"Perhaps they are not stars, but rather openings in heaven where the love of our lost ones pours through and shines down upon us to let us know they are happy."
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Nunca fui adepta do Natal.Nunca achei piada ao consumo desenfreado típico desta altura. Não gosto do dar por dar, que geralmente culmina em ofertas que pouco ou nada nos dizem, daquelas que demoramos horas a descobrir que vamos fazer com elas.Não suporto o tire o preço sff e o mas a pessoa ao trocar vai saber o preço?. Irritam-me os centros comerciais sempre à pinha, as filas enormes para estacionar, as pessoas lentas e distraídas que atrapalham a circulação dos demais. Não suporto as musiquinhas de Natal que se fazem ouvir em todo o lado e as galas de Natal em tudo que é canal de televisão, para já não falar da publicidade aos brinquedos e ao Ferrero Rocher. Detesto bacalhau, o bolo-rei, as rabanadas.Odeio aqueles que se fazem muito solidários nesta época, quando no resto do ano se esquecem que existe o próximo. Não gosto do amo-te desta altura. Gosto do amo-te todos os dias. De o dizer sempre aos meus pais e ao Orlando ao acordar. Gosto de mostrar às minhas amigas o quão são importantes para mim todo o ano, do adoro-te quando é preciso e faz bem. Gosto de pensar no meu irmão, no meu Anjo e Príncipe e embora consumida pela dor, dizer-lhe que será sempre o meu guia e acima de tudo o grande amor da minha vida. E gosto ainda mais de saber que fui sempre assim, nunca tive medo do amo-te, do és tudo para mim. Com o muito que ficou para lhe dizer, o mais importante dissemo-lo. Que nos amávamos, que daríamos a nossa vida um pelo outro. E não o dizíamos apenas levados pelo espírito natalício. Diziamo-lo sempre, sempre que o nosso coração pedia. Fosse que dia fosse.
Cá andamos
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
domingo, 30 de novembro de 2008
24 de Novembro II
Ele há coisas absolutamente incríveis, que de tão estúpidas só me dão é vontade de rir. Na tentativa de não partir tudo à minha frente, é claro.
Então não é que mal entro no gabinete 27 ou enfermaria ou lá o raio que o parta, apressada, histérica, deparo-me logo com outro individuo? E dizem vocês é natural Áurea, numa enfermaria estão sempre 7 ou 8 doentes. Pois é natural, mas não me parece nada normal que tenham posto exactamente na cama ao lado da do Orlando quem o tentou matar. Infelizmente a palavra é injusta e cruel, mas foi isso mesmo que ele quis fazer tendo-se mesmo gabado de o ter feito . Azarito amigo, temos um anjo protector lá em cima. Cabe na cabeça de alguém terem-los posto lado a lado? Não havia camas? Trocavam doentes, mudavam-nos de piso, de hospital, o que fosse..Agora lado a lado..
Não obstante, esperamos das 14 às 19horas por uma ambulância que tinha ido levar um doente a Sta. Marta. Eu imagino se tivesse ido a V.F.Xira, se calhar ainda la estávamos. Aos médicos que o trouxeram na ambulância tive a preocupação de perguntar se conheciam o caminho até ao hospital, claro - responderam-me prontamente. Assim sendo eu e o meu sogro viemos um pouquinho adiantados, uns cem metros, se tanto. Ora bem, eles tanto não sabiam o caminho que chegaram 35 minutos depois de nós e ainda teve que ser o pobre do Orl a levantar-se da maca e a explicar o caminho até ao Pedro Hispano.
Chegados ao Pedro Hispano constataram que do hospital A-Sintra se esqueceram de enviar o CD-ROM com todos os exames feitos. Muito importante - dizia-me o cirurgião lá em baixo. Pois, notou-se. Lá foi ele repetir tudo e mais alguma coisa. Não tinha cama para ele, pois segundo eles o A-S não o tinha reservado. Se atendessem o telefone talvez o tivessem feito. Pois então trata de dormir no corredorzinho. Um cobertor? Não acham que estão a pedir muito?
No dia seguinte ninguém que conseguia dizer quando seria realizada a operação para extracção da bala, mas bastou um telefonema recebido para ser feita de imediata. Ainda dizem que pressões não dão resultado.
E dão. Mas infelizmente para os dois lados. O Orlando foi operado as 19horas, estive com ele as 22horas (ainda estava sob efeito da anestesia geral), e eram 9h da manhã estavam-me a ligar para o ir buscar pois tinha tido alta. Tonezinha como sou pensei que o médico que o viu de manhã lhe tivesse falado sobre a operação,consequências e essas tretas todas do pós-operatório. Qual quê? Trouxe-o para casa, sem sabermos sequer quando teria que ir trocar o penso. Enfim, muita pressa para o despachar, não fosse todo o zum zum continuar.
De ressalvar a simpatia dos médicos ( sem ironias, o meu sincero obrigado)e a extrema eficiência
de cobrança do Hospital Amadora-Sintra que na quarta-feira já tinha enviado a conta cá para casa. Não fosse ficar esquecida como o CD-ROM.
Então não é que mal entro no gabinete 27 ou enfermaria ou lá o raio que o parta, apressada, histérica, deparo-me logo com outro individuo? E dizem vocês é natural Áurea, numa enfermaria estão sempre 7 ou 8 doentes. Pois é natural, mas não me parece nada normal que tenham posto exactamente na cama ao lado da do Orlando quem o tentou matar. Infelizmente a palavra é injusta e cruel, mas foi isso mesmo que ele quis fazer tendo-se mesmo gabado de o ter feito . Azarito amigo, temos um anjo protector lá em cima. Cabe na cabeça de alguém terem-los posto lado a lado? Não havia camas? Trocavam doentes, mudavam-nos de piso, de hospital, o que fosse..Agora lado a lado..
Não obstante, esperamos das 14 às 19horas por uma ambulância que tinha ido levar um doente a Sta. Marta. Eu imagino se tivesse ido a V.F.Xira, se calhar ainda la estávamos. Aos médicos que o trouxeram na ambulância tive a preocupação de perguntar se conheciam o caminho até ao hospital, claro - responderam-me prontamente. Assim sendo eu e o meu sogro viemos um pouquinho adiantados, uns cem metros, se tanto. Ora bem, eles tanto não sabiam o caminho que chegaram 35 minutos depois de nós e ainda teve que ser o pobre do Orl a levantar-se da maca e a explicar o caminho até ao Pedro Hispano.
Chegados ao Pedro Hispano constataram que do hospital A-Sintra se esqueceram de enviar o CD-ROM com todos os exames feitos. Muito importante - dizia-me o cirurgião lá em baixo. Pois, notou-se. Lá foi ele repetir tudo e mais alguma coisa. Não tinha cama para ele, pois segundo eles o A-S não o tinha reservado. Se atendessem o telefone talvez o tivessem feito. Pois então trata de dormir no corredorzinho. Um cobertor? Não acham que estão a pedir muito?
No dia seguinte ninguém que conseguia dizer quando seria realizada a operação para extracção da bala, mas bastou um telefonema recebido para ser feita de imediata. Ainda dizem que pressões não dão resultado.
E dão. Mas infelizmente para os dois lados. O Orlando foi operado as 19horas, estive com ele as 22horas (ainda estava sob efeito da anestesia geral), e eram 9h da manhã estavam-me a ligar para o ir buscar pois tinha tido alta. Tonezinha como sou pensei que o médico que o viu de manhã lhe tivesse falado sobre a operação,consequências e essas tretas todas do pós-operatório. Qual quê? Trouxe-o para casa, sem sabermos sequer quando teria que ir trocar o penso. Enfim, muita pressa para o despachar, não fosse todo o zum zum continuar.
De ressalvar a simpatia dos médicos ( sem ironias, o meu sincero obrigado)e a extrema eficiência
de cobrança do Hospital Amadora-Sintra que na quarta-feira já tinha enviado a conta cá para casa. Não fosse ficar esquecida como o CD-ROM.
sábado, 29 de novembro de 2008
24 de Novembro
O O. tinha ido para Lisboa, assim aproveitei a tarde domingo no escritório. Ao fim do dia, já em casa da Cláudia a lanchar, partilhei com ela e com o marido que não estava com bom pressentimento. Não sei..feelings.. Não se explica..
Estremunhada, estranhei os três toques apressados na campainha. Quando olhei para o relógio, 6 da manhã, ainda adormecida, senti logo que não seria boa noticia. Aos tropeções, eu e a minha mãe abrimos a porta. Na rua, envolto na escuridão surgiu o meu sogro. Despertei na hora e em segundos revivi o pior dia da minha vida, a ultima noticia que ele me havia dado, a morte de quem mais amo, o meu irmão, o meu anjo protector. Fora há tão pouco tempo que não queria acreditar que algo mais poderia vir. O meu coração diminuiu, diminuiu.Parou. Menina venha comigo a Lisboa - disse. Morreu? - gritei do alto. O alivio surgiu quando me disse que tinha sido apenas a anca e que já falara com ele. Mas eu precisei de o ouvir e só descansei quando falei com ele. O choro e o riso confundiram-se num misto de tristeza e alegria.
Bruno protegeste-o. O meu coração avisou-me de antemão.
E eu segui de imediato para a a capital.
Estremunhada, estranhei os três toques apressados na campainha. Quando olhei para o relógio, 6 da manhã, ainda adormecida, senti logo que não seria boa noticia. Aos tropeções, eu e a minha mãe abrimos a porta. Na rua, envolto na escuridão surgiu o meu sogro. Despertei na hora e em segundos revivi o pior dia da minha vida, a ultima noticia que ele me havia dado, a morte de quem mais amo, o meu irmão, o meu anjo protector. Fora há tão pouco tempo que não queria acreditar que algo mais poderia vir. O meu coração diminuiu, diminuiu.Parou. Menina venha comigo a Lisboa - disse. Morreu? - gritei do alto. O alivio surgiu quando me disse que tinha sido apenas a anca e que já falara com ele. Mas eu precisei de o ouvir e só descansei quando falei com ele. O choro e o riso confundiram-se num misto de tristeza e alegria.
Bruno protegeste-o. O meu coração avisou-me de antemão.
E eu segui de imediato para a a capital.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Que mal fiz eu?
A ocasião pede um PUTA QUE PARIU A MINHA VIDA.
Um polícia ficou hoje ferido numa troca de tiros com um indivíduo que tentou assaltar, sem sucesso, um taxista na Amadora.
Fonte da PSP avançou à Lusa que durante a troca de tiros o individuo que tentou assaltar um taxista, às 01h20, na praça de táxis da Amadora, também ficou ligeiramente ferido. "O taxista foi abordado por um homem que o tentou assaltar. Um outro taxista que viu a situação deu o alerta às autoridades que chegaram rapidamente ao local", explicou. Em comunicado, a PSP indica que ao chegarem ao local os agentes "foram recebidos a tiro tendo um deles sido atingido numa perna junto à virilha". A polícia respondeu aos disparos, tendo o suspeito sido "atingido numa perna e zona da bacia", acrescenta a mesma nota.O indivíduo, segundo a PSP de Lisboa, fugiu depois a pé para uma rua sem saída onde acabaria por ser detido. O polícia e o suspeito foram depois transportados para o hospital Amadora-Sintra, onde ficaram internados. Nenhum se encontra em perigo de vida.Na operação foi apreendida a arma utilizada pelo suspeito, cinco invólucros e uma munição, todos de calibre 7.65 mm.
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Toque no coração
Porque existem mensagens que pela sua simplicidade nos tocam o coração. E esta em especial, trouxe-me lembranças que me enchem de orgulho. Pelo que foste, pelo que ainda és.
E o carinho que nutrem por Ti, chega-me à alma.
Provavelmente não te lembras de mim, ele devia-me chamar La Féria na altura, ele fazia questão de avisar as professoras nas primeiras aulas, eu dizia "chamo-me Miguel", ele levantava-se e dizia "ó stôra, não é nada, é La Féria!" :)
Tudo isto me fez lembrar muitas coisas que passamos juntos.. fazer os testes dele de TTI, de ele me pedir para ir com ele ao médico e ser uma vidente, emprestar o meu blusão da Levis pra ele sair com a Mónica para o Batô, de começarmos a comprar equipamento de musculação, ir a pé para o Solar e muita mais coisa.. enfim, custa-me a mim olhar para a foto, imagino a ti..
Estive com ele no Fonte Luz duas semanas antes, quando estive aí de férias, não falávamos á uns anos, mas na meia hora que conversamos quando eu lhe perguntei pela irmã, ele disse de imediato "está uma mulher" com um sorriso na cara e "o meu cunhado é um porreiraço"..
Quando éramos da mesma turma na Industrial, perdi o meu pai num acidente muito estúpido, tinha 18 e na altura ele ajudou-me a ultrapassar, ultrapassar não, atenuar a situação.. Já deves estar farta de conselhos , como eu estava, mas, mesmo assim, gostava de te dizer que somente o tempo te fará olhar para trás com um sorriso e quanto mais rápido tiveres esse sorriso, mais depressa fazes a tua vida.. Comigo foi assim.. acabei por chegar á conclusão que apenas nós que ficamos aqui é que sofremos, os que partem estão com um sorriso a olhar por nós.. :) ´
Manda beijinhos meus á tua mãe, acho que ela ainda se deve lembrar de mim.. :) Beijinhos, sê muito feliz!
Obrigado Miguel.
E o carinho que nutrem por Ti, chega-me à alma.
Provavelmente não te lembras de mim, ele devia-me chamar La Féria na altura, ele fazia questão de avisar as professoras nas primeiras aulas, eu dizia "chamo-me Miguel", ele levantava-se e dizia "ó stôra, não é nada, é La Féria!" :)
Tudo isto me fez lembrar muitas coisas que passamos juntos.. fazer os testes dele de TTI, de ele me pedir para ir com ele ao médico e ser uma vidente, emprestar o meu blusão da Levis pra ele sair com a Mónica para o Batô, de começarmos a comprar equipamento de musculação, ir a pé para o Solar e muita mais coisa.. enfim, custa-me a mim olhar para a foto, imagino a ti..
Estive com ele no Fonte Luz duas semanas antes, quando estive aí de férias, não falávamos á uns anos, mas na meia hora que conversamos quando eu lhe perguntei pela irmã, ele disse de imediato "está uma mulher" com um sorriso na cara e "o meu cunhado é um porreiraço"..
Quando éramos da mesma turma na Industrial, perdi o meu pai num acidente muito estúpido, tinha 18 e na altura ele ajudou-me a ultrapassar, ultrapassar não, atenuar a situação.. Já deves estar farta de conselhos , como eu estava, mas, mesmo assim, gostava de te dizer que somente o tempo te fará olhar para trás com um sorriso e quanto mais rápido tiveres esse sorriso, mais depressa fazes a tua vida.. Comigo foi assim.. acabei por chegar á conclusão que apenas nós que ficamos aqui é que sofremos, os que partem estão com um sorriso a olhar por nós.. :) ´
Manda beijinhos meus á tua mãe, acho que ela ainda se deve lembrar de mim.. :) Beijinhos, sê muito feliz!
Obrigado Miguel.
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Não saber magoa, mas protege.
Mas nunca me permiti não saber. Obrigo-me a pelo menos deitar-me de consciência que fiz tudo em busca da verdade.
Saber magoa. O descobrir ainda mais. Mas é a único caminho capaz de me salvar da loucura eminente por desgosto tão grande.Tomar conhecimento e guardar num fundinho perdido do consciente, proteger, acima de tudo, quem mais amamos.
Os pesadelos intensificam-se e acompanhar-me-ão para sempre, mas aproxima-me de ti dirigir-me àquele sitio injusto, cruel onde estava destinado que partirias para sempre.
Sinto-te perto e sinto tanto a tua falta.
Serás o meu Príncipe, sempre.
E sei, claro que sei irmão..Olharás sempre por mim.
Mas nunca me permiti não saber. Obrigo-me a pelo menos deitar-me de consciência que fiz tudo em busca da verdade.
Saber magoa. O descobrir ainda mais. Mas é a único caminho capaz de me salvar da loucura eminente por desgosto tão grande.Tomar conhecimento e guardar num fundinho perdido do consciente, proteger, acima de tudo, quem mais amamos.
Os pesadelos intensificam-se e acompanhar-me-ão para sempre, mas aproxima-me de ti dirigir-me àquele sitio injusto, cruel onde estava destinado que partirias para sempre.
Sinto-te perto e sinto tanto a tua falta.
Serás o meu Príncipe, sempre.
E sei, claro que sei irmão..Olharás sempre por mim.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Parabéns ao nosso pai
Sabes Bruno hoje nem consigo encarar o nosso pai. Foste sempre o mais festivo nos aniversários, e hoje, no dia em que ele completa 55 anos noto-lhe nos olhos a vontade de desaparecer. A dor da tua partida torna-se insuportável e aumenta a cada dia que passa. Que raio de viagem é essa que nunca mais termina? Tento encontrar os meus sonhos mas eles partiram naquele dia contigo. Já nem o meu sono leve encontro mais. Ficaram os pesadelos e a dor perdida nas noites cada vezes mais longas. Tento não pensar, mas isso não se controla, e pergunto-me que sentiste. Quero acreditar que não sofreste, que partiste no imediato mas o meu coração....
Refugio-me naquela que fizeram de tua última mensagem e embora saibamos que foi criada por um qualquer senhor da funerária, senti-mo-la verdadeiramente como tua. Porque há a certeza que assinarias por baixo.
Não choreis a minha morte como aqueles que não têm esperança.
Eu deixo a Terra levando no coração os que nela mais amei e vou esperar no seio bendito e misericordioso de Deus, o feliz momento de uma reunião eterna.
Morro mas a minha alma não morre: amar-vos-ei, no Céu, como vos amei na Terra.
Só morre quem nunca viveu no coração de alguém.
A vida não acaba apenas se transforma.
Refugio-me naquela que fizeram de tua última mensagem e embora saibamos que foi criada por um qualquer senhor da funerária, senti-mo-la verdadeiramente como tua. Porque há a certeza que assinarias por baixo.
Não choreis a minha morte como aqueles que não têm esperança.
Eu deixo a Terra levando no coração os que nela mais amei e vou esperar no seio bendito e misericordioso de Deus, o feliz momento de uma reunião eterna.
Morro mas a minha alma não morre: amar-vos-ei, no Céu, como vos amei na Terra.
Só morre quem nunca viveu no coração de alguém.
A vida não acaba apenas se transforma.
Bruno Fonseca
30-09-1980
26-09-2008
Parabéns meu querido Pai.
Dos teus filhos, que te amam muito..
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Coração cheio
Regressei ao Porto com a certeza que trazia no coração a verdadeira amizade.
Não me enganei.
Cada gesto, cada carinho, cada frase dita em silêncio confortou-me a alma. Mesmo longe, estiveram presentes em todos momentos, a cada segundo e têm sido um enorme ombro.
Para vocês meus queridos amigos tenho 1000 palavras.. E apenas uma, porque há coisas que não se descrevem.
Um enorme obrigado,


Faltam nestas fotos as queridas Marlene e Andrea , BB's, Cátia e Rita.
Prometida para breve uma visita.
Não me enganei.
Cada gesto, cada carinho, cada frase dita em silêncio confortou-me a alma. Mesmo longe, estiveram presentes em todos momentos, a cada segundo e têm sido um enorme ombro.
Para vocês meus queridos amigos tenho 1000 palavras.. E apenas uma, porque há coisas que não se descrevem.
Um enorme obrigado,
Faltam nestas fotos as queridas Marlene e Andrea , BB's, Cátia e Rita.
Prometida para breve uma visita.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
domingo, 26 de outubro de 2008
Meu Herói
Faz hoje um mês que partiste meu Herói. E as saudades apenas são proporcionais ao imenso amor que sinto por ti.
Querido irmão
Querido irmão
Digo eu
Ora vamos lá ver se a gente se entende.
Ao longo dos meus 24 anos sempre fui magra. Sempre. Facto que na adolescência me causou enorme desgosto. Não houve medicamento, vitaminas, ginásio ou plano alimentar capaz de reverter a situação. Lembro me que num acto de desespero até a Corporacion Dermoestetica visitei. Sem mais alternativa, os anos foram passando, e os complexos também. Que poderia fazer? Rien. Nunca ninguém está bem com a sorte que tem. E vestir 34 e pesar 52kg não pode ser assim tão raro.
A ironia de tudo isto, é que nos últimos anos quando ouço alguma boca relativa ao meu peso é sempre (salvo raras excepções existentes) de gente gorda, a quem eu poderia facilmente dizer que o que tenho a menos concerteza é o que têm a mais, e que não devem ter espelhos em casa. Devem ficar frustradas quando surjo, só pode. Mas eu não sou assim, simplesmente. Peco por excesso de bom-senso e solidariedade com os outros, e até o Orlando já fica aborrecido com a situação.
Se nunca suportei estes comentários, no ultimo mês roça o mau-gosto.
Assim fica aqui atestado e declarado que infelizmente estou com 49kg mas,
Ao longo dos meus 24 anos sempre fui magra. Sempre. Facto que na adolescência me causou enorme desgosto. Não houve medicamento, vitaminas, ginásio ou plano alimentar capaz de reverter a situação. Lembro me que num acto de desespero até a Corporacion Dermoestetica visitei. Sem mais alternativa, os anos foram passando, e os complexos também. Que poderia fazer? Rien. Nunca ninguém está bem com a sorte que tem. E vestir 34 e pesar 52kg não pode ser assim tão raro.
A ironia de tudo isto, é que nos últimos anos quando ouço alguma boca relativa ao meu peso é sempre (salvo raras excepções existentes) de gente gorda, a quem eu poderia facilmente dizer que o que tenho a menos concerteza é o que têm a mais, e que não devem ter espelhos em casa. Devem ficar frustradas quando surjo, só pode. Mas eu não sou assim, simplesmente. Peco por excesso de bom-senso e solidariedade com os outros, e até o Orlando já fica aborrecido com a situação.
Se nunca suportei estes comentários, no ultimo mês roça o mau-gosto.
Assim fica aqui atestado e declarado que infelizmente estou com 49kg mas,
- Não, não sofro de anorexia.
- Não, não me deixei de alimentar
- Não, não me parece assim tão estranho que mesmo assim tenha emagrecido.
- Não há alguém que consiga tirar da mentezinha que talvez o escuro das minhas roupas me emagreça?
- Não há alguém que pare para pensar que a pior coisa que posso ouvir neste momento são esse tipo de comentários, que só me aumentam o transtorno?
E por último, e porque até já me alonguei demais para a importância que isto deveria ter,
Mas alguém já me viu gorda?
Não pois não? Então qual é a novidade?
sábado, 18 de outubro de 2008
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Isso não mudou
Lembro-me quando nos conhecemos. A empatia foi imediata. Partilhamos segredos, brincadeiras, sonhos. Sonhos de meninas. Daqueles em que o sorriso nunca dá lugar ás lágrimas. Daqueles em que existe um príncipe encantado. Os anos passaram e ambas seguimos rumos diferentes. A vida assim o ditou, mas mantivemos o espírito de amizade que sempre nos uniu. Quis o destino que nos cruzássemos. E desta vez para sempre. Fiquei tremendamente feliz. O meu Príncipe e tu,juntos. Apartir desse dia, amigas, cunhadas. Como a mamã faz questão de dizer, uma segunda filha para ela, uma irmã para mim. A tragédia assolou a nossa família perfeita. Desmembrou-a cruelmente. E o nosso menino, o nosso herói partiu precocemente. A nossa casa, onde juntos partilhávamos tudo, ficou sombria, terrivelmente vazia e nada mais será como antes. A não ser o facto de continuares connosco, filha, irmã, como fora até aquele terrível dia. E não chegarão mil obrigados por todo o apoio tens dado aos meus pais. E não chegarão outros tantos por toda a felicidade que deste ao nosso Príncipe. Por tudo isto e muito mais Carolina, pela vida fora, nunca esqueças estarei sempre aqui para tudo, irmã, cunhada e amiga, sempre que precisares..Como até então.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Contacto
Por mais que custe e recusemos a vida prossegue. Injusta. Mas prossegue. E sem piscar os olhos, sem um momento de hesitação, naquele dia decidi correr todos os riscos e prosseguir o teu sonho, o teu projecto que com tanto esforço desenvolveste e orgulhosamente vi crescer.
Com a perfeita noção do árduo percurso que tenho pela frente, recuso-me a não tentar, a findar o que ocupou todos os teus dias, que te proibiu de me visitares tanto quanto gostaria enquanto estive ausente. Sempre disseste que quando regressasse trabalharia contigo. E cá estou eu meu irmão.
Por ti, por toda a tua vida e por tudo que és para mim, a Contacto Digital continua.
Com a perfeita noção do árduo percurso que tenho pela frente, recuso-me a não tentar, a findar o que ocupou todos os teus dias, que te proibiu de me visitares tanto quanto gostaria enquanto estive ausente. Sempre disseste que quando regressasse trabalharia contigo. E cá estou eu meu irmão.
Por ti, por toda a tua vida e por tudo que és para mim, a Contacto Digital continua.
Etiquetas:
Bruno Fonseca,
Contacto,
My life
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Bruno
O mundo desabou naquela manhã e nada mais será como foi um dia.
Perdi um irmão. Perdi um padrinho de casamento. Perdi o padrinho do filho que virá um dia. Sozinha, recusei acreditar tinhas partido.Tu que sempre amei incondicionalmente, Tu que eras o centro do meu eu, que me guiavas, Tu que és o amor da minha vida partiste para sempre.
Uma filha nunca deveria ter que ser portadora de tão injusta notícia, uma cunhada nunca deveria ter que o contar. E tive que o fazer. A coragem surgiu não sei como. Talvez tenhas sido tu, protector, que ma transmitiste.
O mundo desabou naquela manhã.
Recordo-te abraçado a mim uns dias antes, sorrindo ao lembrares-me que seria sempre a mulher da tua vida e que darias a tua vida por mim. Eu teria dado a minha por ti também.
Partiste sem que eu sequer tenha conseguido matar as saudades que sentia por três anos longe.
O mundo desabou naquela manhã.
Reuni as forças que me restavam e naquele instante, em homenagem a Ti, meu irmão querido, decidi continuar, ou pelo menos tentar, o sonho que iniciaste e que com tanto esforço fizeste chegar onde chegou.
O mundo desabou naquela manhã mas sei que me guiarás para sempre.
Partiste, mas sei que foste muito feliz.
Partiste, certo do orgulho que sempre tive em ti.
Partiste, com a certeza que eras a minha metade.
Partiste, mas sempre te disse o quanto te amo.
És a Minha estrela
Perdi um irmão. Perdi um padrinho de casamento. Perdi o padrinho do filho que virá um dia. Sozinha, recusei acreditar tinhas partido.Tu que sempre amei incondicionalmente, Tu que eras o centro do meu eu, que me guiavas, Tu que és o amor da minha vida partiste para sempre.
Uma filha nunca deveria ter que ser portadora de tão injusta notícia, uma cunhada nunca deveria ter que o contar. E tive que o fazer. A coragem surgiu não sei como. Talvez tenhas sido tu, protector, que ma transmitiste.
O mundo desabou naquela manhã.
Recordo-te abraçado a mim uns dias antes, sorrindo ao lembrares-me que seria sempre a mulher da tua vida e que darias a tua vida por mim. Eu teria dado a minha por ti também.
Partiste sem que eu sequer tenha conseguido matar as saudades que sentia por três anos longe.
O mundo desabou naquela manhã.
Reuni as forças que me restavam e naquele instante, em homenagem a Ti, meu irmão querido, decidi continuar, ou pelo menos tentar, o sonho que iniciaste e que com tanto esforço fizeste chegar onde chegou.
O mundo desabou naquela manhã mas sei que me guiarás para sempre.
Partiste, mas sei que foste muito feliz.
Partiste, certo do orgulho que sempre tive em ti.
Partiste, com a certeza que eras a minha metade.
Partiste, mas sempre te disse o quanto te amo.
És a Minha estrela
terça-feira, 7 de outubro de 2008
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
domingo, 21 de setembro de 2008
Silence
Habituada que estava à minha solidão lisboeta, dou por mim a conter os gritos que me assolam, na tentativa desesperada de não me descontrolar. Não que os de cá estejam mal, eu é que já me tinha acomodado ao silêncio, tornamo-nos melhores amigos e não estamos juntos há algum tempo.
O meu quotidiano mudou muito. De água para vinho, de branco para preto, de Lisboa para o Porto. Encontro-me numa dualidade interior, com a qual estou a aprender a viver, mas a solidão faz-me falta, muita falta. De vez em quando dou por mim rodeada de tudo e abstraída no meu nada, só meu, e aí tento encontrar o meu sshhhh..Não ouço nada..de repente sonho com o mundo mudo à minha volta Desfruto da minha única companhia, dos meus pensamentos leves e comprometidos.. Mas meus..só meus..
Por isto tudo e mais alguma coisa rumamos a Vidago na sexta-feira, de onde voltei renovada.E isso não se paga.
Há muito que não ria assim.. Há muito não me sentia assim.

O meu quotidiano mudou muito. De água para vinho, de branco para preto, de Lisboa para o Porto. Encontro-me numa dualidade interior, com a qual estou a aprender a viver, mas a solidão faz-me falta, muita falta. De vez em quando dou por mim rodeada de tudo e abstraída no meu nada, só meu, e aí tento encontrar o meu sshhhh..Não ouço nada..de repente sonho com o mundo mudo à minha volta Desfruto da minha única companhia, dos meus pensamentos leves e comprometidos.. Mas meus..só meus..
Por isto tudo e mais alguma coisa rumamos a Vidago na sexta-feira, de onde voltei renovada.E isso não se paga.
Há muito que não ria assim.. Há muito não me sentia assim.
sábado, 20 de setembro de 2008
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Vai uma aposta?
Todas as mulheres que me rodeiam têm uma boa relação, excelente arrisco mesmo, com o cabeleireiro, e é vê-las felizes e contentes de cada vez que falam em mais uma ida ao salão.
Eu sou o contrário. Ave rara de certeza, e adio até ao inadiável, até chegar ao ponto sem retorno no qual o meu bom-senso me grita que já não dá para fugir mais.
Não se trata de receio, medos nem fobias. Tem outro nome. Preguiça. Uma preguiça enorme que me faz falhar a cada jura que será amanhã. E este amanhã normalmente vira dois, três meses. Ironicamente, tenho um cuidado extremo com o meu cabelo e sinto-me uma sortuda por não me ter rendido às tintas e afins, caso contrário estava feita. Admito que isto já virou paródia entre amigos, e claro está já se aceitam apostas.
Após ter garantido cá por casa que de hoje não passava, esta noite sonhei que me cortavam o cabelo pela orelha e mo pintavam de preto. Que pesadelo. Caso clínico, de certeza. Não sei se será um bom pronuncio, mas de hoje garanto, não passa.
Eu sou o contrário. Ave rara de certeza, e adio até ao inadiável, até chegar ao ponto sem retorno no qual o meu bom-senso me grita que já não dá para fugir mais.
Não se trata de receio, medos nem fobias. Tem outro nome. Preguiça. Uma preguiça enorme que me faz falhar a cada jura que será amanhã. E este amanhã normalmente vira dois, três meses. Ironicamente, tenho um cuidado extremo com o meu cabelo e sinto-me uma sortuda por não me ter rendido às tintas e afins, caso contrário estava feita. Admito que isto já virou paródia entre amigos, e claro está já se aceitam apostas.
Após ter garantido cá por casa que de hoje não passava, esta noite sonhei que me cortavam o cabelo pela orelha e mo pintavam de preto. Que pesadelo. Caso clínico, de certeza. Não sei se será um bom pronuncio, mas de hoje garanto, não passa.
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Para bem longe..
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Por vezes..
..mais vale jogarmos pelo seguro. Temos todo um futuro pela frente.
As férias já têm fim à vista.
Até lá, wish me luck..
As férias já têm fim à vista.
Até lá, wish me luck..
sábado, 13 de setembro de 2008
Olha a onda
Agora entendo frases como "vais ver que te faz bem" , "é bom para libertar o stress". E se te entendo menino Orlando, meu querido professor. Acabadinha de chegar da praia da minha quarta aula, directa para a cama, tal foi o jeito que dei aos ombros. Valeu o conhecimento materno que me pôs nova em 5minutos, em contraposição aos 45 nos quais pensava que a minha hora tinha chegado, e nos quais só pedia que me passasse um camião por cima. Depressa!
Ora, tirando o contratempo de hoje, tenho vindo alegre e satisfeita. E exausta. A cair. Não há mau-feitio que resista ao cansaço físico. Se os rapazes se queixam, facilmente se imagina o estado em que a magrela fica.
Completamente passada a ferro.
Ora, tirando o contratempo de hoje, tenho vindo alegre e satisfeita. E exausta. A cair. Não há mau-feitio que resista ao cansaço físico. Se os rapazes se queixam, facilmente se imagina o estado em que a magrela fica.
Completamente passada a ferro.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Versão RipCurl
Eu e Orlando sempre tivemos muita coisa em comum.
Amigos, percurso escolar, férias. Enfim crescemos lado a lado e isso reflecte-se no nosso relacionamento, uma vez que os nossos ideais não divergem muito. Com bastante frequência somos apelidados pelos amigos de infância de príncipes , segundo eles formamos uma dupla perfeita. Assim esperamos e até agora não temos razão de queixa.
Mas como não há bela sem senão, os nossos hobbies divergem um bocadinho.Grande. Ele é mais para o radical inquieto, e eu mais betinha, sossegadinha e não me meto em grandes aventuras, à excepção da enorme paixão pela condução que ambos partilhamos. Com a separação temporária, forçada, que vamos daqui para a frente viver de 6 em 6 dias, decidi que preciso acompanha-lo mais.
E ontem foi dia de ESTREIA.
Com um nó no estômago, lá fui eu ter a primeira aula de bodyboard. Foi uma experiência no mínimo diferente, com direito a vestir o fato em pleno estacionamento, que neste caso foi numa das rotundas mais concorridas em Matosinhos nesta época do ano. Envergonhada ao inicio, mas como o Orlando mesmo disse, toda a gente o faz e gajas em biquíni naquela zona é o que não falta. Animador, hein?
Mentia se dissesse que odiei. Dispensava era o terrível cansaço físico com que fiquei.
Hoje marco presença outra vez.
Amigos, percurso escolar, férias. Enfim crescemos lado a lado e isso reflecte-se no nosso relacionamento, uma vez que os nossos ideais não divergem muito. Com bastante frequência somos apelidados pelos amigos de infância de príncipes , segundo eles formamos uma dupla perfeita. Assim esperamos e até agora não temos razão de queixa.
Mas como não há bela sem senão, os nossos hobbies divergem um bocadinho.Grande. Ele é mais para o radical inquieto, e eu mais betinha, sossegadinha e não me meto em grandes aventuras, à excepção da enorme paixão pela condução que ambos partilhamos. Com a separação temporária, forçada, que vamos daqui para a frente viver de 6 em 6 dias, decidi que preciso acompanha-lo mais.
E ontem foi dia de ESTREIA.
Com um nó no estômago, lá fui eu ter a primeira aula de bodyboard. Foi uma experiência no mínimo diferente, com direito a vestir o fato em pleno estacionamento, que neste caso foi numa das rotundas mais concorridas em Matosinhos nesta época do ano. Envergonhada ao inicio, mas como o Orlando mesmo disse, toda a gente o faz e gajas em biquíni naquela zona é o que não falta. Animador, hein?
Mentia se dissesse que odiei. Dispensava era o terrível cansaço físico com que fiquei.
Hoje marco presença outra vez.
Etiquetas:
Diary,
Matosinhos,
Orlando,
Praia
sábado, 6 de setembro de 2008
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
...
Os três anos voaram. Parece que foi ontem que, sozinha, com o carro carregadinho até cima, abandonei a cidade Invicta rumo à Capital. Para trás ficariam os pais chorosos e amigos que teimavam em não acreditar que teria coragem. Mas tive, ou melhor tivemos. Lá por baixo esperava-me um Orlando receoso, feliz. Tínhamos medo do futuro, mas sentíamo-nos com coragem para provar que não éramos apenas os meninos da mamã .
E fizemo-lo.
A vida naturalmente foi-nos nos pregando umas partidas, e hoje olho para trás e tenho um orgulho imenso do nosso percurso. A dois, a quatro, a dez..Sim porque mesmo longe não existem pais mais galinhas que os nossos. E isso sabe tão bem.
Hoje agradeço a decisão que tomei. Sem ela nunca me teria cruzado com as pessoas espectaculares que me fizeram vir em lágrimas para cima.
E claro nunca teria tido a menina dos meus olhos, a Daisy.
E fizemo-lo.
A vida naturalmente foi-nos nos pregando umas partidas, e hoje olho para trás e tenho um orgulho imenso do nosso percurso. A dois, a quatro, a dez..Sim porque mesmo longe não existem pais mais galinhas que os nossos. E isso sabe tão bem.
Hoje agradeço a decisão que tomei. Sem ela nunca me teria cruzado com as pessoas espectaculares que me fizeram vir em lágrimas para cima.
E claro nunca teria tido a menina dos meus olhos, a Daisy.
terça-feira, 2 de setembro de 2008
A saudade não mata, mas mói
Um saltinho muito rápido só para dar um olá e dizer que já me encontro, definitivamente, em Matosinhos.
Mais lá para a frente partilho a despedida.
Por agora, com a casa às costas, tenho 59334 coisas para arrumar.
Mais lá para a frente partilho a despedida.
Por agora, com a casa às costas, tenho 59334 coisas para arrumar.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Subscrever:
Mensagens (Atom)




