segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Sr. J., meu Pai















Vogue, Heidi Klum

O sr. J. é daqueles pais que todos sonham ter. Atencioso, preocupado, prestativo e extremamente compreensivo. Pai-galinha que só ele. Tem a palavra certa no momento certo, e o seu instinto paternal é tão eficaz que não lhe escapa uma. Ao longo dos meus 25 anos construimos uma relação para lá de cúmplice, mas mesmo assim ainda me consegue surpreender. Não tão raras vezes o meu irmão soltava " o meu pai não existe, é único".E não existe mesmo. Hoje de manhã, a descer a escadaria imponente do nosso lar, ainda emborrada pelo sono, desejou-me um bom dia de trabalho, além das habituais questões diárias se preciso de alguma coisa, se está tudo bem, se tomei o pequeno-almoço, sempre finalizadas com um cuida-te, vê se te alimentas. Ainda estremecida pelo acordar contrariado, disfarcei a dor que desde sábado trago no ombro. O meu afecto pelo aspirador é tal, que dei um jeito não sei como. E também não sei como é que ele reparou que algo, ainda que nada transcendente, me estava a incomodar. Mas o certo é que do alto do seu olhar astuto, sempre atento, reparou. E encheu-me mais uma vez de orgulho. De orgulho de ser sua filha, de o ter como pai e de termos esta ligação tão pura,tão única. Mesmo achando que foi um jeitinho de nada, assim sendo, por mim e acima de tudo por ele, vou ali dar um saltinho ao HPP e já volto.

Já vais?

,

















Marisa Miller, GQ

É impressão minha ou já todos falam que o Verão nos acena adeus? Mas como, se praticamente nem me disse olá?

domingo, 6 de setembro de 2009

5*, 5 para a Meia-Noite


















Há muito tempo que um programa não me prendia tanta atenção. O formato é o mais relax, as conversas muito terra-a-terra e os sketches brilhantemente inteligentes. Ele são as perguntas difíceis feitas da forma mais descontraída possível, ele são as associações mais descabidas, ele é o lucubrar em todo o lado. Merecedor de grande destaque e de forte aplauso, só um pequeno reparo. Não haverá uma alma caridosa que diga à gira da Filomena Cautela que não precisa ser tão acentuada a ler o teleponto, e que escusa gesticular tanto com as mãos? É que a pequena até brilha no programa, mas aqueles gestos todos quase me fazem mudar de canal...

Assim, a frase da Semana...



"Imagina..Juro, não estou a brincar..Vou ser pai outra vez..."

No inicio da semana, a boa-nova chegou por telefone. O L. e a R., pais da minha afilhada e amigos do coração, vão receber a visita da cegonha novamente. Tendo eles sido pais há apenas oito meses, um misto de receio e alegria extrema invadiu-nos o coração. Com a certeza tudo há-de correr bem, não podíamos estar mais contentes com tal bênção.
Os meus parabéns.. Vocês merecem, e a Filipa também.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Azurara Beach Party, are you ready?

Just take a look at this...































1 de Setembro


Quatro anos casados.
Não foram devidamente assinalados Príncipe, mas temos toda uma vida pela frente. Juntos.















Imagem daí

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Triste, levantei-me. Arrastei-me sem vontade alguma. Como combinado, fui buscar a mamã para mais umas tarefas difíceis, que nunca deveriam existir, que só existem porque a vida nos ceifou a alma. Cruelmente. Sem avisar. Com as lágrimas a percorrem-lhe o rosto, levei-a a almoçar. Em frente ao mar. Com o oceano a inundar-nos a vista e a brisa a sussurrar-nos uma calma imensa, fi-la distrair. Fi-la sorrir. O O., genro, quase filho fez-nos companhia e mostrou-lhe o quanto gosta dela. Não o disse. Bastou aquela companhiazinha desinteressada, a força nos olhos e nas palavras para ela o entender. E ela, sempre dada e meiga, encheu-o de mimos. As amigas fizeram-se notar também, inundando-nos de telefonemas simples e despreocupados, carregados duma emoção disfarçada, como que a marcar o seu apoio neste dia que não deveria existir, confirmando o apoio para o final deste dia, onde todos nos encontraremos para rezar pela sua alma. E o Atlântico continuou calmo. Reflectiu-nos um sol envergonhado, que se inibiu da sua força neste dia, como que em solidariedade com a nossa dor. Com o estômago reconfortado seguimos o nosso caminho. Não olhamos para trás, sabemos que aquela paz está ali,sempre ao nosso alcance. Quando a nossa alma o pedir.


Onze Meses


















Imagem daí

Onze meses privada da tua presença, e continuo sem conseguir encontrar palavras capazes definir o que vai cá dentro.
Amo-te irmão, sempre e para sempre.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

A few moments...


















Sem se dar ao trabalho de pedir licença, o J. interrompeu o meu Drama Queen Moment. Levemente mordaz e divertido, sabe sempre arrancar-me duma tempestade sem precisar do usa-abusa tão em voga. O O. escreveu por baixo, o ser-se genuíno acompanhar-me-à sempre. Eles também. Bem ao estilo private joke.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Nélson Évora
















Deixo aqui um beijinho ao querido Nélson Évora. Não por ter falhado o ouro, mas sim por ter alcançado a prata. É o melhor, e ao contrário de meio Portugal, não vejo margem para lamentações mas sim para festejo.
Os meus parabéns!

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Miminhos

A querida Fénix ofereceu-me este miminho












Assim, mimo também:

A Summer, a Sisse, o Tio Jorge , a malta do Sitio Diferente, a Alguém e a Princesa M

E um Beijinho enorme à S., por este miminho..

Olha para ele..

O L. e a sua Moleskine estão por aqui a fazer um brilharete. Quem disse que os homens não conseguem ser irritantemente presunçosos?

Não liguem ok?

Com o telemóvel a tocar de cinco em cinco minutos, dou comigo a pensar como seria se não tivessem inventado tal quinta maravilha (?). Reconhecendo-lhe todo o valor, não me importava mesmo assim, de os exterminar ainda que fosse apenas por 24 horas. É que se continuarem sem me dar descanso, não garanto que não tenha um colapso nas próximas horas. Depois não digam que não avisei.

...

.Perdi a conta às vezes que percorri aquela A1. Saudosa, acelerada, terrivelmente apressada. Não se contam pelos dedos as infracções de velocidade que cometi. A ânsia de chegar junto a vocês cegava o meu bom-senso. Hoje percorri-a novamente. De regresso, o coração lascado envolto em sangue com tamanha dor. A paisagem continua igual. Cada vale, cada árvore, cada manto verde. Eu perdi-me na Tua partida. A minha alma foi conTigo e não regressou. Prometi nunca Te deixar sozinho, ela far-Te-à companhia. O asfalto continua o mesmo, os carros apressados seguem o seu caminho em busca do amanhã. A nossa Ponte da Arrábida, tão nortenha, tão nossa recebe-me como sempre o fez. Sussurra-me imponente que pertenço a esta terra. Mas não o sinto. Não me encontro em lugar algum e perco-me a cada dia que passa, envolta em pensamentos descoordenados e sombrios. Sorrio sem sorrir, danço automaticamente e desenvolvo um eu que não me pertence. E tudo à minha volta urge apressadamente, sem se compadecer com a ferida na minha alma que não sara, que não encontra a sua cura. O tempo esse, vadio e presunçoso não levanta a mera hipótese de arrependimento. Não concerta os estragos que causou. Poderia redimir-se, ser conselheiro. Mas nem se dá a esse trabalho. Exige de mim o que não deveria exigir. Não numa altura destas. Mas sabe que cá estarei para mais tarde o relembrar o quanto me fez sofrer. O quanto me privou de algo que poderia ter sido e não sou mais. E voltei, nesta auto-estrada cinzenta, de volta à minha esfera privada. E encontrei-a desmembrada. Faltou-lhe a alma, o coração. Por momentos, como em tanto outros nesta minha sobrevivência, esqueci que não Te encontraria. Esqueci o lar escuro e choroso, e jurava que Te teria para desabafar. O carro silenciou-se em frente a casa. Naquela curva onde Te vi pela última vez naquele jeito tão Teu. Ainda que com esperança olhei para cima. A minha alma desfez-se. Por momentos, juro que acreditei ser possível.

Incógnita

Enfim. Tenho tido a minha dose de fretes, cumprido a minha parte, tudo certinho como manda a boa educação. Mas o que eu pagava para não ter nenhum tão cedo...O que eu pagava.

domingo, 16 de agosto de 2009

Festa? Que festa?

A minha quase certeza que não nasci para viver na terrinha, passa a certeza total após termos feito kms e kms em curva contra curva, rumo à tão badalada festa, e deparar-mo-nos com meia dúzia de gatos pingados. Se a juntarmos a isso, tivermos a S. para lá de enjoada com tanta abanadela, é garantido. Meia-volta para a cama e certo, certinho que o meu Porto faz-me muita falta.

sábado, 15 de agosto de 2009

Descansa corpitcho...

Viva o calor louco em Castanheira de Pêra.Viva o companheirismo, os cigarros a horas tardias, os amigos sempre rezingões.Viva o pavimento da piscina que me maltrata as costas, as ondas artificiais e os avecs por todo o lado.Viva o meu telemóvel que me permite estar on na empresa, mesmo estando off. Viva a minha óptima gestão de tempo e viva os rapazes que ficaram a segurar as pontas para eu me ausentar 3 dias.Acima de tudo, viva o quase descanso, que dá para enganar o cansaço do corpitcho...

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Não entendi.
Também não deve ser para entender.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Por agora teclar? Não me parece boa ideia..

Por estes lados, o humor está péssimo. Não obstante do calor maravilhoso que se faz sentir e estar encafuada no escritório, rodeada de papéis e chamadas telefónicas, acabei de partir uma unha. E não era drama algum se a minha prima B. não tivesse de férias. Sim, porque eu sou daquelas gajas confessas que roía as unhas desde o tempo da primária, e que no final do ano passado se rendeu às maravilhas do gel. Uso-as sempre curtinhas, à cor do gel...Muito simples, nada artificiais. Mas são, e acabei de partir uma, o que não teria acontecido se não fosse eu tão distraída. E está-me a parecer que com a sorte que estou, ou paro de teclar ou então ainda parto outra antes da manutenção de urgência, que arranjei agora mesmo para daqui a nada.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009













Com o trabalho adiantado e estes trinta graus que vêm embalados na brisa marítima, não será concerteza a falta de companhia (já habitual) que me vai afastar da praia. A minha pele e cabelo agradecem. A minha minha mente também. Eu na minha companhia. Simples.

Just a day...

Cansada e leve é como me sinto, acabadinha de chegar de Vidago. Nada como fazer uma viagem de regresso com a melhor amiga, a tagarelar e a cantar (?) como nos dá na real gana, a fumar uns cigarros e a soltar sorrisos. A testemunhar o sol tímido que se esconde atrás do Marão e que leva com ele as imagens de mais um dia. A rogar pragas ao meu carro que se lembrou de portar menos bem. E no final, ambas com a certeza que são momentos como estes que devem ser repetidos e valorizados, mesmo que só tenham sido exactamente 24horas. Noites ao relento embrulhados em mantas, desafinados a tentar acompanhar o som vaidoso da viola do M., a ziguezaguear nas bicicletas do tempo de meninice. A ponderar um banho nocturno na piscina ali mesmo ao lado, a abraçar um amigo só porque sim, porque apetece e nos faz tão bem. A recordarmos Quem mais adoro nesta vida, e que do alto do céu imensamente estrelado nos acompanha e sorri. Ligar à mamã e dizer que os adoro com toda a minha alma. Não ter pressa para deitar, e acompanhar os rapazes numas cartadas, mesmo que fique em último lugar. Partilhar tremoços e melão na noite longa e sentir a brisa nocturna que testemunha os nossos gestos. Deitar-me ao amanhecer, com o coração triste de saudades e ter o O. ao meu lado, atento, companheiro, ouvinte.
Momentos simples para muitos, extremamente valiosos para mim.

domingo, 9 de agosto de 2009

Weekend

Apartir de Vidago, na companhia dos amigos do coração, fica o desejo dum excelente fim-de-semana. Ainda no rescaldo da transcendente mensagem recebida directamente do Sudoeste. És uma menina linda também A. . Pelo passado, pelo presente e pelo que ainda está para vir, serás sempre a A. .

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

O teu também...











A minha querida Sisse ofereceu-me, e eu obviamente retribuo amiga. De coração.

Quando for grande quero ser assim...


quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Saltos e esplanada

Isto de ser gaja tem que se lhe diga. Serei a única a enfiar o salto cada vez que vou a uma dessas esplanadas à beira-mar? É que não há uma única vez que não me aconteça, e depois é ver-me embaraçada e a ruborizar a tentar solta-lo.

Waiting on an Angel



Love it.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Et voilá!

É só para avisar que a balança e o meu vestidinho preto já se queixam. Não é que o sr.Viternum já está a fazer das suas?
A noite cobriu o meu corpo duma dor inigualável. Vi-Te ali tão perto mas não Te alcancei. Adormecida, presa num corpo que ja não me pertence, esforcei-me para Te tocar mas não consegui. Tentei controlar as facadas que magoam o meu peito, mas estas deram lugar a lágrimas de desespero por tantas saudades. Vi-Te lindo, menino a crescer ao meu lado, de mão dada a deixar-me na ama e a carinhosamente beijar-me a face. Vi-Te sentado no escritório, a interromper uma chamada e a lançares-me um sorriso pedindo-me para Te esperar uns instantes. Vi-Te de pé, com o teu jeitinho garoto, a terminar o pequeno-almoço, debruçado no balcão da cozinha onde tantas vezes nos sentamos. Vi-Te sorrateiro com os amigos que tanto amaste e que tanto choram a Tua ausência, que não Te esquecem nem conseguem seguir em frente. Vi-Te na Tua casa que tanto sonhaste, a decorar cada espaço, cada cantinho Teu. Vi-Te a projectares um futuro comigo, longo e carregado de ideias Tuas, minhas, nossas . Gravei cada palavra Tua e pedi que voltasses. Mas tal não foi possível. A noite sedou-Me e ofereceu-me a Tua visão e aconchego. Foi longa, saudosa e terrivelmente cruel. Estiveste tão perto que podia jurar que me tocaste. E tudo desapareceu com o amanhecer, com o inicio de mais um dia sem Ti, onde me procuro e não me encontro, onde me pergunto até quando conseguirei aguentar tamanha ausência. Busco palavras capazes de transmitir a dor da Tua partida. Em vão. O grito de tamanha facada trago-o na garganta. A vontade de viver ofereci-Ta naquele dia, naquele segundo que ditou a Tua partida.
Amo-te Irmão

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Vaidosa, eu?















imagem daí
Uma ida à praia e conclusões do quão vaidosa (não) sou. Não levo calça de ganga e o belo do salto 12 centímetros. Não vou maquilhada, com excepção de rímel preto waterproof, pois isto de ter pestanas loiras é complicado, para não dizer meio alienado. Não levo acessórios. Que me perdoe quem leva, mas não percebo qual é a piada de ir para a praia com brincos compridos, cheia de colares e com meio braço coberto por pulseiras. Bem me esforço mas não compreendo. Posto isto, a vaidade não me pesa na balança. Tenho dito.

Babei..














Oferecido pela P., a quem agradeço e retribuo.(beijinhos)
Ofereço também à minha querida Sisse, que tanto adoro.

sábado, 1 de agosto de 2009

About last night...

No comments.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Posso ajudar?

Trabalhei alguns anos no comércio. Não gostava da área mas tive a sorte de encaixar em excelentes equipas. Mesmo não gostando dava o meu máximo, e tinha o reconhecimento agradável que fez com que valesse apena muitas situações pelas quais passei. Roubos, desrespeito, despedimentos e destituições injustas, sermões colectivos, assisti a tudo. E tudo isso me fez muitas vezes pensar se valia apena continuar. É que uma leve visão exterior não possibilita a noção real do que é vivido diariamente. É uma classe, por norma, mal compreendida. Por norma, é que depois há situações que me levam ao extremo nervoso. Não gosto de entrar nas lojas e ao primeiro passo posso ajudar. Odeio que me façam isso. Mas compreendo que é o seu trabalho e respondo educadamente . Depois há aquelas xicas espertas a quem pedimos uma ajuda básica, um tamanho por exemplo, e que nos fazem tão má cara que assustam, e perdemos logo toda e qualquer vontade de comprar o que quer que seja. Outra situação típica é perderem o sorriso colgate assim que se apercebem que não vamos comprar nada. Não sou de experimentar roupa, nem tão-pouco de quero-ver-isto-aquilo-só-porque-sim, as poucas vezes que experimento é porque realmente preciso e são peças que tem mesmo que ser, mas que culpa tenho senão me fica bem? Ora esta. Depois é vê-las todas desagradáveis, de sorriso amarelo, com aquele ar de és-uma-cabra-vai-mas-é-dar-trabalho-a-outra. E quando isso me acontece é muito difícil voltar à mesma loja, pelo menos tão cedo. Pelo menos até esquecer. Se eu fosse assim, quando trabalhei na Maluka andava amuada todos os santos dias. É que estava sempre a acontecer, muito devido ao elevado preço das peças. Mas temos que ter consciência que todos os empregos dão trabalho. E só assim sobrevivemos e andamos para a frente.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Souvenir



Ele há músicas que se gosta muito. Esta é uma delas.

Quem disse que trabalhar só com homens é fácil?























Imagem daí

Todos os dias são diferentes, mas há sempre aqueles momentos previsíveis. O L. vem sempre com o seu jeito eu-é-que-sei-toca-a-trabalhar, o R. a mil e atrasado e o E. no seu jeito resmungão é-preciso-isto-é-preciso-aquilo-é-gozo?. E já sei que os primeiros trinta minutos do dia são passados no teca-teca-teca. E reclamam por tudo. Ora porque não tomaram café, ora porque lhes falta o isqueiro e cigarros, ou porque aquele cliente isto ou porque aquele aquilo. E já nem falo dos comentários a respeito das meninas que com eles têm a sorte (?) de se cruzar. Fujam-lhes da frente, literalmente. Mas embora me deixem, por vezes, com os nervos em franja tudo isso é bom. Faz-nos andar para a frente e procurar ultrapassar os nossos objectivos. E sei que acima de tudo esta equipa é isso mesmo. Uma equipa. Em tudo. Mas quem disse que trabalhar com homens é fácil?

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Oh

É certo. É o assunto do momento, principalmente no local de trabalho da minha mãe. E claro ela depois massacra-me . A Suspiro está tão magrinha. Que magrinha que ela está. Estou magra é certo, tão certo como o facto de sempre ter sido. Obviamente, o duro golpe que sofri também se faz notar no corpo. Mas não, a suspiro não está com uma anorexia nem com um distúrbio alimentar. Apenas, confesso, perdi o apetite. A juntar a isso, com o desgosto também deixei de tomar aqueles comprimidinhos mensais femininos, os quais têm como função principal a prevenção de gravidezes indesejadas, mas que serviam essencialmente para manter o peso três quilos acima da média. Agora se como menos e pus de lado a dita pílula, é natural (digo eu) estar mais magrita. Como também é natural que as pessoas perguntem e se preocupem (fica aqui o meu sincero obrigado), só que tudo tem limites. E como não estou para ouvir todos os dias as mesmas coisas rendo-me. Para que todos saibam, comecei há dias a tomar Viternum, aquelas bombas, quer dizer comprimidos, que além de me porem faminta, também dão um sono daqueles. A minha mãe e o O. animadores que são, dizem que já se nota na minha cara, que já estou com um look mais saudável. Não acho que tenham razão, mas.. Não quero implicar. Se daqui a umas semanas me virem rabugenta, esfomeada e a rebolar around, não se queixem. A culpa não é minha.

domingo, 26 de julho de 2009

Nova Era Beach Party

O meu corpo esteve presente, mas o meu coração não. O som foi muito bom, a logística para beber péssima. Pior que péssima. A companhia excelente, a lamentar a falta de algumas amigas a valer. Não tenho a pedalada doutros tempos. Três horas e muitos abanões depois, despedi-me dos foliões, dei a mão ao O. e viemos embora. Juntos. A minha alma não estava ali. Ele sabia-o. Mas fez-me bem desanuviar.

10 Meses






















Sem palavras, continuo a olhar o horizonte em busca da tua imagem.
Amo-te Irmão.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Lume?




















Tenho um problema com isqueiros. Ou melhor, tenho um problema que passa por nunca saber deles. Quando compro algum tenho a absoluta certeza que em menos de 24 horas já não o tenho comigo. Ou mo pedem e passa por emprestadado, ou perco, ou trago-os espalhados pelas malas, no carro, outras vezes deixo-os no cemitério. É impressionante. E depois passam-se assim manhãs no escritório em que davamos tudo por um cigarrinho, mas não temos lume nem quem o tenha por perto. E a preguiça de pegar no carro também não ajuda. Nada.

imagem daí

quarta-feira, 22 de julho de 2009