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domingo, 21 de novembro de 2010

Já não posso ouvir falar nisto..

*GSXR - O O. está em contagem decrescente para ir buscar a dele. Ele até nem é chatinho (ao contrario de mim que em alturas de ansiedade ninguém me cala), mas sei perfeitamente que esta espera o está a moer.
*GT5 - Odeio a PS3. E o jogo ainda nem saiu e já é um dos meus ódios de estimação. O O. quer tanto que se sentia com coragem para me pedir para ir para a fila de alguma loja, para não correr o risco do dito esgotar. No café, os chatos dos meus amigos são super originais, só falam do GT5. Sorte a minha, que um amigo nosso garantiu que amanhã já o recebe na loja. Reservado. Azar o meu, que vou ter guerra pela televisão.
*Magra - Suspirinho estás tão magra. Não engordes que não é preciso. Estás doente? Tu devias era engordar uns quilinhos. A Suspiro está doente? Cuidado está tão magrinha.. Nunca esteve assim.. Sem comentários.
*Finanças e IVA's - Dispensam apresentações.
*Ladrões - Já sabia que havia muitos amigos do alheio. Nos últimos dois anos, descobri que da mesma forma que as paredes têm ouvidos, cada esquina tem um ladrão.
*Desconto - Já faz parte do charme de quem compra. Pedir desconto é chique, tal como acabar sentada num balcão a rabiscar novas contas nos orçamentos, a discutir valores com o lápis numa mão e um galão noutra.
*Natal - Basta isso, Natal.

domingo, 1 de novembro de 2009

Us..

Esta noite elogiei-lhe a calma quando ferve em pouca água. Ele, a olhar o nada, disse-me em tom de lembrança, que lhe mói pensar, que lhe mói recordar que levou um tiro, um tiro com intuito desesperado de o matar, assim sem motivo algum. E que isso marca e muda um ser. Ele não é perfeito, eu também não. Tivemos um inicio de vida a dois atribulado, muito por fruto da nossa imaturidade, embora eu com 21 anos achasse que já sabia tudo. Sentia-me pronta para conquistar o mundo a seu lado. E assim foi. Aprendemos a lidar com o espaço um do outro, adoptamos a palavra nosso. Mas tivemos sempre a capacidade de encaixe para o eu e tu. Hoje sei perfeitamente quando posso explodir ou não. Sei exactamente quando estou prestes a pisar a red line que o fará perder as estribeiras, e não me importo de adiar um pouco a resolução quando sei que assim o faremos com mais inteligência, mais calmos. Não sou orgulhosa com ele. Não preciso de o ser. Ele sabe quando a minha alma está aos gritos. Sabe quando falo com ele mas o pensamento vai longe. Decifra as minhas expressões e tem uma capacidade única para lidar com as minhas constantes mudanças de humor, que não são muito fáceis. Batalhamos para o mesmo e os nossos sonhos caminham de mãos dadas, transparentes. Entre muitas coisas, admiro-lhe a responsabilidade e o sentido de família. Sei que deseja aumenta-la. Defendemo-nos ferozmente, e sabemos disso mesmo sem o comentarmos. Talvez por sermos amigos desde sempre, talvez por o nosso amor ter surgido de forma tão leve, sei lidar com ele como ninguém e quem me rodeia por vezes surpreende-se. Surpreende-se como me posso manter calma, por exemplo, quando ele está exaltado com algo e não interfiro, ao contrario do que costumam fazer. Mas eu sei que ele prefere assim, que desta forma leva as coisas a bom porto, protegendo-me/nos sempre, dos momentos parvos que a todos nos surgem. E assim caminhamos, cuidamos,dialogamos. Não é o diálogo o segredo duma relação?

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

5 anos e 4 meses depois..














O O. mal consegue segurar o coração. Cinco anos e quatro meses depois, vê o seu nome na lista de transferências para o Porto. Para trás ficam meses solitários, viagens constantes, os meus três anos em Lisboa para enganar o tempo, as noites mal-dormidas. Os vizinhos simpáticos, o senhor do café com o seu bom-dia sempre animador. Fica uma Reboleira acolhedora, uma Amadora cinzenta, uma Cova da Moura dona e senhora , um 6 de Maio labiríntico. Ficam os horários loucos, a vida mal-vivida, os companheiros de e para sempre. Os momentos de tensão, as horas vagarosas, os momentos quase chorosos pelas fatalidades do trabalho. Para trás fica também a madrugada de 24 Novembro, o amor cego pelo trabalho, pela camisola que se veste, o tiro. Consigo trás momentos que fazem dele quem é hoje, que o realizaram enquanto profissional e que sabe não voltarem a repetir-se. Com o coração feliz, mas tristemente saudosista, sabe que uma nova etapa começa. Para ele, para nós e para mais duzentas famílias, que tal como eu respiram de alivio.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

1 de Setembro


Quatro anos casados.
Não foram devidamente assinalados Príncipe, mas temos toda uma vida pela frente. Juntos.















Imagem daí

domingo, 5 de julho de 2009

Mais DOIS agentes baleados na Amadora

A noticia é recente e pouco, muito pouco se sabe ainda. E é daquelas que cria um enorme desconforto cá por casa. Procuramos respostas rápidas e torcemos para que corra tudo pelo melhor. A nossa solidariedade é enorme e infelizmente é também um gesto de retribuição. Sei do que falo.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

domingo, 30 de novembro de 2008

24 de Novembro II

Ele há coisas absolutamente incríveis, que de tão estúpidas só me dão é vontade de rir. Na tentativa de não partir tudo à minha frente, é claro.

Então não é que mal entro no gabinete 27 ou enfermaria ou lá o raio que o parta, apressada, histérica, deparo-me logo com outro individuo? E dizem vocês é natural Áurea, numa enfermaria estão sempre 7 ou 8 doentes. Pois é natural, mas não me parece nada normal que tenham posto exactamente na cama ao lado da do Orlando quem o tentou matar. Infelizmente a palavra é injusta e cruel, mas foi isso mesmo que ele quis fazer tendo-se mesmo gabado de o ter feito . Azarito amigo, temos um anjo protector lá em cima. Cabe na cabeça de alguém terem-los posto lado a lado? Não havia camas? Trocavam doentes, mudavam-nos de piso, de hospital, o que fosse..Agora lado a lado..

Não obstante, esperamos das 14 às 19horas por uma ambulância que tinha ido levar um doente a Sta. Marta. Eu imagino se tivesse ido a V.F.Xira, se calhar ainda la estávamos. Aos médicos que o trouxeram na ambulância tive a preocupação de perguntar se conheciam o caminho até ao hospital, claro - responderam-me prontamente. Assim sendo eu e o meu sogro viemos um pouquinho adiantados, uns cem metros, se tanto. Ora bem, eles tanto não sabiam o caminho que chegaram 35 minutos depois de nós e ainda teve que ser o pobre do Orl a levantar-se da maca e a explicar o caminho até ao Pedro Hispano.

Chegados ao Pedro Hispano constataram que do hospital A-Sintra se esqueceram de enviar o CD-ROM com todos os exames feitos. Muito importante - dizia-me o cirurgião lá em baixo. Pois, notou-se. Lá foi ele repetir tudo e mais alguma coisa. Não tinha cama para ele, pois segundo eles o A-S não o tinha reservado. Se atendessem o telefone talvez o tivessem feito. Pois então trata de dormir no corredorzinho. Um cobertor? Não acham que estão a pedir muito?

No dia seguinte ninguém que conseguia dizer quando seria realizada a operação para extracção da bala, mas bastou um telefonema recebido para ser feita de imediata. Ainda dizem que pressões não dão resultado.

E dão. Mas infelizmente para os dois lados. O Orlando foi operado as 19horas, estive com ele as 22horas (ainda estava sob efeito da anestesia geral), e eram 9h da manhã estavam-me a ligar para o ir buscar pois tinha tido alta. Tonezinha como sou pensei que o médico que o viu de manhã lhe tivesse falado sobre a operação,consequências e essas tretas todas do pós-operatório. Qual quê? Trouxe-o para casa, sem sabermos sequer quando teria que ir trocar o penso. Enfim, muita pressa para o despachar, não fosse todo o zum zum continuar.

De ressalvar a simpatia dos médicos ( sem ironias, o meu sincero obrigado)e a extrema eficiência
de cobrança do Hospital Amadora-Sintra que na quarta-feira já tinha enviado a conta cá para casa. Não fosse ficar esquecida como o CD-ROM.

sábado, 29 de novembro de 2008

24 de Novembro

O O. tinha ido para Lisboa, assim aproveitei a tarde domingo no escritório. Ao fim do dia, já em casa da Cláudia a lanchar, partilhei com ela e com o marido que não estava com bom pressentimento. Não sei..feelings.. Não se explica..
Estremunhada, estranhei os três toques apressados na campainha. Quando olhei para o relógio, 6 da manhã, ainda adormecida, senti logo que não seria boa noticia. Aos tropeções, eu e a minha mãe abrimos a porta. Na rua, envolto na escuridão surgiu o meu sogro. Despertei na hora e em segundos revivi o pior dia da minha vida, a ultima noticia que ele me havia dado, a morte de quem mais amo, o meu irmão, o meu anjo protector. Fora há tão pouco tempo que não queria acreditar que algo mais poderia vir. O meu coração diminuiu, diminuiu.Parou. Menina venha comigo a Lisboa - disse. Morreu? - gritei do alto. O alivio surgiu quando me disse que tinha sido apenas a anca e que já falara com ele. Mas eu precisei de o ouvir e só descansei quando falei com ele. O choro e o riso confundiram-se num misto de tristeza e alegria.
Bruno protegeste-o. O meu coração avisou-me de antemão.
E eu segui de imediato para a a capital.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Que mal fiz eu?

A ocasião pede um PUTA QUE PARIU A MINHA VIDA.

Agente da PSP baleado após tentativa de assalto a taxista na Amadora

Um polícia ficou hoje ferido numa troca de tiros com um indivíduo que tentou assaltar, sem sucesso, um taxista na Amadora.
Fonte da PSP avançou à Lusa que durante a troca de tiros o individuo que tentou assaltar um taxista, às 01h20, na praça de táxis da Amadora, também ficou ligeiramente ferido. "O taxista foi abordado por um homem que o tentou assaltar. Um outro taxista que viu a situação deu o alerta às autoridades que chegaram rapidamente ao local", explicou. Em comunicado, a PSP indica que ao chegarem ao local os agentes "foram recebidos a tiro tendo um deles sido atingido numa perna junto à virilha". A polícia respondeu aos disparos, tendo o suspeito sido "atingido numa perna e zona da bacia", acrescenta a mesma nota.O indivíduo, segundo a PSP de Lisboa, fugiu depois a pé para uma rua sem saída onde acabaria por ser detido. O polícia e o suspeito foram depois transportados para o hospital Amadora-Sintra, onde ficaram internados. Nenhum se encontra em perigo de vida.Na operação foi apreendida a arma utilizada pelo suspeito, cinco invólucros e uma munição, todos de calibre 7.65 mm.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Versão RipCurl

Eu e Orlando sempre tivemos muita coisa em comum.
Amigos, percurso escolar, férias. Enfim crescemos lado a lado e isso reflecte-se no nosso relacionamento, uma vez que os nossos ideais não divergem muito. Com bastante frequência somos apelidados pelos amigos de infância de príncipes , segundo eles formamos uma dupla perfeita. Assim esperamos e até agora não temos razão de queixa.
Mas como não há bela sem senão, os nossos hobbies divergem um bocadinho.Grande. Ele é mais para o radical inquieto, e eu mais betinha, sossegadinha e não me meto em grandes aventuras, à excepção da enorme paixão pela condução que ambos partilhamos. Com a separação temporária, forçada, que vamos daqui para a frente viver de 6 em 6 dias, decidi que preciso acompanha-lo mais.
E ontem foi dia de ESTREIA.
Com um nó no estômago, lá fui eu ter a primeira aula de bodyboard. Foi uma experiência no mínimo diferente, com direito a vestir o fato em pleno estacionamento, que neste caso foi numa das rotundas mais concorridas em Matosinhos nesta época do ano. Envergonhada ao inicio, mas como o Orlando mesmo disse, toda a gente o faz e gajas em biquíni naquela zona é o que não falta. Animador, hein?
Mentia se dissesse que odiei. Dispensava era o terrível cansaço físico com que fiquei.
Hoje marco presença outra vez.

domingo, 24 de agosto de 2008

A todos os amigos que se preocuparam

O menino cá de casa ,esta noite, encontrava-se de folga.
Está aqui, são e salvo.

Ainda assim, a todos o meu obrigado pela amizade.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Autoridade céptica

Tão distraída que ando, que esbarrei num copo que estava ali quietinho no seu canto e claro virou caquinhos. Aborrecida, dei comigo a pensar que pelo menos era um daqueles da Coca-Cola, oferta no MacDonalds e que tenho imensos guardados.Já não se perde tudo.
Envolta e perdida nos meus pensamentos, nos cinco segundos seguintes, acordo com a autoridade cá de casa, que se diz céptica, completamente céptica a atirar sal para cima do copo, ou melhor para o que restava dele, segundo ele para afastar o azar.
Incrédula, só abri a boca para lhe dizer que no final teria que aspirar aquilo tudo.
Não quis saber e atirou na mesma, aguardando os segundinhos seguintes para fazer o devido efeito.
Toma lá.

domingo, 13 de julho de 2008

Next day, crazy day (II)

Tenho mau acordar! Acho que sempre tive mas só agora reparei. Piora quando o Orlando, com o sono, adia algo que tinha combinado comigo no dia anterior. É o suficiente para eu andar insuportável até, deixem ver, ao meio-dia!!
Ontem, depois da noite em branco (e o feitiozinho com que eu me levantei…) o Orl teve a péssima ideia de fazer precisamente isso. Quase caía o Carmo e a Trindade!!
Perdi logo toda e qualquer vontade de ir ao jantar da esposa do amigo dele agendada para essa noite , e durante o percurso para o trabalho jurava a mim mesma que não ia, e não ia mesmo. Isto porque geralmente, independentemente de ter ou não razão, as chatices passam-me o rápido e no prazo de duas horas já esqueci tudo! Ontem jurava que não ia ser assim.
E não fui mesmo ao jantar..Mas infelizmente não pelas melhores razões.
Após o trabalho, rumei ao OlivaiShopping com a Rosi para lanchó-almoçarmos-tomarcafénaesplanada com a Fil, e já passava das 17 quando fui para casa animada, e já nem tão pouco me lembrava do arrufuzito da manhã, quando me deitei para dormir duas horinhas (antes do jantar). Acordei em sobressalto. Um Orl atrapalhado e cheio de dores entrou tipo foguete em casa e em menos de dois minutos voou. Já ele tinha saído e eu ensonada tentava juntar as peças do que ele disse.
Uma tarde passada algures no Tejo, entre amigos, terminou mal. Um pequeno acidente de moto de água levou um amigo dele ao hospital, com uma perna partida e uma contusão na cabeça que o obrigará a permanecer internado três dias em observações. Já passava da uma da manhã quando um Orlando todo dorido e pisado chegou a casa do hospital, onde esteve acompanhar o amigo e onde, após insistentes pedidos meus via telemóvel, se submeteu a alguns exames, não fosse o diabo tece-las, o que confirmou que foi só um susto.
E ontem só me sentia culpada..dos meus pensamentos mais íntimos da manhã.

E hoje também, embora também me apetecesse discutir com eles todos, para terem mais cuidado!

Eu em casa descansada a dormir, e o Orlando algures aflito nesse rio que banha a capital..

terça-feira, 24 de junho de 2008

domingo, 4 de maio de 2008

Ele há momentos assim..

Na sexta-feira à noite, eu e o Orlando fomos ao jantar de aniversário da irmã dum amigo dele. Foram bastante amigos dele com as respectivas famílias. Resultado? É uma seca para mim, pois além de não ter grande intimidade com as mulheres e elas serem todas amigas, o tema de conversa é sempre o mesmo, bebes..
De todos somos os únicos que não temos filhos ou pelo menos estamos grávidos. Não as censurava por só falarem nisso se apenas se encontrassem casualmente, o que não é o caso.
Carrinhos, chuchas, preços, fraldas, partos, roupas..
Elas não conseguem falar de outra coisa. Não conseguem.
E eu claro, que além de não ter experiência e já estar farta da conversa faço grande frete, e ainda tenho que levar com os olhares superiores de algumas delas, que são tão limitadas, que a própria ignorância não as deixa constatar, e acham-se um máximo.. É que não suporto pessoas desocupadas, que não trabalham nem sequer estudam. Se na casa dos 20 são assim, como será daqui a 20 anos? Enfim.. Nem quero saber..Vão-me valendo 2 ou 3 com as quais até simpatizo e que tornam isto mais suportável e as crianças..Castiças..
Tento sempre disfarçar o meu desconforto e indiferença , uma vez que, o Orlando quando se apercebe quer ir logo embora, e não acho justo priva-lo de se divertir um pouco. Como já sei que nestes momentos em "familia" ela não gosta de ir só, insisto sempre para irmos.
Adiante..
Na sexta-feira, no regresso a casa após injecção infantil falada, o Orlando que é tudo menos fofoqueiro, comenta incomodado uma situação entre menina e mãe nessa noite. Após o desabafo diz-me ele,
- Vou-te dar uma surpresa muito grande.
Eu, tipo, surpresa?!?
- Sim, quando tivermos um filho, vou-te surpreender como pai. Vou-te surpreender mesmo.
Deu-me a melhor de todas as alegrias, não que tal seja surpresa para mim pois conheço-o muito bem, mas porque é sempre bom ouvir, e estar com alguém que tem o sonho de família.

Posto isto, que poderia dizer? Ele é mesmo o homem da minha vida!

quarta-feira, 16 de abril de 2008

A menina dos olhos...

..do Orlando, leia-se.















Ele há gostos para tudo..Eu gosto de malas. Ele do carro.

Se fosse ciumenta, garantidamente era da carrinha que tinha ciumes.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Quando te conheci?....

...foi há tanto tempo..


A vida tem destas coisas.
Se por um lado estamos tristes porque um amigo chora, por outro uma onda de alegria enche-nos o coração.
Não sou a típica comemoradora de datas, e não são poucas as que me passam completamente ao lado, mas...
...Há três anos mudamos as nossas vidas...
Somos amigos desde sempre. Irrita-me quando lembra como me ficavam as saias as pregas, que tão tristemente a minha mãe me vestia quando era menina, quando goza as quedas que dava de bicicleta, ou ao lembrar as parvoíces típicas de criança..é que ele esteve sempre lá.
Em 2005, a vida pregou-nos uma partida, e se no inicio tivemos receio de estar a confundir as coisas, hoje agradeço este estado de confusão se assim for.
Passou tudo tão depressa..Mudamos, em poucos meses, completamente as nossas vidas para estarmos juntos. O enorme conhecimento que temos do passado, que tantos ciumes e inseguranças trouxe ao inicio, hoje ironicamente é um dos factores que torna a nossa relação assim..tão especial..tu sabes..
Ontem sorri, ri..Mas tu mal me olhaste soubeste a tristeza que tinha cá dentro e que não queria que fosse notada..Sabes o valor que tem para mim a amizade.

Conheces-me como ninguém..Aturas-me como ninguém..
Amo-te

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Para ti

Por tudo vivemos juntos..
Por todos os sorrisos..
Por todas as lágrimas..
Por todas as gargalhadas e olhares cumplices..
POr cada quilómetro percorrido..
POr todas as dificuldades..
Por todos os sonhos..
Por tudo ainda está para vir..
Obrigado amor


Eu te amo tanto - Roberto Carlos

Eu não me acostumo sem seus beijos
E não sei viver sem seus abraços
Aprendi que pouco tempo é muito
Se estou longe dos seus braços
E por isso eu te procuro tanto
E te telefono a toda hora
Pra dizer mais uma vez "te amo"
Como estou dizendo agora

Faço qualquer coisa nessa vida
Pra ficar um pouco do seu lado
Todo mundo diz que não existe
Ninguém mais apaixonado

Meu amor, você é minha vida
Sua vida eu também sei que sou
Cada vez mais juntos
Quem procura por você
Sabe onde estou

Olha, eu te amo tanto e você sabe
Sou capaz de tudo se preciso
Só pra ver brilhar a todo instante
No seu rosto esse sorriso

Faço qualquer coisa nessa vida
Pra ficar um pouco do seu lado
Todo mundo diz que não existe
Ninguém mais apaixonado

Meu amor, você é minha vida
Sua vida eu também sei que sou
Cada vez mais juntos
Quem procura por você
Sabe onde estou

Olha, eu te amo tanto e você sabe
Sou capaz de tudo se preciso
Só pra ver brilhar a todo instante
No seu rosto esse sorriso

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Porque te amo..

Porque uma pedra a meio do caminho, por vezes é positiva.
Porque dar mais que uma volta para alcançar um lugar aufere-nos conhecimento.
Porque quem tem realmente valor singra sempre..
E acima de tudo, porque o empenho e dedicação fazem os melhores profissionais.
E não há nada como ver-te chegar a casa, com um brilho nos olhos como que pela satisfação de dever cumprido.
AMO-TE

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008