"Perhaps they are not stars, but rather openings in heaven where the love of our lost ones pours through and shines down upon us to let us know they are happy."
terça-feira, 28 de abril de 2009
Travian ( eliminado e postado novamente)
Há largos meses que o disse aqui, e continuamos rendidos. E connosco quase toda a malta cá do tasco. É que agora temos ainda outro incentivo, VG.
My name is..
Este espaço sempre recebeu um ou outro comentário anónimo mas nunca tive problemas com isso ao contrário de alguns blogs que sigo diariamente. Até hoje. Pergunto-me que anormal é aquele que se dá ao trabalho de vir à casa dos outros comentar fazendo-se passar por outra pessoa. É que não entendo mesmo e só vejo justificação num elevado grau de frustração e leviandade. É mesmo caso para o mandar ir dar a volta ao bilhar grande. E depois então convido-o a vir até aqui, a este meu singelo e humilde espaço dizer de sua graça. A sério que não entendo o que possa ganhar com isso, ainda para mais fazendo-se passar por quem passou. E vê-se bem que é alguém que não me conhece minimamente pois caso contrario saberia que não alimento esse tipo de polémicas, e a primeira coisa que iria fazer era falar com a pessoa em questão. E assim fiz. E agradeço à minha família me ter incutido o espírito de justiça. Não suporto mal-entendidos. Não suporto injustiças. Embora mas façam muitas vezes. E embora nessas vezes nem tenha oportunidade para defender pois não mo dizem. É mais fácil assim. Mas magoa. Quem o fez concerteza é alguém ressabiado que só está bem a viver a vida dos outros, daquele tipo de gente que sorri connosco e ri nas nossas costas. Que nos dá a mão com intuito nos ver o braço. Daqueles que desde logo esperaram que a minha vida virasse novela mexicana. Que camuflados e após o impacto inicial sempre quiseram saber apenas o que não nos interessava para nada. Esqueceram-se também que sou igual a ele e que isso nos momentos cruciais é o que importa. Sou a sua imagem e tenho muito orgulho nisso. Mas é natural que não o saiba pois só alguém que me conheça pouco ou nada o faria. De certeza. Mas sem ressentimentos. Entre e pergunte o que quiser saber pois nunca deixei ninguém sem resposta. E não, não tenho porque me chatear com ela, não vale apena vir para aqui criar polémicas. E não tenha medo que não ocupamos o lugar de ninguém na vida uma da outra. Há espaço para todos. Agora arranje uma vidinha sim e deixe-me quieta no meu canto . Há quem precise de paz, que precise de chorar tudo que não chorou, que precise gritar o que não gritou, que precise começar a pensar em si. Que precise dum sol amigo pois a luz da sua vida apagou-se para sempre. E com isso não se brinca. Nem eu admito.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Coincidências?
Esta noite, o Leixões recebe aqui no estádio do Mar o seu rival Guimarães. A antever possíveis e certos desacatos o Orlando tirou me logo da ideia uma possível ia ao estádio. Com isto, são 17h e um amigo meu já tem a sua carrinha completamente riscada.
Coincidências?
Coincidências?
Diary
É sempre assim. Quando uma amiga faz anos passo montes de tempo a matutar na prenda. Com a Sarinha, em Março, não foi excepção. No final a escolha recaiu em 2 bilhetes para dois espectáculos aqui, na capital do Norte, do sotaque. Mas como não tinha lógica alguma ela ir sozinha eu e o Orlando decidimos que lhe faríamos companhia. Desculpas, digo eu. Um foi nos dias imediatamente a seguir e o outro na passada sexta-feira. A semana não tinha corrido bem e deu para descontrair. Cantei, gargalhei, liguei às amigas, sorri e com muito esforço não chorei. O Orlando olhou-me e num ímpeto, assim sem dizer nada reconfortou-me. A Sarinha, que tanto conviveu lá em casa, soube exactamente as alturas nas quais tanto me lembrei de ti. Mais que um ombro, uma amiga. Uma alma amiga. Depois veio o sábado e com ele uma casa sombria, sem vida, uns pais cabisbaixos, chorosos em silêncio, que não suportam cada dia que passa, que não suportam o fim-de-semana e tudo o que ele arrasta consigo. De manhã fomos ao teu encontro. De tarde também. Assim como que terapia, reconforta-nos a alma magoada ir ao cemitério. Só para te dizermos que te amamos, que nunca nos esqueceremos de ti. Que a tua presença é grande e a tua alma ainda maior. O final de tarde trouxe uma visita boa. Reconfortante, companheira, que me faz agradecer todos os dias a família maravilhosa que tenho, sempre presente, que tanta força nos dão em dias tão difíceis como foi ontem. Estavam lá todos. Em silêncio, a dar-nos conforto, a chorar connosco e a amparar-nos as lágrimas,numa corrente que julgava não ser possível e que não me permite encontrar palavras à altura de a descrever.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Às escondidinhas
Por causa do work passo muito tempo no PC e na Internet. E tenho por hábito pesquisar sobre muita matéria que julgue me possa vir a ser útil, e nos entretantos obviamente, passo por muita informação que não creio vir a precisar. E esta conversa porque? Porque posso quase arriscar que nas ultimas semanas vi mais de dez anúncios de mágicos e ilusionistas. E não dei importância. A memoriazita diz-me que vi mas não fixei, e que pensei que como na vida o que o que não falta para aí são mágicos e ilusionistas. O pior é que preciso de arranjar um mágico com x características para hoje, para agora, para ONTEM, e rien. Nada. Tive horas à procura, fiz toneladas de telefonemas, coloquei um anúncio e nada. Ou melhor encontrei dois mas de bastante longe, sendo que para o efeito que é não compensa. É de mim ou é sempre assim? Passamos toda a nossa vida a olhar para tudo e esse tudo parece-nos nada, passamos a vida a esbarrar em coisas que não ligamos e mais tarde quando precisamos não as encontramos. E eu penso, fogo ainda ontem o vi, estava exactamente aqui. E nada. E fico fula e danada por ser tão distraída. E ainda pior pois parece que as coisas escolhem a pior altura para brincar comigo às escondidinhas.
terça-feira, 21 de abril de 2009
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Estaria ela por aqui?
E veio nobre Pedro à procura da sua Inês aqui, em Terras de Horizonte e Mar. Estaria ela escondida entre a claque rival, meu caro Pedro? Estaria ela a aprecia-lo de longe, de soslaio camuflada entre o vermelho que cobriu o Estádio do Mar nessa tarde?
Diz quem a viu, que estava graciosa e rendida ao hino leixonense.
domingo, 19 de abril de 2009
Os vinte e cinco anos chegaram. Sem surpresas, sem esperança, sem ti. Não encontrei forças e as lágrimas insistiram. Fiz tudo para esconder a minha alma dos nossos pais. Eles, de quem sempre nos orgulhamos em voz alta, por seu lado fizeram tudo para me protegerem da tristeza, embora saiba o quanto choraram em silêncio. Recordarei para sempre quando em Março de 2008, após uma discussão tonta de irmãos e da qual me arrependo até hoje, tu para me atingires me disseste num tom furioso " E fica já a saber que nunca mais te vou dar os Parabéns". Sabias que nesse dia partia para Lisboa e não voltava para o meu aniversário. Ainda hoje te ouço a dizer-mo. Magoado comigo, caprichoso e ao mesmo tempo carinhoso. E demonstraste esse afecto ao escolheres atingir-me com algo que à vista dos comuns mortais parece tão simples. Chorei de raiva, mas sorri no coração. O que te havias de lembrar.. O meu aniversário chegou um mês depois e com ele um dia em que andei a mil. Ligaste-me uma única vez. Eu atendi mil telefonemas mas por causa do trabalho não consegui atender apenas uma chamada e a mais importante, a tua. Tu não voltaste a ligar embora tenhas dito à mãe que sim. Ninguém, além de ti, teve noção da tristeza que me ia no coração quando à noite jantei com os amigos eternos daquela Lisboa que tanto gosto. Um ano passou e os Parabéns voltaram a não chegar. Este ano falar no meu aniversário matava-me. Meu Príncipe, houve tantas coisas que me disseste que pareciam anunciar que te chamavam para longe de mim. Essa foi uma delas, e inexplicavelmente foi das frases que mais me lembrei nas horas seguintes à Tua partida. Não me voltarias a dar os parabéns. Tu, que eras quem mais amava nunca mais me enviarias mensagens a desejar felicidades com um amo-te em remate. Não, tu não me mandavas os beijinhos habituais. Vinha um amo-te irmã, simples, sofisticado e eterno, que tive a felicidade de guardar. Daqueles que me escreveste na fita académica. Até nesse vulgar gesto marcaste a diferença. Enquanto todos escreveram as habituais dedicatórias, tu do alto de todo o teu ser, do fundo de toda a tua elegância que se confundia com uma simplicidade genuína falaste-me em Deus. O Bruno trabalhador, stressado, amigo, divertido, borgueiro, rebelde e luz de todas as festas tinha uma relação muito profunda com Deus, que mesmo eu irmão,que tão bem te conhecia, por vezes não encontrava explicação. E admirava-te por isso. Nunca tive nem tenho reticencias em dizer o que me vai na alma, e por mais estranho que possa soar sempre achei essa tua ligação a Deus muito especial. E sabes querido, é nisso que me tento agarrar. Tu eras especial. Sempre to disse. E di-lo-ei sempre. E todos os anos, no dia 11 de Abril olharei para o céu, e soprar-me-às os Parabéns. Porque a nossa ligação é eterna.
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Aniversario,
Bruno Fonseca,
Diary
Se eu fosse..
Se eu fosse um movél seria uma: Chaise Long
Se eu fosse um liquido seria: Água e a sua transparência
Se eu fosse um pecado seria: Gula, definitivamente
Se eu fosse um pedra seria: Alexandrite,e a sua capacidade de mudar conforme a "luz"
Se eu fosse um metal seria: Platina
Se eu fosse um mês seria: Julho
Se eu fosse um dia da semana seria: Sábado
Se eu fosse um numero seria: 30
Se eu fosse um planeta seria: Vénus
Se eu fosse uma cidade seria: Nova York
Se eu fosse uma árvore seria uma: Daquelas que não sabemos o nome nem sequer descrever, mas que pela sua localização e envolvência nos inspiram paz e o Além
Se eu fosse uma fruta seria: Manga
Se eu fosse uma flor seria uma: Todas as que são oferecidas ao meu irmão
Se eu fosse um clima seria: Tropical
Se eu fosse um instrumento musical seria uma: Viola
Se eu fosse um elemento seria: Ar
Se eu fosse uma cor seria: Preto
Se eu fosse um animal seria um: Golfinho
Se eu fosse um som seria: A maresia
Se eu fosse uma canção seria: Letting Go, Nitin Sawhney
Se eu fosse um estilo de musica seria: O perfeito para cada ocasião
Se eu fosse um perfume seria: CK one
Se eu fosse um sentimento seria: Saudade
Se eu fosse um livro seria: O diário duma menina-mulher. Ainda por escrever
Se eu fosse uma comida seria: Bacalhau à braz
Se eu fosse um lugar seria uma: Um refúgio à beira-mar
Se eu fosse um defeito seria: Ingenuidade
Se eu fosse uma qualidade seria: Coragem
Se eu fosse um sabor seria: Menta
Se eu fosse um cheiro seria: A after-sun
Se eu fosse uma palavra seria: EU
Se eu fosse um verbo seria: Dedicar
Se eu fosse um objecto seria uma: Vela
Se eu fosse uma roupa seria: Vestido
Se eu fosse uma parte do corpo seria: Olhos.
Se eu fosse uma expressão seria: Vida Gorda
Se eu fosse um filme seria: BraveHeart, adorei.
Se eu fosse uma estação seria: Verão.
Se eu fosse uma frase seria: "O amor é inseparável da morte. Sabes que amas porque te esqueceste de que existes; porque morreste para ti mesmo, para viveres naqueles que amas. Se eles estiverem bem, então tu estás bem, ainda que estejas mal.
(Paulo Geraldo)".
Bora Sisse.
Se eu fosse um liquido seria: Água e a sua transparência
Se eu fosse um pecado seria: Gula, definitivamente
Se eu fosse um pedra seria: Alexandrite,e a sua capacidade de mudar conforme a "luz"
Se eu fosse um metal seria: Platina
Se eu fosse um mês seria: Julho
Se eu fosse um dia da semana seria: Sábado
Se eu fosse um numero seria: 30
Se eu fosse um planeta seria: Vénus
Se eu fosse uma cidade seria: Nova York
Se eu fosse uma árvore seria uma: Daquelas que não sabemos o nome nem sequer descrever, mas que pela sua localização e envolvência nos inspiram paz e o Além
Se eu fosse uma fruta seria: Manga
Se eu fosse uma flor seria uma: Todas as que são oferecidas ao meu irmão
Se eu fosse um clima seria: Tropical
Se eu fosse um instrumento musical seria uma: Viola
Se eu fosse um elemento seria: Ar
Se eu fosse uma cor seria: Preto
Se eu fosse um animal seria um: Golfinho
Se eu fosse um som seria: A maresia
Se eu fosse uma canção seria: Letting Go, Nitin Sawhney
Se eu fosse um estilo de musica seria: O perfeito para cada ocasião
Se eu fosse um perfume seria: CK one
Se eu fosse um sentimento seria: Saudade
Se eu fosse um livro seria: O diário duma menina-mulher. Ainda por escrever
Se eu fosse uma comida seria: Bacalhau à braz
Se eu fosse um lugar seria uma: Um refúgio à beira-mar
Se eu fosse um defeito seria: Ingenuidade
Se eu fosse uma qualidade seria: Coragem
Se eu fosse um sabor seria: Menta
Se eu fosse um cheiro seria: A after-sun
Se eu fosse uma palavra seria: EU
Se eu fosse um verbo seria: Dedicar
Se eu fosse um objecto seria uma: Vela
Se eu fosse uma roupa seria: Vestido
Se eu fosse uma parte do corpo seria: Olhos.
Se eu fosse uma expressão seria: Vida Gorda
Se eu fosse um filme seria: BraveHeart, adorei.
Se eu fosse uma estação seria: Verão.
Se eu fosse uma frase seria: "O amor é inseparável da morte. Sabes que amas porque te esqueceste de que existes; porque morreste para ti mesmo, para viveres naqueles que amas. Se eles estiverem bem, então tu estás bem, ainda que estejas mal.
(Paulo Geraldo)".
Bora Sisse.
sábado, 18 de abril de 2009
quarta-feira, 15 de abril de 2009
VIve a vida
Embora não seja muito a minha linha, desta vez estendo a passadeira vermelha a Boss Ac. Há seis meses atrás, talvez esta letra não tivesse em mim o impacto que teve. Porque a grande verdade da minha vida é mesmo essa - O amanhã nunca se sabe.
Mais um dia, mais um mês, mais um ano, pouco a pouco, de repente o tempo voa, estamos cá e amanhã estivemos
Perdemos tempo, lamentamos e queixamos, acordamos maldispostos, sem vontade e nada fizemos
Life’s a bitch, and then you die, aproveita não te queixes, dá graças ao que tens, há quem nada tenha
Damos tanta importância, a coisas que nada importam, de repente alguém nos deixa e vemos temos senha
Estamos todos na mesma fila, não sabemos o nosso número, nada é certo, o amanhã pode não chegar
Tão fácil falar, o que é difícil é fazer e quando as coisas não estão bem podem sempre piorar
Vive a vida, tira proveito até ao fim da corrida, põe-te de pé e grita bem alto:
EU ESTOU VIVO E VOU VIVER A VIDA!
Vive a vida, tira proveito até ao fim da corrida, põe-te de pé e grita bem alto:
EU ESTOU VIVO! E VIVE!
É ver o copo, meio cheio, meio todo, falta pouco, é ver o lado de lá da mesma moeda
Planos traçamos mas depois adiamos, desistimos e a vida é sempre a mesma m*
Ninguém te ajuda quando tu mesmo não te ajudas e não fazes nada para mudar a tua vida
É bom sonhar mas é preciso acordar para concretizar e encontrar uma saída
Falo contigo e comigo e para todos, os que vivem o presente com medo do futuro
Nós não pedimos para nascer, já cá estamos, é viver porque amanhã é um tiro no escuro
É relativo, o teu drama mais terrível ao pé do drama do outro parece um filme para crianças
A vida dá-nos prendas e às vezes só damos valor quando essas prendas já não passam de lembranças
Vive a vida, tira proveito até ao fim da corrida, põe-te de pé e grita bem alto:
EU ESTOU VIVO E VOU VIVER A VIDA!
Vive a vida, tira proveito até ao fim da corrida, põe-te de pé e grita bem alto:
EU ESTOU VIVO! E VIVE!
Tem calma, não te estiques, abranda o carro, dá espaço, pé pesado dá multas mas também dá condolências
Faz brindes, bebe shots, parabéns, felicidades, estás feliz mantém-te assim sem imprudências
Vai de táxi, vê se dormes, olha a ressaca, acorda bem, toma banho desperta e faz-te à luta
Todos temos que partir, um dia vamos parar mas a parar ao menos que não seja à bruta
Há quem pense que é de ferro, que só acontece aos outros, não te enganes pensa bem o outro um dia és tu!
Dei por mim capotado, vi a vida por um fio, flashback na A1 eu e o Xuxu
A gritar tipo gajas, grande susto, não foi desta estamos bem a esperar pela assistência
Moral da história: vive a vida aproveita porque a vida dá voltas e não avisa com antecedência
Vive a vida, tira proveito até ao fim da corrida, põe-te de pé e grita bem alto:
EU ESTOU VIVO E VOU VIVER A VIDA!
Vive a vida, tira proveito até ao fim da corrida, põe-te de pé e grita bem alto:
EU ESTOU VIVO! E VIVE!
Letra daqui
Mais um dia, mais um mês, mais um ano, pouco a pouco, de repente o tempo voa, estamos cá e amanhã estivemos
Perdemos tempo, lamentamos e queixamos, acordamos maldispostos, sem vontade e nada fizemos
Life’s a bitch, and then you die, aproveita não te queixes, dá graças ao que tens, há quem nada tenha
Damos tanta importância, a coisas que nada importam, de repente alguém nos deixa e vemos temos senha
Estamos todos na mesma fila, não sabemos o nosso número, nada é certo, o amanhã pode não chegar
Tão fácil falar, o que é difícil é fazer e quando as coisas não estão bem podem sempre piorar
Vive a vida, tira proveito até ao fim da corrida, põe-te de pé e grita bem alto:
EU ESTOU VIVO E VOU VIVER A VIDA!
Vive a vida, tira proveito até ao fim da corrida, põe-te de pé e grita bem alto:
EU ESTOU VIVO! E VIVE!
É ver o copo, meio cheio, meio todo, falta pouco, é ver o lado de lá da mesma moeda
Planos traçamos mas depois adiamos, desistimos e a vida é sempre a mesma m*
Ninguém te ajuda quando tu mesmo não te ajudas e não fazes nada para mudar a tua vida
É bom sonhar mas é preciso acordar para concretizar e encontrar uma saída
Falo contigo e comigo e para todos, os que vivem o presente com medo do futuro
Nós não pedimos para nascer, já cá estamos, é viver porque amanhã é um tiro no escuro
É relativo, o teu drama mais terrível ao pé do drama do outro parece um filme para crianças
A vida dá-nos prendas e às vezes só damos valor quando essas prendas já não passam de lembranças
Vive a vida, tira proveito até ao fim da corrida, põe-te de pé e grita bem alto:
EU ESTOU VIVO E VOU VIVER A VIDA!
Vive a vida, tira proveito até ao fim da corrida, põe-te de pé e grita bem alto:
EU ESTOU VIVO! E VIVE!
Tem calma, não te estiques, abranda o carro, dá espaço, pé pesado dá multas mas também dá condolências
Faz brindes, bebe shots, parabéns, felicidades, estás feliz mantém-te assim sem imprudências
Vai de táxi, vê se dormes, olha a ressaca, acorda bem, toma banho desperta e faz-te à luta
Todos temos que partir, um dia vamos parar mas a parar ao menos que não seja à bruta
Há quem pense que é de ferro, que só acontece aos outros, não te enganes pensa bem o outro um dia és tu!
Dei por mim capotado, vi a vida por um fio, flashback na A1 eu e o Xuxu
A gritar tipo gajas, grande susto, não foi desta estamos bem a esperar pela assistência
Moral da história: vive a vida aproveita porque a vida dá voltas e não avisa com antecedência
Vive a vida, tira proveito até ao fim da corrida, põe-te de pé e grita bem alto:
EU ESTOU VIVO E VOU VIVER A VIDA!
Vive a vida, tira proveito até ao fim da corrida, põe-te de pé e grita bem alto:
EU ESTOU VIVO! E VIVE!
Letra daqui
sábado, 11 de abril de 2009
sexta-feira, 10 de abril de 2009
quinta-feira, 9 de abril de 2009
A vida tem sido muito injusta. Não tenho cara nem palavras para descrever o quanto me fazem sofrer alguns momentos, fora o sofrimento inimaginável que se vive lá por casa. Acabei de falar com a nossa mãe. Esteve toda a tarde no cemitério e está encharcada pois a chuva não perdoa mas nem assim a demove. Não raras as vezes vou lá busca-la, e é uma mãe aos gritos e desfigurada que abraço e tento acalmar. Faço esforço para não chorar à sua frente mas em vão. Mata-me ter-te perdido, mata-me ver os nossos pais assim. E não há nada neste mundo que possa fazer para os consolar ou em busca de alguma paz para mim. Hoje visitei-te de manhã, mas não fui a tempo de ir ter com a nossa mãe. E no canto deste escritório, sentido-me cada vez mais pequena e insignificante tenho a certeza de onde se encontra. De cabeça baixa, dentro do carro estacionado à porta daquela que é a tua última morada. E eu não posso fazer nada que a faça sorrir. E isso mata-me. Cada dia que passa.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Os melhores do ano - Nova Era
Na aguardada Gala "Melhores do Ano" da Rádio Nova Era foi tudo muito mau. O som, os microfones descoordenados, a interacção entre quem entregava o prémio e o vencedor, tudo. AS excepções foram duas das actuações ao vivo e claro a boa vibe do Rui Reininho, esse sim uma alma nortenha como deve ser e com excelente interacção com o público. Em dois minutos em palco quase que salvava a noite, já de si sem remédio.
O cumulo e representativo de quão mal correu a festa foi a apresentadora, toda ela muito In de seu nome Marta L. Castro, perguntar ao Rui R. quando este abandonava o palco se não queria dizer umas palavras ao publico, quando ele tinha acabado de o fazer. A expressão dele foi impagável. Ela foi, sem duvida alguma, o pior de toda a festa pois não percebeu o espírito da coisa e conseguiu estragar uma festa já de si fraquinha.
O cumulo e representativo de quão mal correu a festa foi a apresentadora, toda ela muito In de seu nome Marta L. Castro, perguntar ao Rui R. quando este abandonava o palco se não queria dizer umas palavras ao publico, quando ele tinha acabado de o fazer. A expressão dele foi impagável. Ela foi, sem duvida alguma, o pior de toda a festa pois não percebeu o espírito da coisa e conseguiu estragar uma festa já de si fraquinha.
Nota negativa para Marta L. Castro . Bem negativa.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
O nosso Domingo Ramos

Hoje pensei especialmente em ti. O nosso primeiro Domingo de Ramos enquanto padrinhos. Lembro-me quando éramos garotos achávamos uma seca, uma parolice essa treta de ir dar os ramos aos padrinhos.. Com o tempo habituamo-nos. Tive a certeza que farias hoje exactamente o que fiz, irias visitar a Filipa e cheio de carinho dar-lhe o folar. Não consegui esconder a emoção que senti todo o dia meu irmão pela imensa falta que nos fazes. És o padrinho e o Anjo da Guarda da menina e eu amo-te muito.
Resumo do Leixões - SCP
Hoje o lado verdinho não se deve queixar da arbitragem. Em caso de dúvida, a corda rebenta sempre para o lado mais fraco e o sr de amarelo e preto decidiu SEMPRE penalizar o Leixões.
Nas bancadas, muito caladinha, tudo se resumiu .." ó boi, ó seu grande filho da puta.. bai roubar ao caralho.. isto é o fim do mundo..só pode.."
Não gostei de ver o Leixões perder mas delirei com as caralhadas que à minha volta disseram. Sempre com o coração à beira da boca. Demasiado perto.
É a alma das gentes do Mar.
sábado, 4 de abril de 2009
Shshshshsh
Com o telemóvel avariado desde quinta-feira à noite e o PDA esquecido no office, estou assim como que incontactável. Precisa-se vontade para ir comprar um e para ir buscar o outro este weekend. A ver vamos.. até lá o O. recebe 59359 chamadas para mim.. e eu continuo num silêncio que há muito desconhecia. Não fosse o trabalho e garanto que continuava assim.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
terça-feira, 31 de março de 2009
Como se diz cá por casa não há como fugir ao destino. E infelizmente a morte tem rodeado toda a nossa familia. Hoje, um irmão da minha sogra (tio do Orlando) faleceu. Andava a pintar a casa e caiu da escada. Faleceu ali mesmo. Não foi de doença e nada o fazia prever. Mas o que é que nos faz estar exactamente no sitio errado, à hora errada? Agarro-me à ideia que é o destino e que nada nem ninguém pode fazer nada para o mudar. Apressadamente dirigi-me para casa dos pais do O. para oferecer um ombro amigo à minha sogra. E ao olha-la revi-me. Não na relação dela com o irmão que era mais distante da que tinha com o meu, mas no seu olhar. Incrédulo, distante, ansioso. Soube exactamente o que sentia. Poderia te-lo descrito ali, pormonorizadamente sem ninguém mo pedir. Mas todos os pormenores, por mais que fossem, resumir-se-iam no facto de não acreditar. E eu soube-o assim que a olhei. E ela soube-o assim que me olhou. As lágimas caíram para logo secarem. A sua preocupação era com os outros. Tal como outrora o fiz.
domingo, 29 de março de 2009
Playboy

Nem eu nem o Orlando vencemos. Andávamos há semanas a apostar em quem seria a capa da Playboy e falhamos. Eu esperava alguém que criasse mais impacto, como foi o convite feito à Silvia Rizzo, nunca uma Mónica Sofia e muito menos com aquele piercing horroroso no umbigo ( ela é gira e tal, mas é uma escolha muito previsivel). Assumo que fui uma das mulheres que comprou a revista e não me convenceu. Obviamente que o O. e a maltinha lá do office agradeceram. Mas meus queridos, para o próximo mês não contem com a je, comprem-na vocês.
sábado, 28 de março de 2009
Sushi Baby
Se ouço mais uma vez que seja naquele escritório a cantarem... sushi baby..sushi baby... juro que esgano alguém.. É que pior que a frase ( sim porque eles só cantam essa parte) é o tom que o fazem, geralmente depois duma conversa menos própria sobre alguma gaja.
quinta-feira, 26 de março de 2009
Seis meses
segunda-feira, 23 de março de 2009
Sissi
A nossa sweet home recebeu outro habitante. Tem dois meses, é afável, traquina e faz aqueles graças típicas da idade. Para nosso espanto corre tudo e não se amedronta perante as outras 3 mulherzinhas cá de casa. Elas ficam assim como quem não sabe o que fazer mas aos poucos vão-se a habituando.. A Daisy é que no sábado, em jeito de amuada e mimalhinha, pela primeira vez foi dormir para o sofá..Ohhh.. Pior só mesmo o guizo a toda a hora..
Mas a pequenina deu vida à casa.
Linda e irresistível.
Mas a pequenina deu vida à casa.
Linda e irresistível.
sexta-feira, 20 de março de 2009
quarta-feira, 18 de março de 2009
Eu no mundo dos homens
Que a informática é um mundo maioritariamente masculino já sabia. Que o ramo de equipamentos e software informáticos para restauração é ainda mais masculino também. Era uma questão de tempo até ser alvo dum acto de "discriminação", e isso também eu já sabia. E ei-lo. Chegou na voz dum cliente. Relatando. Fala comigo ao telefone sobre um sistema de vigilância. Agendo com ele uma visita ao seu estabelecimento para o dia seguinte, mas cinco minutos passaram e ele liga para o L. Estranhei uma vez que já tinha combinado tudo com ele. Faz ao L. as mesmas perguntas, leva as mesmas respostas e termina em beleza - eu falei à pouco com uma menina aí da empresa mas sabe isto das vigilâncias é melhor tratar com um homem, sabe como é..assuntos de homens..
Não, não sabia.
Não, não sabia.
terça-feira, 17 de março de 2009
Eu disse
Pois bem.. A febre chegou, a dor de ouvidos e garganta também. Parece que a gripe já deve estar a passar as portagens. Com tanta invasão, o relógio ainda marca 21 e eu refugiei-me na cama.
sexta-feira, 13 de março de 2009
Sempre dissemos que acabaríamos a trabalhar juntos. O meu irmão soltava sempre " Um dia trabalharás para mim", mas já sabia que a correcção viria. "Para ti não, contigo". Ele sorria sempre, olhava-me carinhosamente e lembrava-me que era um mundo de trabalho para lá de intensivo. Eu não tinha medo, nem tão pouco me assustava com isso e ele, melhor que ninguém, sabia-o. Projectávamos a minha entrada de mansinho na Contacto, e a gerência da grande obra da sua vida que seria o Restaurante que ia abrir, juntamente com o seu melhor cliente e amigo. Era um projecto daqueles que nos dão calafrios na barriga só de pensar. Um espaço enorme numa das mais movimentadas ruas desta Terra de Horizonte e Mar. Os meus pais inicialmente ficaram apreensivos mas depressa todo e qualquer receio se dissipou. Bastava ouvi-lo. Bastava observa-lo e acreditávamos. Com a sua capacidade de trabalho, empreendedorismo e inteligência sabíamos que seria capaz de levar adiante este sonho gigante. Só dele. Especial e feito à sua medida. Quando nos mostrou o espaço as ideias dele fluíram. Sabia exactamente como queria cada canto dos dois andares. Tinha tudo na mente e as palavras eram reflexo disso mesmo. Falou-nos sem hesitação, firme e foi capaz de nos dizer exactamente o que pretendia. Ele era assim,tinha essa capacidade única de acreditar e fazer-se acreditar . Infelizmente não teve tempo para o concretizar. Talvez tenha sido Deus que assim ditou, não sei.Naquele factidico dia que nos roubou toda a nossa vida, todos os nossos sonhos sabia que não conseguiria levar adiante esse sonho, dele. Com a vida completamente virada do avesso tive que tomar muitas decisões e das quais me orgulho. Lembro-me que nem tive medo. Fiquei gelada com o sangue bloqueado e recusava-me a acreditar. Não era assim que as coisas deveriam ter acontecido. Eu ia entrando na Contacto pouco a pouco. Mas o pior aconteceu e tinha lhe prestar a maior homenagem. Por tudo e por nada, mas essencialmente por ser ele quem mais amo e admiro, por ter sido ele o meu Herói toda a minha vida, por todos os amo-te que dissemos e por todos os que ficaram por dizer. E assim foi, a menina virou mulher naquele dia. E só tinha duas preocupações, a minha família e a empresa. O resto viria por arrasto. Hoje olho para trás e receio o futuro. Não chorei a partida dele e sei disso. Inconscientemente ainda dou por mim em casa sentada à mesa, à espera de o ver chegar naquele jeito apressado tão dele. Mas ele não chega. E sinto os meus pais a morrerem lentamente, a envelhecerem dia após dia numa vida que não era suposto ser assim. Todos os dias eu sorrio-lhes. Todos os dias mostro-lhes uma Áurea com boa cara ainda que cansada. Todos os dias lhes falo da minha maratona diária, para que não se preocupem. Todos os dias me ligam a perguntar a que horas chego para jantar, tal como durante 27 anos fizeram com o meu irmão. Assim, muitas vezes chego a casa e limpo as lágrimas no vão da escada. Sei que sofrem ainda mais por me verem sofrer, e eu faço tudo,tudo para amenizar a dor deles, uma dor inconcebível, só deles e que lhes retirou parte da vida.
quinta-feira, 12 de março de 2009
Parabéns a voce
terça-feira, 10 de março de 2009
Ora toma
Hoje fui ao ginásio. Inacreditavelmente eu sei, mas a mais que não seja para calar as bocas de gozo e descrédito do sr meu marido que apostou que não iria. Fui após o trabalho e estou exausta. O meu corpo só pede banheira, massagens e cama. E cama e mais cama. De enervar as parvinhas que por lá se passeiam e discutem as cores das unhas, a noite do Porto, os calções do personal trainer. Cinco minutos de exercício, dez de conversa empoleiradas nas máquinas. Enfim. A registar o dez a zero que a minha mãe me deu. Uma força da natureza esta minha mãe.
segunda-feira, 9 de março de 2009
Coração alfacinha
A menina que partiu para Lisboa, para três anos depois regressar mulher, foi este fim-de-semana à capital visitar aqueles que lhe enchem a alma.
Ombros amigos, sorrisos sinceros, piadas na altura certa. De coração aberto abracei-me a cada um deles. Ai que as saudadinhas apertavam.Foi um desabafo na altura certa, prestes a explodir. Foi o chorar sorrindo, o sorrir a chorar. Foram gestos de carinho que me limparam as lágrimas. É o saber ouvir, o dizer que se gosta porque se gosta e se quer bem. Sem contrapartida alguma, apenas porque é bom dar mas também receber. E isso de tão raro torna-se quase que inatingível e inconcebível, assumindo um misto de precioso. Algo que me orgulho de ter na minha vida. Ainda que longe, amigos que são isso mesmo. Amigos. Com tudo o que isso implica.
E aqui deste cantinho, no norte, tenho-vos no coração.
Eu volto.
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