
Hoje em dia não apreciava o seu trabalho, mas recordo que era adolescente e andava sempre a cantarolar as músicas do Boyzone. Recordo a não-surpresa, quando perante o Mundo assumiu as suas escolhas, o seu verdadeiro eu, e admirei-o pela decisão de ser feliz perante todos, assim sem reservas. E são mortes prematuras como esta que me tocam a alma, que me dão a certeza da fragilidade humana, e me fazem crer, cada vez mais, na palavra Destino.