aquele hábito familiar de desculpar tudo e todos, mesmo ainda quando sabemos que não há desculpa. Aquele hábito de encolher os ombros, dar segundas oportunidades e acreditar no próximo. O cabrão do carpinteiro, esse que assina como um dos culpados pelo meu Irmão não ter estreado a sua casa, nunca finalizou a obra, ainda que esta tenha sido toda paga. Não o fez até hoje. Sei que só me entregou as peças inacabadas porque soltei a voz e confrontei-o perante o namorado da filha. Golpe baixo eu sei. Não o lamento, resultou. O cabrão do carpinteiro fez o mesmo a muitas famílias. O cabrão do carpinteiro lancha na padaria todos os finais de tarde. A cabra da mulher dele vai ao cabeleireiro todos os sábados. A puta da decoradora provavelmente também. Com o dinheiro do meu Irmão. Com o dinheiro que ele tanto suou. Se fosse pelo coração, provavelmente estaria detida, tal a vontade que tive muitas vezes de esmagar quem gozou com as coisas Dele, quem o roubou após a sua partida. Pelos meus pais ainda hoje luto contra essa vontade. Esquecer não é fácil, perdoar também não. Hoje continuo empenhada em terminar o projecto da casa Dele, agora nossa casa (para onde me vou mudar daqui a semanas). Perguntaram-me ontem qual a sensação de ter um apartamento assim sem qualquer encargo, uma vez que ficou pago. Virei costas. Se perguntas há que não deveriam existir, esta foi uma delas.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Sem balão
Este ano não me soube a S. João. O karaoke não teve a magia dos outros tempos, o bailarico passou-me ao lado, indiferente e silencioso. Não comprei um martelo. Apenas uma e só uma Super Bock. A sardinha, a única que comi embolou-me o estômago, seca. Estendi as pernas e arranhei os pés no canto daquela cadeira. As gargalhadas estridentes perderam-se nos meus pensamentos, que eram tantos que acabaram por se perder também. Tentei brincar com aquela pedrinha, mas escapou-me. Este ano o S. João era o mesmo de sempre, com o arraial animado e a sardinha imperativa na brasa. Este ano, por um sem-número de questões eu prescindi da festa no inicio da noite. Se há coisas que se mantêm inalteráveis, outras há que mudaram para sempre.
About me
Desafiada pela Alice (beijinho querida), aqui seguem algumas confidências.
Não gosto de alguns sabores mesmo sem os ter provado. Há coisas que pura e simplesmente não tenho coragem para por à boca. Sinto-me incapaz provar um cheesecake por exemplo. É mais forte que eu, vá-se lá saber porquê.
Com quinze anos fui convidada para protagonizar uma campanha publicitaria de uma conhecida marca de refrigerantes. Dois dias antes acordei com um nó no estômago tão grande que me levou a desistir sem que ninguém tenha entendido o porquê. No fundo, não compreendi também.
Andava no sétimo ano quando uma ida ao Sr. de Matosinhos correu mal. Estalei um pulso nos carrinhos de choque e com receio de sermão disse aos meus pais que caí e me calcaram o braço.
Tenho um desgosto enorme por ser magra. É horrível quando as calças não acentam correctamente. Quando emagreço a primeira coisa a diminuir é sempre o peito. Se deixo tomar a pílula, vão logo quatro quilos para o batalha.
Choro e falo muito a dormir. Ando exausta, muito também devido a isso. Não descanso quanto devia.
Há alguns anos passei de quatro cafés por dia, a quatro por mês devido a uma conversa com o meu ginecologista. Quando tomo sabe-me bem em jejum e sem açúcar nem adoçante.
Com quinze anos fui convidada para protagonizar uma campanha publicitaria de uma conhecida marca de refrigerantes. Dois dias antes acordei com um nó no estômago tão grande que me levou a desistir sem que ninguém tenha entendido o porquê. No fundo, não compreendi também.
Andava no sétimo ano quando uma ida ao Sr. de Matosinhos correu mal. Estalei um pulso nos carrinhos de choque e com receio de sermão disse aos meus pais que caí e me calcaram o braço.
Tenho um desgosto enorme por ser magra. É horrível quando as calças não acentam correctamente. Quando emagreço a primeira coisa a diminuir é sempre o peito. Se deixo tomar a pílula, vão logo quatro quilos para o batalha.
Choro e falo muito a dormir. Ando exausta, muito também devido a isso. Não descanso quanto devia.
Há alguns anos passei de quatro cafés por dia, a quatro por mês devido a uma conversa com o meu ginecologista. Quando tomo sabe-me bem em jejum e sem açúcar nem adoçante.
Aprendi por experiência própria que na Internet nem tudo o que parece é.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Como se diz pela Invicta...é top top top
Saímos para tomar um copo com os amigos. Entre sorrisos e confidências, o som das nossas palavras é abafado por gargalhadas altas e espalhafatosas, que chamam a atenção de todos. A noite segue e entre um flash ou outro, o alarde vem sempre do mesmo grupinho. Numa tentativa (péssima) de se mostrarem in, as jovens terminam a noite a rasgar os collants entre uma foto e um piscar de olho. Há modas e tendências que não gosto, mas acho aplicáveis. A das meias rasgadas não é uma delas, muito menos quando rasgadas ali à vista de todos, entre um whisky e uma caipirinha. O gerente do bar disse-me que a noite do Porto vive muito de fashion victims. Permitiu-me discordar.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Memórias..
O sol esconde-se no horizonte. As ondas leves surgem, arrastam consigo segredos e memórias. As minhas, trago-as no coração. Reconheço-me nos meus pensamentos e por momentos desejo fazer um delete. Temporário apenas. Que me permita uma gargalhada sincera. Só uma. Sinto falta do ontem. Sinto falta de olhar este mar ao anoitecer e pensar apenas no amanhã. Sabe-me a passado, um passado tão presente quanto longínquo, que me magoa a alma a cada luar. As gargalhas na mesa ao lado fazem-me falta. Tenho saudades daqueles jantares em família, sempre tão nossos. Tenho saudades dos cigarros à janela após cada refeição. O som dos talheres nunca mais foi o mesmo, o arrastar das cadeiras também não. Hoje sofro pela perda desses jantares e desses sons. Hoje sofro pela imagem que tenho a cada final de jantar. Enquanto filha tornei-me fiel à palavra protecção e disfarce. Tento a todo custo minimizar tão grande perda. Enquanto Irmã não consigo esconder o que me vai na alma. Há perdas que não fazem sentido. E são estes dois papéis que se alteraram para sempre e aqueles que foram cravados com a palavra nunca. O mar, esse continua imponente e seguro. O maior confidente.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Se me ficar pelo croma, estou a ser simpatica
Que o meu santo não foi muito com o da Bruna, nunca o escondi. Agora nem sei que diga da personagem. Estas declarações , vá-se lá saber porquê, lembraram-me a troca de galhardetes entre universidades publicas e privadas, a que assistíamos sempre no dia do cortejo académico. A malta da privada já sabia que não se escapava do Papá paga-me um curso, anda lá. Já fazia parte, e ria-me sempre com a cara enfurecida da caloirada, mas era tudo dito muito na desportiva. Não sei porque mo fez lembrar. De volta à dita cuja, o que me irritou, além da personagem em si, foi o "um carro que sempre quis e mais ninguém tem em Mirandela. Vou ser a primeira" "E todos em primeira mão, porque não gosto de ter o que os outros já têm. Prefiro arrasar". Perante isto, acho-a tão infeliz e tão bimba que nem sei que diga. Que grande felicidade, vai ter algo que mais ninguém tem. Que sorte, hein.. Também deves ficar feliz por, provavelmente, seres a única em Mirandela que andou a mostrar as maminhas e o pipi ao país e ao mundo.. que sorte, hein.. tudo em primeira mão.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
Fora de mim
Informáticos? Cambada de mentirosos. É o que ouço mais. E tira-me do sério porque as empresas não são todas iguais. No entanto, nestes últimos dias tendo a cair no mesmo erro. Decoradoras? Tirem-mas da frente ou não respondo por mim. O aviso está feito.
Aumento? Na...
E com a subida do IVA, começo a preparar-me para o aumento dos preços de coisas tão simples como um croissant. De prevenção, o telemóvel já começa a dar sinais do que vem por aí. Menina Suspiro, precisamos de ajuda para alterar aqui o IVA, e se não se importar para aumentarmos aqui os precinhos . Importar-me? Eu? pfffff..
domingo, 23 de maio de 2010
em Matosinhos
Ainda há pouco, enquanto sorria com os meus amigos na esplanada, a poucas centenas de metros uma menina de dezasseis anos quase morria afogada. Aquele mar de Matosinhos, sempre tão calmo e convidativo, quase feriu de morte uma família. E este tipo de situações magoa-me a alma. Sem sabermos, enquanto olhávamos o mar e soltávamos umas gargalhadas entre cigarros, aquela menina pedia ajuda e lutava para sobreviver. Ali, a poucos metros de todos nós.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Medalha de ouro
Estou capaz de apostar que se houvesse prémio para a pessoa a quem mais pagaram com cheques careca, nos últimos quatro meses, a medalha de ouro seria minha, de mais ninguém. Com um largo avanço sobre o segundo e terceiro classificado. Como será de imaginar, hoje estou particularmente sem paciência.
zumzum Bruna Real
A Bruna decidiu revelar todos os seus encantos na Playboy. Até aí nada contra. Tem direito de mostrar o que é dela. Nada contra e as fotos até estão porreiras. No entanto, e contra todas as vozes, não me parece assim tão estranho todo o reboliço que isto provocou. Não imagino um filho meu na aula, a olhar para a docente e a pensar afinal as mamas são bem boas. Se o queria fazer, tudo bem, mas esperava pelo fim do ano lectivo que está cada vez mais próximo e evitava todo este zumzum, que verdade seja dita, só jogou a seu favor. Se um trabalho podia ser compatível com o outro? Naturalmente que podia, mas infelizmente as coisas nem sempre são assim. Na semana passada surgiu A oportunidade, daquelas 1 em 1000, no ramo que sempre quis entrar. Os montantes envolvidos eram assustadores de tão elevados, mas perfeitamente apropriados ao sucesso do negócio. Mas para fazê-lo, necessitava que o meu marido pudesse entrar também. E ele não pode porque faz parte dum ramo da função publica onde não lhe é permitido de forma alguma ter outra actividade, mesmo que essa não interfira com a sua profissão. O meu pai também não pelo mesmo motivo, e a minha mãe muito dificilmente veria a autorização assinada. Tudo porque são todos funcionários do Estado. Naturalmente que acho injusto, mas como eles dizem, já o sabiam quando decidiram abraçar as suas profissões e não vou ser eu que vou mudar o país. A Bruna deveria ter pesado os dois lados da balança e aguardado pelo fim do ano lectivo e evitava todo este tumulto. Ou seria essa a ideia? Agora não me venham cá com tretas, tudo isto era mais que previsível. Censura? Eu chamo-lhe arcar com as consequencias.
domingo, 16 de maio de 2010
Final da Taça
De rir, rir, foi ver o Pinto da Costa aflito a acenar aos jogadores para eles cumprimentarem o Presidente da Republica.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Botão Panico
São 22h15 e continuo a pesquisar a melhor forma instalar um botão de pânico no estabelecimento dum cliente, depois de me ter controlado a tarde toda para não dar uns berros valentes ao velhote que estruturou o mapa do mecanismo lá no sitio, e que me fez perder umas valentes horas esta semana. É que o senhor, além de ter pedido um material que pura e simplesmente não existe (e ele insistia que sim), parecia determinado em me complicar a vida, para no final se sair com um eu conheço uns senhores que instalam isso, se calhar podia dar-lhe o numero, e depois finalizar com um mas não tenho aqui e também não sei se é boa ideia dar-lho. Provavelmente lembrou-se que não ia ganhar comissão ou então quis arreliar-me mais umas boas horas. E claro, electricidade e electrónica não são bem o meu forte. Para ajudar também não encontro a legislação na Internet. É que esta imposição tão súbita deixou-me a pulga atrás da orelha. Hmm.. Não sei não. Cheira-me que alguém vai ganhar com isto.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Pérolas #1
O dia até pode estar a correr mal, mas se o E., que trabalha comigo, lançar o seu mitico sté fini, com aquele ar triunfal e satisfeito, tão dele, eu juro que me passa todo e qualquer mau-feitio e só me apetece rir. Não por troça ou gozo, mas por carinho pela forma genuína como o diz. Assim sendo, sté fini.
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