domingo, 11 de julho de 2010

Creme














Creme
Um novo conceito no Edifício Transparente. Decoração maravilhosa e uma esplanada convidativa nestes dias em que o calor não perdoa. Local Obrigatório.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Para mim, o fim do FB será...

..quando permitirem aplicar fundos de página personalizados. Com tanta aplicação que vai surgindo, espero que isso não esteja para breve.

segunda-feira, 28 de junho de 2010















Acabo de descobrir que além de tudo isto, sou também a miúda dos computadores ou então, numa versão mais txaram, a miúda do Sistema. Com esta é que me lixaram.

Resumo da semana - antecipado






















IVA+IVA+IVA

domingo, 27 de junho de 2010

with love...


















Aqui no Grande Porto abunda a publicidade aos motéis e, até há algum tempo, era a única das minhas amigas que nunca tinha ido a um, muito devido ao preconceito que tinha pelo próprio termo, Motel. Não sei explicar, soava-me muito pornográfico. Imaginava os espelhos e varões por todo o lado, imagens lascivas, tudo muito hardcore. Nada disso. Reunidas opiniões, fomos ao Flamingo. E embora já tivesse noção do que iria encontrar, surpreendeu-me pela positiva. Espaçoso e muito romântico, decoração cosmopolita e detalhada. Um amigo nosso diz que lá falta o melhor, espelhos no tecto. Para mim, é um ponto a favor.

Não gosto


















Imagem - Desfile Luis Onofre

Sandálias de cunha.

Ando sem paciência para este mundo. Ando exausta desta minha realidade onde tudo respira dinheiro, cambada de interesseiros. O meu Irmão tinha, dois anos antes de falecer, comprado um apartamento. Quis dar-lhe a sua imagem, e isso fez com que não o pudesse habitar à data da sua compra. Entregou o projecto da cozinha a um cabrão, desculpem, a um carpinteiro, que por acaso tinha o seu negocio na nossa rua. O meu Irmão tinha aquele hábito familiar de desculpar tudo e todos, mesmo ainda quando sabemos que não há desculpa. Aquele hábito de encolher os ombros, dar segundas oportunidades e acreditar no próximo. O cabrão do carpinteiro, esse que assina como um dos culpados pelo meu Irmão não ter estreado a sua casa, nunca finalizou a obra, ainda que esta tenha sido toda paga. Não o fez até hoje. Sei que só me entregou as peças inacabadas porque soltei a voz e confrontei-o perante o namorado da filha. Golpe baixo eu sei. Não o lamento, resultou. O cabrão do carpinteiro fez o mesmo a muitas famílias. O cabrão do carpinteiro lancha na padaria todos os finais de tarde. A cabra da mulher dele vai ao cabeleireiro todos os sábados. A puta da decoradora provavelmente também. Com o dinheiro do meu Irmão. Com o dinheiro que ele tanto suou. Se fosse pelo coração, provavelmente estaria detida, tal a vontade que tive muitas vezes de esmagar quem gozou com as coisas Dele, quem o roubou após a sua partida. Pelos meus pais ainda hoje luto contra essa vontade. Esquecer não é fácil, perdoar também não. Hoje continuo empenhada em terminar o projecto da casa Dele, agora nossa casa (para onde me vou mudar daqui a semanas). Perguntaram-me ontem qual a sensação de ter um apartamento assim sem qualquer encargo, uma vez que ficou pago. Virei costas. Se perguntas há que não deveriam existir, esta foi uma delas.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Sem balão

Este ano não me soube a S. João. O karaoke não teve a magia dos outros tempos, o bailarico passou-me ao lado, indiferente e silencioso. Não comprei um martelo. Apenas uma e só uma Super Bock. A sardinha, a única que comi embolou-me o estômago, seca. Estendi as pernas e arranhei os pés no canto daquela cadeira. As gargalhadas estridentes perderam-se nos meus pensamentos, que eram tantos que acabaram por se perder também. Tentei brincar com aquela pedrinha, mas escapou-me. Este ano o S. João era o mesmo de sempre, com o arraial animado e a sardinha imperativa na brasa. Este ano, por um sem-número de questões eu prescindi da festa no inicio da noite. Se há coisas que se mantêm inalteráveis, outras há que mudaram para sempre.

About me

Desafiada pela Alice (beijinho querida), aqui seguem algumas confidências.
Não gosto de alguns sabores mesmo sem os ter provado. Há coisas que pura e simplesmente não tenho coragem para por à boca. Sinto-me incapaz provar um cheesecake por exemplo. É mais forte que eu, vá-se lá saber porquê.
Com quinze anos fui convidada para protagonizar uma campanha publicitaria de uma conhecida marca de refrigerantes. Dois dias antes acordei com um nó no estômago tão grande que me levou a desistir sem que ninguém tenha entendido o porquê. No fundo, não compreendi também.
Andava no sétimo ano quando uma ida ao Sr. de Matosinhos correu mal. Estalei um pulso nos carrinhos de choque e com receio de sermão disse aos meus pais que caí e me calcaram o braço.
Tenho um desgosto enorme por ser magra. É horrível quando as calças não acentam correctamente. Quando emagreço a primeira coisa a diminuir é sempre o peito. Se deixo tomar a pílula, vão logo quatro quilos para o batalha.
Choro e falo muito a dormir. Ando exausta, muito também devido a isso. Não descanso quanto devia.
Há alguns anos passei de quatro cafés por dia, a quatro por mês devido a uma conversa com o meu ginecologista. Quando tomo sabe-me bem em jejum e sem açúcar nem adoçante.
Aprendi por experiência própria que na Internet nem tudo o que parece é.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Muito Bom - Mucho Moche



Há muito tempo que não me ria tanto com uma publicidade. Muito bom mesmo.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Como se diz pela Invicta...é top top top












Saímos para tomar um copo com os amigos. Entre sorrisos e confidências, o som das nossas palavras é abafado por gargalhadas altas e espalhafatosas, que chamam a atenção de todos. A noite segue e entre um flash ou outro, o alarde vem sempre do mesmo grupinho. Numa tentativa (péssima) de se mostrarem in, as jovens terminam a noite a rasgar os collants entre uma foto e um piscar de olho. Há modas e tendências que não gosto, mas acho aplicáveis. A das meias rasgadas não é uma delas, muito menos quando rasgadas ali à vista de todos, entre um whisky e uma caipirinha. O gerente do bar disse-me que a noite do Porto vive muito de fashion victims. Permitiu-me discordar.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Memórias..

O sol esconde-se no horizonte. As ondas leves surgem, arrastam consigo segredos e memórias. As minhas, trago-as no coração. Reconheço-me nos meus pensamentos e por momentos desejo fazer um delete. Temporário apenas. Que me permita uma gargalhada sincera. Só uma. Sinto falta do ontem. Sinto falta de olhar este mar ao anoitecer e pensar apenas no amanhã. Sabe-me a passado, um passado tão presente quanto longínquo, que me magoa a alma a cada luar. As gargalhas na mesa ao lado fazem-me falta. Tenho saudades daqueles jantares em família, sempre tão nossos. Tenho saudades dos cigarros à janela após cada refeição. O som dos talheres nunca mais foi o mesmo, o arrastar das cadeiras também não. Hoje sofro pela perda desses jantares e desses sons. Hoje sofro pela imagem que tenho a cada final de jantar. Enquanto filha tornei-me fiel à palavra protecção e disfarce. Tento a todo custo minimizar tão grande perda. Enquanto Irmã não consigo esconder o que me vai na alma. Há perdas que não fazem sentido. E são estes dois papéis que se alteraram para sempre e aqueles que foram cravados com a palavra nunca. O mar, esse continua imponente e seguro. O maior confidente.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Se me ficar pelo croma, estou a ser simpatica

Que o meu santo não foi muito com o da Bruna, nunca o escondi. Agora nem sei que diga da personagem. Estas declarações , vá-se lá saber porquê, lembraram-me a troca de galhardetes entre universidades publicas e privadas, a que assistíamos sempre no dia do cortejo académico. A malta da privada já sabia que não se escapava do Papá paga-me um curso, anda lá. Já fazia parte, e ria-me sempre com a cara enfurecida da caloirada, mas era tudo dito muito na desportiva. Não sei porque mo fez lembrar. De volta à dita cuja, o que me irritou, além da personagem em si, foi o "um carro que sempre quis e mais ninguém tem em Mirandela. Vou ser a primeira" "E todos em primeira mão, porque não gosto de ter o que os outros já têm. Prefiro arrasar". Perante isto, acho-a tão infeliz e tão bimba que nem sei que diga. Que grande felicidade, vai ter algo que mais ninguém tem. Que sorte, hein.. Também deves ficar feliz por, provavelmente, seres a única em Mirandela que andou a mostrar as maminhas e o pipi ao país e ao mundo.. que sorte, hein.. tudo em primeira mão.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Uma e trinta da manhã. Estou no escritório a fazer tempo para ir trabalhar. Se todas as noites o sono me foge, hoje lembrou-se de vir com força. Ironias.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Por falar em decoradoras.. pfff...Suspiro gosta



Fora de mim

Informáticos? Cambada de mentirosos. É o que ouço mais. E tira-me do sério porque as empresas não são todas iguais. No entanto, nestes últimos dias tendo a cair no mesmo erro. Decoradoras? Tirem-mas da frente ou não respondo por mim. O aviso está feito.

Aumento? Na...

E com a subida do IVA, começo a preparar-me para o aumento dos preços de coisas tão simples como um croissant. De prevenção, o telemóvel já começa a dar sinais do que vem por aí. Menina Suspiro, precisamos de ajuda para alterar aqui o IVA, e se não se importar para aumentarmos aqui os precinhos . Importar-me? Eu? pfffff..

domingo, 23 de maio de 2010

em Matosinhos

Ainda há pouco, enquanto sorria com os meus amigos na esplanada, a poucas centenas de metros uma menina de dezasseis anos quase morria afogada. Aquele mar de Matosinhos, sempre tão calmo e convidativo, quase feriu de morte uma família. E este tipo de situações magoa-me a alma. Sem sabermos, enquanto olhávamos o mar e soltávamos umas gargalhadas entre cigarros, aquela menina pedia ajuda e lutava para sobreviver. Ali, a poucos metros de todos nós.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Medalha de ouro

Estou capaz de apostar que se houvesse prémio para a pessoa a quem mais pagaram com cheques careca, nos últimos quatro meses, a medalha de ouro seria minha, de mais ninguém. Com um largo avanço sobre o segundo e terceiro classificado. Como será de imaginar, hoje estou particularmente sem paciência.

zumzum Bruna Real

A Bruna decidiu revelar todos os seus encantos na Playboy. Até aí nada contra. Tem direito de mostrar o que é dela. Nada contra e as fotos até estão porreiras. No entanto, e contra todas as vozes, não me parece assim tão estranho todo o reboliço que isto provocou. Não imagino um filho meu na aula, a olhar para a docente e a pensar afinal as mamas são bem boas. Se o queria fazer, tudo bem, mas esperava pelo fim do ano lectivo que está cada vez mais próximo e evitava todo este zumzum, que verdade seja dita, só jogou a seu favor. Se um trabalho podia ser compatível com o outro? Naturalmente que podia, mas infelizmente as coisas nem sempre são assim. Na semana passada surgiu A oportunidade, daquelas 1 em 1000, no ramo que sempre quis entrar. Os montantes envolvidos eram assustadores de tão elevados, mas perfeitamente apropriados ao sucesso do negócio. Mas para fazê-lo, necessitava que o meu marido pudesse entrar também. E ele não pode porque faz parte dum ramo da função publica onde não lhe é permitido de forma alguma ter outra actividade, mesmo que essa não interfira com a sua profissão. O meu pai também não pelo mesmo motivo, e a minha mãe muito dificilmente veria a autorização assinada. Tudo porque são todos funcionários do Estado. Naturalmente que acho injusto, mas como eles dizem, já o sabiam quando decidiram abraçar as suas profissões e não vou ser eu que vou mudar o país. A Bruna deveria ter pesado os dois lados da balança e aguardado pelo fim do ano lectivo e evitava todo este tumulto. Ou seria essa a ideia? Agora não me venham cá com tretas, tudo isto era mais que previsível. Censura? Eu chamo-lhe arcar com as consequencias.

domingo, 16 de maio de 2010

Final da Taça

De rir, rir, foi ver o Pinto da Costa aflito a acenar aos jogadores para eles cumprimentarem o Presidente da Republica.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Botão Panico

São 22h15 e continuo a pesquisar a melhor forma instalar um botão de pânico no estabelecimento dum cliente, depois de me ter controlado a tarde toda para não dar uns berros valentes ao velhote que estruturou o mapa do mecanismo lá no sitio, e que me fez perder umas valentes horas esta semana. É que o senhor, além de ter pedido um material que pura e simplesmente não existe (e ele insistia que sim), parecia determinado em me complicar a vida, para no final se sair com um eu conheço uns senhores que instalam isso, se calhar podia dar-lhe o numero, e depois finalizar com um mas não tenho aqui e também não sei se é boa ideia dar-lho. Provavelmente lembrou-se que não ia ganhar comissão ou então quis arreliar-me mais umas boas horas. E claro, electricidade e electrónica não são bem o meu forte. Para ajudar também não encontro a legislação na Internet. É que esta imposição tão súbita deixou-me a pulga atrás da orelha. Hmm.. Não sei não. Cheira-me que alguém vai ganhar com isto.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Pérolas #1

O dia até pode estar a correr mal, mas se o E., que trabalha comigo, lançar o seu mitico sté fini, com aquele ar triunfal e satisfeito, tão dele, eu juro que me passa todo e qualquer mau-feitio e só me apetece rir. Não por troça ou gozo, mas por carinho pela forma genuína como o diz. Assim sendo, sté fini.

domingo, 2 de maio de 2010

É na sssic

Juro que não entendo o que as vezes leva as pessoas a concorrer a alguns programas de televisão. Alguém me explica o que foi fasser aquele tipo da pandeireta ao Achas que sabes Dançar? Mas qual é a ideia? Fazer figura de tone? Irrita-me.

Pela noite dentro

Não foi a queima que me fez saltar do sofá, nem tão pouco alguma comemoração especial. Não molhei o rosto quando quem me convenceu a madrugar decidiu ficar em casa, nem quando ruborizei de raiva por ler algo que não concordo. A temperatura ambiente convidou ao pela noite dentro. Cinco, apenas cinco. Um automóvel apenas. Já desisti de saídas em grupo, onde a amena cavaqueira não compensa a confusão sempre certa. Como diz uma amiga, sente-se sempre tensão no ar. Desisti. Depois a paragem final no sitio do costume no primeiro sábado de cada mês, ali na Boavista. Os portuenses aderem em massa e acredito que ninguém se sente minimamente deslocado. Talvez seja esse o segredo do sucesso. As horas passam num ápice e desta vez nem o corpo deu sinais que estava na hora de regressar. Há bastante tempo que não dançava até às 6 da manhã, sem preocupações até a música acabar. Chegados ao carro, o O. lança a pergunta mágica - onde vamos tomar o pequeno-almoço? Sorri. Bons velhos tempos. O tempo voa mas há coisas que não se alteram. Como o meu gosto por pão com manteiga e a minha mãe a abrir a porta de casa assim que estacionamos o carro.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

19 meses - Saudade

Quase tão velha como o nascer dos tempos enruga sorrisos e fortalece um fim certo! Surge como uma dor e a raiva instala-se como um vírus, sugando cada pedaço de um pequeno mundo num grande universo de emoções. Fica o vazio e a impotência de uma mão sobre a cabeça onde já nada mais interessa! Restam as vozes que em tempos chamaram mar à alma e fogo a tudo por ela sentido, agora morro juntamente com os búzios que me dão o som do teu respirar, grito de raiva e choro lágrimas que desenham nas areias memórias que em tempos colidiram e se incendiaram e agora varridos pelas ondas e engolidos por um oceano frio e deprimido pela ausência de um pôr do sol não correspondido.


por Ângelo Neves

terça-feira, 20 de abril de 2010

Visão do Inferno

Para mim o bom tempo só tem uma coisa péssima. O umbigo à mostra com o belo do piercing brilhante. Medonho. É um odio de estimação. Não suporto umbigos, nem piercings no dito cujo. Furos, só mesmo nas orelhas ou sobrolho. E eu até punha aqui uma foto a ilustrar o post, mas não consigo. É mais forte que eu.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Queima das Fitas



















A Queima está aí à porta. E com ela muito música, muita barulheira. Muito vizinho incomodado. Autocarros repletos, muita PSP, filas e filas para entrar no Queimodromo. Muita animação, muita Super Bock, muitos excessos. Bem ao jeito académico. Como nos últimos anos não pus lá o pé, este ano vou-me vingar. No mínimo duas noites estou lá garantida.

sábado, 17 de abril de 2010

Meio país a queixar-se de falta de trabalho. Nas ultimas semanas é algo que não posso fazer. Após três horas na cama, às sete o despertador tocou e o primeiro intuito foi virar-me para o lado. Ninguém merece!!! Sonhei com Iva's, artigos, mesas, empregados, saft-pt's. Estou capaz de jurar que fiz uma base de dados completa e sofisticada. Agora estou para aqui, exausta mas satisfeita por ter dado conta do recado e a pedir mais dias assim. Se umas coisas magoam, outras há que nos completam. E o dever cumprido é uma delas. Se me virem em algum restaurante ou pão-quente nas próximas horas, não me acenem. É sinal que o meu descanso foi por água abaixo.

sexta-feira, 16 de abril de 2010













Imagem daí

Post publicado 15horas (+ coisa - coisa)

Depois de terem tido a lata e o descaramento, MAIS UMA VEZ, de sei lá como acederem à minha conta e publicarem textos em meu nome, adulterando não so o conteudo mas também a minha imagem, posso dizer que já vi de tudo. Pedia era um pouco mais de imaginação e claro está, podiam ter apimentado a coisa, podiam ter-lhe dado um ar mais novelesco e teatral. Assim sim, ficaria um trabalho bem-feito. Lamentavel que seja este o meio que usam. Mas, visto isto já ser recorrente, naturalmente não ficará por aqui, e o assunto já esta a ser tratado.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

A culpa é da lua

Não perco tempo a ler horóscopo. Sei o meu signo porque sim e a mais não me obrigo pois não creio em nada disso. Ontem diziam-me que por ser carneiro me dou bem com X e Y, que sou compatível com o O. porque ele é Z. Tretas. Enquanto a criatura falava, já os meus pensamentos soltos divagam nas montagens que tenho agendadas e depois lembrei-me da Luciana Abreu no 5 Para a Meia-Noite, a descobrir que andou enganadinha este tempo todo e que afinal o seu signo é outro. Esta situação seria o suficiente para dar o badagaio a muita gente que conheço. Oh, andei eu este tempo todo a ler virgem e afinal sou balança, OMFG. E agora? A culpa é da lua, essa maldita.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Sendo eu uma pessoa magra, assim a descair para o muito magra, não percebo porque ficam os meus braços(magros) gordos nas fotografias. Não percebo mesmo.

terça-feira, 13 de abril de 2010

A propósito de beijo













Abraço. Sou uma pessoas de abraços.
Uma consulta de rotina no médico que me acompanhou na adolescência. Uma leve chamada de atenção quando revelei a data da última consulta, ainda em Lisboa. Os procedimentos habituais. Preenchimento das fichas com os nossos dados. A pergunta que não queria ouvir. Tem irmãos?. Senti-me pálida, uma onda de terror percorreu o meu corpo frágil. A alma traiu-me. Em lágrimas disse que sim. Tenho UM Irmão. Idade? Partiu com vinte e sete anos. Mas sim, tenho Um Irmão, e não há um momento que não me lembre dele. Numa rápida associação de ideias, o médico perguntou-me é filha da C.?. Uma consulta de ginecologia permitiu-me desabafar. Quis fugir dali a correr. Não quero usar a expressão morreu, não quero acreditar que tal aconteceu. Não quero atender telefonemas nos quais me pedem para falar com Ele, e não poder passar a chamada. Repetir o mesmo tantas vezes. Tantas que me cravam o coração. Não quero recordar que mO arrancaram da minha vida, assim sem avisar, sem tempo para o tanto que havia para viver e partilhar. Não quero ouvir o tens que ser forte, não quero ler remetente herdeiros de Bruno Fonseca. Não quero lembrar a morte brutal que lhe estava destinada. Tento aquecer o coração e impedir o gelo que me assola ao pensar nos seus últimos momentos. Não quero revoltar-me por viver num país onde quem atropela sai impune, ainda que admita o excesso de velocidade e um sem-número de infracções. Nada mO trará de volta. Nada que possa fazer ou dizer. Ainda assim, não me habituo ao olhar sombrio dos meus pais que tanto amo, e às suas lágrimas a cada refeição, a cada anoitecer. Não aprendo a viver com isso. Não existem manuais para tal. E não consigo lidar com Sua ausência. Por mais que me esforce.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

....

Gosto de borboletas. De algumas apenas. Outras há que me enojam.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Em Abril, óleos mil















Claudia Schiffer

Está um sol do caraças. Está sim senhor, mas ainda não me atrevo a sair de casa em manga curta e sandaleca no pé. Assim, de vez em quando passo aqueles momentos verdadeiramente estufa, como há meia hora atrás, no Vagas Bar, na praia de Matosinhos. Um calorão, e eu cheia de roupa que a nortada é fria. Um breve olhar sobre a esplanada onde só vi troncos nús, bikinis e muito summer look. E também óleo, muito óleo que provavelmente escorregou para as cadeiras da esplanada e costuma manchar a roupa. O resto é o que se sabe, tudo a querer ficar moreno à força. E eu perdi toda e qualquer vontade de me alapar ao sol. Visão do Inferno.

Muito prática

Ontem, em modo telefonema-relâmpago a C., muito ao seu jeito despachado, faz-me soltar uma gargalhada.

Eu: Diga faxavôr....
C : Querida é para te dizer que eu me lembro que domingo fazes anos..
Eu: Carlinha ainda nao tive tempo para convidar ning...
C: Não é nada disso, é para te dizer que sei que no Domingo fazes anos, se eu me esquecer já sabes.. eu sei que fazes anos. Se vires que não te telefono, podes sempre ligar a lembrar-mo.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Alestars e calças coladas ao pacote

"andam ali com o pacote assim alapadinho as calças...tipo... obla p'andar a ver cus na rua, se ainda fosse de gajos.."
"a minha ideia geral das gajas de hoje em dia é alestars e calças coladas ao pacote com o fio para cima...não há coisa mais bimba que eu olhar pa uma gaja e ve-la de alestars.. tira o brio à gaja toda"
"ate podia ser toda conas, ate podia andar aí de sapatilhas de mola à socada a tudo o que visse, continua a mesma merda.. é feio ver raparigas de alestars.."
"o meu estilo de gajo em relação a roupa, meu.. um gajo com as calças no fundo do regueiro do cu, com os boxers à mostra oblá.. ou assim ..mas mesmo gajo que é mesmo assim grande gajo, que é mesmo o gajo dos meus sonhos meu, é andar com as calças no fundo do cu mesmo assim à pobre com as calças todas no fundo do cu, com grandes sapatilhas...nada de alestars nem dessas merdas.."



Ainda bem que não tenho nenhumas, não vá ter o azar de cruzar-me com a dita cuja, algures entre Oliveira Monteiro e Cedofeita. Medo...

terça-feira, 30 de março de 2010