
Adriana Lima, Elle
É oficial, estou de novo rendida ao Ídolos, aquele programa que deveria ser considerado como terapia-vamos-lá-gargalhar-um-pouquinho-e-lavar-a-alma. Nem um tentador convite para um café me arrancou da frente da TV. O melhor? Aquela figura alucinada, com cara de deambulei-muito-pela-Rodrigues-de-Freitas-ainda-passei-pelo-Aleixo-mas-mantive-o-meu-eu-simpático, demais. O pior? A dispensável trancinha (?) na testa da Cláudia Vieira. Ele há modas que por mais que tente, e olhem que tentei mesmo, não percebo. Mas está garantido, pelo menos enquanto transmitirem os castings, ao domingo à noite não há Suspiro para ninguém.



















