Uma das alturas que me faz sentir saudades do tempo que vivi em Lisboa é o Verão. Por lá tive sempre um Verão à séria, dias seguidos de calor infernal, daquele que nos chega a cortar a respiração. Por lá conseguia manter o bronze no mínimo dois meses seguidos, sem andar com o casaco na algibeira, No Porto já não é assim. Ele são quatro dias de calor seguidos de outros tantos com céu enevoado. Depois há sempre o raio da nortada que nos afasta da praia. Meu Porto querido, Suspiro não gosta disso. Suspiro prefere andar a bufar com o calor que a bater o dente porque não se agasalhou.
"Perhaps they are not stars, but rather openings in heaven where the love of our lost ones pours through and shines down upon us to let us know they are happy."
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domingo, 11 de julho de 2010
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Imagem daí
Por estes lados o tempo não rende e a temperatura não ajuda. Ai as saudades que eu tenho das minhas chinelas. Os dias na capital souberam a pouco mas deu para lavar a alma. As amigas continuam Elas que só Elas, sempre atentas, com a palavra certa, com o silêncio no momento preciso e o ombro sempre presente. Há amizades que nem a distância arrefece. Houve tempo para boas novidades, como o bebé que a Magrela da Margem Sul espera. Tias babadas que já somos. Partilhei a minha passagem pelo registo daqui a uns meses,diz que sim, que estou noiva. Lisboa continua a receber-me de braços abertos. Ao chegar ao Chiado os telefonemas multiplicaram-se com palavras de coragem, mas que me estavam a deixar com os nervos em franja por não saber o que esperar. Como é que é meus queridos? Afinal não custa nada. Valeu apena esperar catorze meses para fazer a tatuagem, não poderia ter ficado mais perfeita. O tempo voou e devolveu-me rapidamente à Invicta. Ao passar a portagem doeu-me a alma, já fui muito feliz na cidade que ficava para trás. O adeus não saiu, fiquei-me por um até já.
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sábado, 12 de dezembro de 2009
sábado, 17 de outubro de 2009
Se Maomé não vai à montanha...
Quando há pouco mais de um ano regressei de Lisboa prometi visitas regulares, nem que fossem daquelas rápidas como o vento, só para um xi apertadinho aos amigos para a vida que lá deixei. Infelizmente a vida não me permitiu cumprir, mas não há um só dia que não me lembre deles. Fui muito feliz em Lisboa. Hoje amanheci com o sol teimoso a espreitar-me a janela. Madrugou e fez-me madrugar. E quando abri os olhos, lembrei-me que hoje quando telefonar às briggittes não direi "beijoca amiga, mal possa vou aí", mas sim um histérico "até logo". E estou ansiosa pelo final da tarde. Há muito que precisava duma visita assim.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Emocionada até
É incrível a dimensão que apenas uns dias podem adquirir.
Uma linha de tempo infindável, onde apenas teimei em olhar para um relógio que demorou a avançar. Tempo demasiado receei. Os segundos deixaram de o ser e transformaram-se em minutos, horas intermináveis, nas quais todos os sons e multidões passaram em branco, mudos e silenciosos.
A esperança não sobreviveu.
Depois um momento..cinco segundos.. e tudo parou. Demorado e breve momento, no qual até a cidade de Lisboa, na sua face mais feia e sombria passou despercebida. As pessoas passaram distraídas, lentas..E nem dei por elas.
A cidade ganhou assim um outro encanto. Bela e emocionante.
Tanto que nem sei..
Uma linha de tempo infindável, onde apenas teimei em olhar para um relógio que demorou a avançar. Tempo demasiado receei. Os segundos deixaram de o ser e transformaram-se em minutos, horas intermináveis, nas quais todos os sons e multidões passaram em branco, mudos e silenciosos.
A esperança não sobreviveu.
Depois um momento..cinco segundos.. e tudo parou. Demorado e breve momento, no qual até a cidade de Lisboa, na sua face mais feia e sombria passou despercebida. As pessoas passaram distraídas, lentas..E nem dei por elas.
A cidade ganhou assim um outro encanto. Bela e emocionante.
Tanto que nem sei..
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quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Final CountDown
Tenho tanta tanta coisa para fazer que acabo por não fazer nada. O desanimo da partida faz com que adie todos os dias o inadiável, encaixotar a minha vida. A vontade tem fugido e inconscientemente dou comigo a inventar desculpas para não o fazer.
Hoje mais uma folga que se ficou pelo era para ser devido a férias das colegas.
Dia após dia dou comigo mais pensativa e nostálgica.
As lágrimas já rolam.
Hoje mais uma folga que se ficou pelo era para ser devido a férias das colegas.
Dia após dia dou comigo mais pensativa e nostálgica.
As lágrimas já rolam.
terça-feira, 1 de julho de 2008
Menina e moça
terça-feira, 10 de junho de 2008
De regresso..
Custa sempre voltar..Ainda para mais quando sabemos que nas próximas semanas, faremos falta a dobrar, devido à operação da mamã.

Mas a vida é mesmo assim e bola para a frente!
Chegada a Lisboa, claro está, estive logo 30mnt presa no trânsito da IICircular, ainda que já passasse da meia-noite. De volta à realidade.
Bem, agora tenho uma loja algures numa rua maldita à minha espera!
Mas a vida é mesmo assim e bola para a frente!
Chegada a Lisboa, claro está, estive logo 30mnt presa no trânsito da IICircular, ainda que já passasse da meia-noite. De volta à realidade.
Bem, agora tenho uma loja algures numa rua maldita à minha espera!
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Benha mais uma para a Capital!!
Para a disciplina de Comunicação Interpessoal, foi-nos pedido um trabalho que focasse o tema da cadeira, sendo o tipo de abordagem escolhido por cada um.
Como não podia deixar de ser, a minha escolha recaiu na Comunicação Interpessoal entre Lisboetas/Portuenses, fazendo jus à belha guerra, Sul/Norte..
Após investigação e algumas entrevistas a elementos de ambas as regiões, concluí que este sentimento é alimentado por todos.. e que é nos incutido, ainda que inconscientemente, durante o nosso crescimento.
Se por um lado lá por cima somos mais ruidosos e broeiros (se assim se pode dizer), cá por baixo, o sentimento é o mesmo mas um pouco mais silenciosos, o que não significa que não seja à mesma escala..
Até acho isto saudável, e realmente preciso pois faz parte da identificação regional e no fundo de cada um de nós.
Mas há coisas realmente sem pés nem cabeça..
Um exemplo..
Ontem a proprietária, duma das maravilhosas Cascatas que por aí encontramos, contou-nos os imensos problemas de aceitação que teve, e o quão dificil foi fazer a casa e a clientela. Segundo ela, que é natural de cá..? Fartou-se de ouvir.. "Ah! isso aí? Francesinhas? É comida de tripeiro, não tem jeito nenhum.."
Após a reticência, parva, inicial, os moradores da capital renderam-se.. e concerteza a sra. dorme melhor..
Desnecessário meus amigos!
Como não podia deixar de ser, a minha escolha recaiu na Comunicação Interpessoal entre Lisboetas/Portuenses, fazendo jus à belha guerra, Sul/Norte..
Após investigação e algumas entrevistas a elementos de ambas as regiões, concluí que este sentimento é alimentado por todos.. e que é nos incutido, ainda que inconscientemente, durante o nosso crescimento.
Se por um lado lá por cima somos mais ruidosos e broeiros (se assim se pode dizer), cá por baixo, o sentimento é o mesmo mas um pouco mais silenciosos, o que não significa que não seja à mesma escala..
Até acho isto saudável, e realmente preciso pois faz parte da identificação regional e no fundo de cada um de nós.
Mas há coisas realmente sem pés nem cabeça..
Um exemplo..
Ontem a proprietária, duma das maravilhosas Cascatas que por aí encontramos, contou-nos os imensos problemas de aceitação que teve, e o quão dificil foi fazer a casa e a clientela. Segundo ela, que é natural de cá..? Fartou-se de ouvir.. "Ah! isso aí? Francesinhas? É comida de tripeiro, não tem jeito nenhum.."
Após a reticência, parva, inicial, os moradores da capital renderam-se.. e concerteza a sra. dorme melhor..
Desnecessário meus amigos!
sábado, 19 de janeiro de 2008
Pequenina

Ontem, pela primeira vez, a cidade de Lisboa cobriu me com o seu manto, dando-me a conhecer sua grandeza, e na sua noite mostrou-me o quão pequena e frágil posso ser.
Vivo cá há pouco mais de dois anos, mas graças ao meu , maravilhoso,sentido de orientação nunca me perdi e geralmente, sozinha encontro sempre o que procuro.
Ontem saí dos Olivais mas tive que ir concluir um turno à Morais Soares.Para estacionar..O caos que me foi dito.
Muito a custo, quando sai da loja, as 20h, continuei firme na minha intenção de ir para a Universidade e dirigi-me em passo largo para o carro. Talvez tenha sido a pressa e o cansaço extremo cansaço que sinto, desorientei-me.
A noite estava já cerrada e o nevoeiro turvava-me um pouco a vista, mas como conheço a rua onde deixei o carro, nem supus que me pudesse esquecer do caminho.
Andei vinte minutos ás voltas e nada.
A certeza de saber onde ele estava e a impotência que senti, aliada a um telefonema para a Rosália, fizeram o meu rosto ruborizar e continuando à procura, as lágrimas soltaram-se e não controlei um ataque de choro. De raiva, cansaço, incerteza, dor..
Senti-me completamente minúscula, e parecia ouvir a cidade rir como a dizer-me o quão camaleónica pode ser.
Olhava em volta só via rostos desconhecidos, diferentes que me assustavam a cada passo rápido e largo que tentei dar.Ali estava eu, cheia de sacos, de saltos, muito frágil, algures no meio da capital.
Passados 20 minutos, e após três voltas em quadrado ao mesmo quarteirão lá estava o meu carro. Eu
já havia estado naquela rua, mas na esquina de cima.
Enfim.
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